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Copa do mundo e o ambiente digital: como ser relevante para o consumidor?

Copa do mundo e o ambiente digital: como ser relevante para o consumidor?

Existem várias oportunidades para as empresas conquistarem a mente e coração dos consumidores usando a Internet durante os jogos de 2013 e 2014

Como fazer gols nos canais digitais quando a bola começar a rolar no Brasil em 2014?

Ao analisarmos a evolução das estratégias de negócios das últimas décadas – desde a manufatura dos anos 60, passando pelo modelo de segmentação e a distribuição publicitária dos anos 70 e 80, até a informação dos anos 1990 –, percebemos que a maior força para a aceleração sempre foi o consumidor.

Com o advento das novas tecnologias, a informação circula em ritmo acelerado, fazendo com que os campos a serem explorados pelas estratégias de negócios e de publicidade se  tornem praticamente infinitos.

A resposta para esta rápida evolução reside não somente em compreender as novas tecnologias e suas aplicações, mas, principalmente, em estar atento às mudanças de comportamento do consumidor.

Diante deste cenário, qual a estratégia para divulgar a sua empresa no período dos dois megaeventos esportivos que vão acontecer aqui no Brasil?

1 – Invista na dupla de ataque “engajamento e comunidade”: engajar o público será vital para aproveitar o boom esportivo.

2 – Não ignore os vídeos produzidos pelos usuários: haverá nas Copas de 2013 e 2014 uma massiva produção de vídeos online feitos pelos próprios usuários. As empresas precisam dominar os vídeos colaborativos que são baratos e ficarão cada dia mais populares.

Um exemplo deste fenômeno é o Cowbird, rede social em que o usuário compartilha narrativas de suas experiências pessoais, geralmente, por meio de vídeos. Segundo Gil Giardelli, CEO da Gaia Creative, “no Brasil lidam com o digital como se ele fosse um ‘puxadinho’.  É sempre a mesma formulazinha. Quem quiser se dar bem nas Copas precisa fugir disso.”

3 – Esteja com a massa onde ela estiver: seja relevante onde as pessoas já estão.  Segundo Daniel Tártaro, da Ogilvy, “quem segue uma marca no Facebook, por exemplo, tem mais propensão a receber conteúdo dessa marca, até porque ele passa o dia inteiro lá.” O mesmo vale para o Twiter e o YouTube.

4 – A copa do mundo do mobile: as projeções indicam que o acesso à internet móvel no Brasil vai superar o desktop justamente em 2014. Para Tártaro, “no Mundial e na Copa das Confederações vai ter muita gente se deslocando e o celular será como uma bússola. Quem chegar às cidades-sede, seja Rio, seja Brasília, seja Belo Horizonte, vai usar o celular para procurar, encontrar e se informar.” Você já imaginou o número infinito de oportunidades a serem exploradas? Nosso desafio: como ser relevante no bolso do consumidor?

5 – TV interativa chegará à sala: TVs interativas ou inteligentes na sala será uma tendência para as próximas duas copas. Estes televisores terão acesso à Internet por meio de dispositivos que a conectam com o aparelho. No Brasil, já é tradição a explosão de comercialização de TVs na época da Copa. Diante desta oportunidade, será essencial oferecer conteúdo sob demanda para as TVs interativas.

6 – Salve o Wi-Fi: haverá um aumento relevante de pontos de cobertura Wi-Fi nas cidades-sede. A ideia é oferecer hotspot Wi-Fi a quem consumir uma marca. A questão aqui é construir relevância e presença. Não é preciso um caminhão de dinheiro para ser relevante na vida das pessoas, basta ter estratégia.

7 – Apps + geolocalização: combinação entre serviços de geolocalização e aplicativos. A febre dos aplicativos está apenas começando. Hoje, as pessoas estão fazendo seus próprios aplicativos.

O Brasil tem 200 milhões de habitantes e serão menos de 2 milhões de ingressos para todos os jogos, ou seja, poucas pessoas estarão nos estádios. A maior parte delas estará nas Fan Fest, bares, churrasco com os amigos etc., e todo mundo vai querer interagir, dizendo: “ oi , estou aqui, vamos nos encontrar?”

8 – Entenda a diferença entre as telas: proporcionar ao usuário a melhor experiência na tela que está usando é o desafio. Isso significa que é preciso acertar a mão com os tablets e smartphones. Alfredo Correa, da empresa Mowa Sports, afirma “é preciso prestar um serviço, fazer um carinho no consumidor, trazer algum benefício para ele. Ninguém mais vai querer saber de um hotsite de Copa do Mundo”.

9 – Integre plataformas diferentes: a Copa de 2014 será a da integração entre as diferentes plataformas digitais e as maiores oportunidades de inovação estão no ‘mobile’. É preciso criar uma identidade online e isto se faz através de experiências.

10 – Apimente a geral cibernética: usar o boom das Copas para fomentar discussões. Os torcedores estão na internet procurando se relacionar com outros torcedores. Imagine a oportunidade a ser explorada num país com quase 200 milhões de técnicos da seleção brasileira. Distribuir brindes cobiçados também ajuda a marcar gols.

A data para começar os jogos já está marcada, defina a sua tática e escale o time certo para entrar em campo, mas cuidado para não fazer gol contra.

Para se inspirar: Aberto de Miami integrado ao Foursquare

No ano passado, o Sony Ericsson Open disputado em Miami (EUA) usou o Foursquare  para engajar os amantes de tênis. O público era convidado a dar check-in em todas as quadras, e os campeões de “presença” ganhavam mimos que iam de descontos em ingressos, brindes e presença nas sessões de autógrafos e coletivas de imprensa após os jogos dos atletas. #fica dica

Com informações da Revista PROXXIMA –  junho 2012.

Edição: Fernanda Peregrino, da F&C Comunicação e Projetos.

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