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Dez passos para acertar na escolha do back office para e-commerce

Dez passos para acertar na escolha do back office para e-commerce

E-commerceEm artigo publicado no Portal Administradores, Samuel Gonsales, especialista em sistemas de gestão e professor universitário, enfatiza dez passos para acertar na escolha do back office para e-commerce. Para quem não sabe, back office consiste na gestão interna de uma operação em e-commerce. Este processo inclui logística, gerenciamento de pedidos, estoque, clientes, relatórios, inteligência e planejamento, entre outros.

De acordo com o articulista, existe, por parte das empresas de e-commerce, grande preocupação no que diz respeito a ter uma plataforma sólida, uma vitrine atrativa e fazer expressivos investimentos em marketing, publicidade e divulgação para que suas lojas virtuais sejam facilmente acessadas e com isso gerem um volume de negócios cada vez maior.

No entanto, ele lembra que fazer de sua loja virtual um sucesso não está relacionado apenas aos processos citados acima – focados apenas na divulgação e venda, pois de nada adianta ter um expressivo número de vendas se a empresa não tiver condições de receber, processar e entregar os pedidos feitos na loja virtual com velocidade, assertividade e qualidade evitando erros operacionais, atrasos na entrega, cancelamentos e/ou devoluções.

Por isso, Gonsales ressalta que, além de atender bem a integração com a plataforma, um bom sistema de back office para e-commerce precisa:

  1. Permitir aceleração das mudanças, utilizando por exemplo conceitos de BPM, onde seja possível “desenhar” os processos particulares da empresa de forma que a cada mudança no desenho o sistema back office interprete a mudança sem a necessidade de uma customização;
  2. Emitir, gerenciar e baixar boletos bancários utilizando processos de CNAB e passar os cartões de crédito e débito, pois ter toda a informação relacionada ao pagamento da compra é fundamental para a boa gestão do negócio, além de permitir que os tramites de conciliação sejam automatizados em uma única ferramenta;
  3. Realizar a análise de risco das operações com cartões de crédito e débito, guardando em seu banco de dados os resultados de cada uma das análises, criando um histórico consistente das análises;
  4. Ser um sistema multicanal, ou seja, acompanhar todas as operações da empresa sejam elas geradas através do e-commerce, através de lojas de varejo físicas, de representantes externos, de franquias etc;
  5. Criar e dar manutenção a múltiplas vitrines de produto do e-commerce a partir do sistema back office, de forma que a gestão das vitrines fique centralizada e permita a geração de relatórios específicos;
  6. Ter opção de gerenciar o frete automaticamente; e ter integração com transportadores que permita acompanhar o andamento da entrega das mercadorias e ter informações em tempo real;
  7. Ter workflow que permita que a cada ação realizada no fluxo de processos, sejam acionadas novas ações necessárias ao bom andamento do pedido de venda, desde sua entrada na empresa até sua entrega;
  8. Gerenciar “preço de”, “preço por”, especificações técnicas e detalhadas dos produtos, regras de aprovação automática, envio de e-mails para cada ação do fluxo de processo personalizado, entre pequenas necessidades específicas;
  9. Realizar a complexa e tão necessária gestão de armazéns – WMS e permitir aplicações em coletores de dados para separação e conferência de mercadorias e também para inventários;
  10. Ter opções de controle e gestão de prazos de validade, Anvisa, FIFO, cartão de presentes, lista de desejos (noivos, bebê etc.), controle de recorrência, dentre tantos outros processos inerentes ao comércio eletrônico.

Para saber mais, leia a íntegra do artigo.

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