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Dicas indispensáveis para uma loja virtual – Cap. 2

Dicas indispensáveis para uma loja virtual – Cap. 2

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Capítulo 2:
OPORTUNIDADES PARA MICROEMPREENDEDORES E O RELACIONAMENTO 2.0

 

Para os empreendedores, o que mais demonstra o e-commerce como um terreno fértil e atrativo é a possibilidade de conseguir pulverizar ou internacionalizar suas marcas com custos muito mais baixos, sem precisar abrir lojas físicas, além de poder manter sua loja disponível 24 horas, 7 dias por semana para todo o mundo. Mas essa tarefa não é tão simples como parece.

Nos dias que correm, há várias opiniões, discursos e palestras alusivas a respeito do momento e do futuro do comércio eletrônico nacional. Dados atuais apontam que só metade da população on-line compra no varejo virtual, o que evidencia um gama de possibilidades e o quanto ainda há para crescer. No entanto, Patrícia Amaro, da Unilever, fez um alerta sobre a necessidade de rever as operações, pois “as lojas virtuais não estão tendo lucro”. Segundo Patrícia, em um dos painéis do evento, “todo mundo briga por preço, acostumamos o consumidor a não pagar frete. Isso tudo está errado. Nós mesmos criamos essas dificuldades e é hora de mudar”. Ao que parece, novos reposicionamentos estratégicos surgirão no ecossistema virtual.

A valorização do foco no consumidor vem sendo muito citada por especialistas. O consumidor on-line está cada vez mais conectado e, para tanto, é necessário prover experiências diferenciadas, integrando o espaço físico de lojas com as ações digitais. De acordo com Jonas Antonio Ferreira, diretor de Negócios Digitais da Livraria Cultura, “mais que vender o produto, é fundamental vender experiências. Um consumidor conectado em ambos os canais é de seis a oito vezes mais valioso que um cliente de um só canal”.

Emerson Andrade, Co-Fundador do site Peixe Urbano, a respeito dessa importância, incita a se pensar na via de mão dupla, na qual há a importância não somente de conduzir o consumidor do mundo real ao ambiente on-line, como também, conduzi-lo do ambiente on-line ao ambiente off-line, que é a premissa dos sites de compras coletivas. Peixe Urbano foi a primeira empresa a introduzir o conceito de compras coletivas na América Latina, revolucionando o comércio eletrônico para serviços locais e dando início ao boom de startups na região. Emerson enfatizou: “é importante oferecer uma boa experiência de compra para o consumidor que, somada à oferta, sustente sua plataforma de marca”.

As marcas virtuais, como o exemplo da Peixe Urbano, conseguem obter sucesso mediante essa experiência pessoal, que é compartilhada nesse ambiente digital. Daí a importância do monitoramento da presença on-line em canais como Facebook e Twitter, além de ser fazer presente com aplicativos para smartphones iOS e Android.

Com uma linha de raciocínio similar, Flávio Dias, VP de e-commerce do Walmart Brasil, que é o maior varejista do comércio eletrônico nacional, realça a importância de se identificar a conjuntura atual, rotulada como a “era do consumidor”, já que “os anos 70 e 80 foram considerados as eras das marcas e, dos anos 90 ao início dos anos 2.000, como a era do varejo”, disse Flávio. Seu conselho é que os empreendedores digitais concebam o conceito do Anytime, Anywhere Access, ou seja, oferecer conectividade a todo instante, em qualquer lugar.

 

Por: Alexandre Teixeira, publicitário, docente e consultor de Branding, Marketing e Negócios Digitais.

 

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