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Cuidados ao negociar com o Governo e dicas importantes para participação em licitação pública

Atenção

As empresas quando fazem negócios costumam realizar uma pesquisa sobre seu futuro cliente com o objetivo de verificar sua situação financeira, obter referências comerciais, enfim realizar uma análise de risco. No entanto, verifica-se que as empresas ao negociarem com instituições públicas não adotam esses mesmos cuidados. Vender para o governo é uma alternativa interessante para sua empresa, mas essa oportunidade deve estar associada às boas práticas de negócio. É necessário atentar para os cuidados que são imprescindíveis para o sucesso da negociação. Uma boa e completa análise de risco deve acontecer antes da negociação com a empresa pública. As boas práticas que orientam as transações comerciais também devem ser utilizadas no seu relacionamento com o governo.

Alguns aspectos são indispensáveis nesta análise, especialmente o bom entendimento do edital, que precisa ser muito bem lido e entendido. Atentar para os documentos necessários para participação da licitação e a elaboração da proposta, entendendo bem o que deverá conter na mesma. Não é recomendado comprometer o capital de giro de sua empresa num percentual elevado e também seu estoque com poucos clientes. Além disso, cuidar para evitar inadimplência e descumprimento do contrato.  Na cartilha “Como participar de licitação pública” de Antonio de Castro de Oliveira também podem ser encontradas outras orientações. Acesse aqui: http://www.fomentanacionalsebrae.com.br/downloads.

O professor Jacoby Fernandes também apresenta conselhos importantes que ajudam as empresas no momento de negociar com o governo, todos eles de acordo com que está previsto na lei 8.666/1993:

Durante a fase de competição:

  1. Verificar se o órgão é bom pagador;
  2. Analisar as condições de competição, ou seja, ver a parte de habilitação do edital da licitação;
  3. Ler com atenção o contrato ou instrumento equivalente;
  4. Não reduzir o preço a ponto da proposta não poder ser executada (eliminar o pensamento: “depois eu dou um jeito”);
  5. Fazer cadastro no portal ‘Comprasnet’ do Governo Federal para estar por dentro do que acontece;
  6. Acompanhar de perto a licitação.

Durante a execução do contrato

  1. Conhecer o fiscal do contrato e marcar uma conversa, acompanhado do sócio ou empregado de sua empresa para verificar como o órgão costuma proceder com reuniões (saber se lavram ata) e com reajustes e reequilíbrios (formalizam os pedidos?);
  2. Cumprir os prazos do contrato;
  3.  Formalizar por escrito todos os pedidos e ficar com prova da entrega do pedido (protocolo). Fazer isso para pedir reajuste, reequilíbrio ou informar necessidades de alteração do objeto;
  4. Não aceitar a ideia de “fazer antes e formalizar depois”
  5. Logo após a conclusão pedir “atestado de boa execução”, é direito de sua empresa.

Outras dicas, artigos e informações sobre o tema podem ser encontrados na página do professor Jacoby Fernandes: http://www.jacoby.pro.br/novo/.

A adoção desses cuidados é fundamental para sua empresa na medida em que evita problemas e preocupações, além de conferir maior eficiência no processo. Conhecer as regras do jogo é fundamental, não perca tempo!

Saiba mais sobre esse e outros temas ligados às compras institucionais no link http://sebraemercados.com.br/?author=25, onde toda semana novidades são compartilhadas.

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