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Cooperativismo financeiro: um rápido balanço de 2013 e desafios em 2014

Cooperativismo5Em artigo publicado no Portal do Cooperativismo de Crédito, Ênio Meinen (autor/coautor de vários livros sobre cooperativismo de crédito e diretor de operações do Banco Cooperativo do Brasil – Bancoob) afirma que 2013 figurará com especial destaque na cronologia de marcos relevantes do setor por conta da criação do fundo garantidor único das instituições financeiras cooperativas (FGCoop).

“Considerando os seus desdobramentos, que em muito ultrapassam o simples – embora não irrelevante – objetivo de garantir depósitos do quadro social em casos de insucesso de entidades vinculadas, pode-se dizer que esse passo concreto de intercooperação (societária) identifica um novo recomeço na história recente movimento entre nós”, avalia.

Já para 2014, a expectativa do articulista é que, no plano institucional, a racionalização do atual modelo de supervisão voltado para as cooperativas, âmbito no qual estuda-se a concentração do conjunto das atividades em uma única entidade de atuação intersistêmica (“entidade de auditoria cooperativa”), e a integração da rede de autoatendimento do setor sejam os itens principais da agenda do movimento para o próximo ano.

“Concidentemente, os dois pontos contribuem para densificar a convergência entre os subsitemas, há pouco defendida/exaltada, resultando em aumento de eficiência e trazendo maior comodidade aos associados”.

De acordo com Meinen, “a par desses propósitos de interesse geral, renovam-se também os desafios usuais relacionados com a disputa de mercado e a necessidade de continuada expansão. Neste particular, duas frentes sugerem especial atenção: de um lado, já contando com um generoso, eclético e competitivo portfólio de soluções negociais, as cooperativas terão de ser cada vez mais arrojadas (proativas) no oferecimento de produtos e serviços complementares à intermediação financeira, diversificando e desconcentrando a matriz de receitas e de resultado. De outro, considerando a ainda baixa escala de usuários-associados e o grande potencial de expansão oferecido pela universalidade de acesso, há que se buscar o incremento de cooperados-beneficiários”.

Para saber mais, leia a íntegra do artigo.

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