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Como montar uma loja de bijuterias

Como montar uma loja de bijuterias

Confira uma ideia de negócio completa sobre Como montar uma loja de bijuterias. Abaixo dividimos o conteúdo em tópicos como mercado, custos, pessoas, investimentos, divulgação, exigências legais e mais dicas.

Para investir em um negócio de Loja de Bijuterias, é preciso saber que semi joias e bijuterias, além de proporcionar uma grande oportunidade para empreender, tem diversos benefícios, dispondo de muitos campos para atuação e inúmeras ferramentas que viabiliza um desenvolvimento de negócio bem promissor.

A história nos mostra que joias, semi joias e bijuterias sempre fizeram parte do cotidiano das mulheres e hoje contribuem para compor um look atual, muitas vezes, representando um estilo.

A bijuteria surgiu na Europa no século XVII e as peças eram réplicas de jóias. Eram usadas principalmente pela classe média que não tinha recursos para adquirir peças originais. As bijuterias ainda são usadas como réplicas de jóias, possuem personalidade e design moderno, que conquistam um público cada vez maior e destacam-se por sua originalidade e preço acessível.

Um caso bombástico de crescimento, é o da empresa Mil Bijus que segundo a revista Exame, de 2007 a 2018, já abriu 11 lojas próprias e um e-commerce, e a empresa contou com um crescimento de 35% no ano de 2018.

Com base em estudo setorial da indústria catarinense: joias, semijoias, bijuterias e ótica, o setor é comumente associado ao ouro e/ou ao diamante pelo o volume financeiro e “glamour” de que desfrutam. No que diz respeito a produção de joias e bijuterias, existem outros materiais explorados como o “capim dourado”, o plástico, a madeira sendo estes empregados por conta de um mercado consumidor que tem estimulado e exigido um design cada vez mais criativo e arrojado.

O negócio exige do empreendedor desenvolver uma pesquisa de mercado e acompanhamento no que diz respeito as tendências de moda, além precisar identificar as viabilidades econômicas do mercado o qual pretende inserir o negócio, levantar informações sobre possíveis fornecedores e perfil dos clientes que pretende atender.

Vale ressaltar a importância de se estruturar um modelo de gestão de forma estabelecer as práticas mais adequadas para gerir o negócio.

Todavia, estas orientações não substituem o Plano de Negócios, que é imprescindível para iniciar um empreendimento com alta probabilidade de sucesso. Para a elaboração do Plano de Negócio, deve ser consultado o Sebrae mais próximo.

Uma das características desse segmento de negócio de Lojas de Bijuteria é a concorrência informalmente como, por exemplo, os camelôs. Para ter mais segurança referente ao mercado que deseja atuar é impressionável realizar um estudo de viabilidade da região, identificando as empresas já instaladas, o tipo de produto oferecido e o volume de potenciais consumidores. É importante ressaltar que a rentabilidade de uma Loja de Bijuterias se dá com um grande volume de vendas, uma vez que, a maioria dos produtos tem baixo valor de venda. Desta forma, o conhecimento real das possibilidades de sucesso somente será possível através de pesquisa de mercado.

De acordo com dados fornecidos pelo Instituto Brasileiro de Gemas e Metais Preciosos (IBGM), referentes ao ano de 2017,  mais de 67% das exportações brasileiras de pedras coradas, joias, bijuterias e folheados foram realizadas por empresas que fazem parte do Precious Brazil, responsáveis por gerar US$ 133.818.633,00 em exportação para 110 destinos diferentes. Estados Unidos e Hong Kong/China merecem destaque porque representaram um total de 60% das exportações brasileiras.

Ainda conforme informações extraídas no site oficial do IBGM (2018) a expectativa para este setor é positiva, já que em janeiro de 2018 houve um crescimento de 5,3% em relação ao mesmo período do ano anterior. Segundo dados FECOMÉRCIO (2018), a “fatia de mercado” correspondente a Moda e Acessórios correspondem a 14,5% em volume de pedidos e 6,0% em volume financeiro.

Uma das características desse segmento de negócio é a concorrência principalmente de pessoas que atuam informalmente como, por exemplo, os camelôs. Para ter mais segurança referente ao mercado que deseja atuar, devendo realizar um estudo de viabilidade em sua região, identificando as empresas já instaladas, o tipo de produto oferecido e o volume de potenciais consumidores. É importante ressaltar que a rentabilidade de uma Loja de Bijuterias se dá com um grande volume de vendas, uma vez que, a maioria dos produtos tem baixo valor de venda. Desta forma, o conhecimento real das possibilidades de sucesso somente será possível por meio de pesquisa de mercado

O mercado online no setor de loja de bijuterias, cresce a cada dia e atrai novos empreendedores. Porém, as lojas físicas ainda são muito fortes e capazes de gerar ganhos incríveis. Então, cada vez mais, torna-se interessante saber aliar as duas frentes, trabalhando de forma integrada. Essa é uma evolução do e-commerce que já está acontecendo e promete um universo de possibilidades.

Como alternativa no mundo online, podemos destacar o uso de redes sociais como: Instagram, Facebook, Pinterest e YouTube, sendo estas também uma ótima estratégia para vender bijuterias online. Essas plataformas são tão populares, que é praticamente impossível não encontrar seu público-alvo nesse meio.

Antes de tudo, o empreendedor deve aprofundar ao máximo o estudo do mercado, identificando o público deseja atingir, e analise as finanças. Importante saber que o lucro não vem da noite para o dia, o empreendedor terá que aprender a administrar os recursos até o negócio começar a dar um retorno real.

A seguir podemos identificar algumas ameaças e oportunidades inerentes do setor.

Oportunidades:

·        Importação e Exportação de bijuterias;

·        Parcerias com butiques;.

·        Mercado Online;

·        Explorar o mercado de Bijuterias artesanais;

·        Crescente influencia da mulher do mercado.

Ameaças:

·        Excesso de concorrência;

·        Mão de obra pouco qualificada;

·        Dificuldade de acesso a financiamentos;

·        Poucas políticas públicas de incentivo ao setor;

·        Alto índice de informalidade, tanto na produção quanto na comercialização das joias e semijoias.

Principais Fornecedores:

O negócio não exige altos investimentos, nem máquinas, nem tecnologia sofisticada. Depende de criatividade e design.

O sucesso no ramo está ligado à capacidade do empresário em acompanhar a moda e explorar vários canais de vendas.

Veja mais em:

Live Empreendedor – Mercado de Bijuterias Finas

Uma Loja de bijuterias pode adotar diversos modelos de negócios, o que isso influenciará diretamente a decisão sobre a localização. De acordo com o modelo de negócio adotado, o empreendedor pode optar por pontos fixos (lojas de rua, loja de shopping, loja de centros comerciais e quiosques), móveis, ou hospedados online. No que que diz respeito a decisão de escolha de pontos fixos, o empreendedor deve levar em consideração se os possíveis clientes têm habitualidade de frequentar a área do ponto escolhido e quais são os possíveis meios para deslocamento (a pé, transporte público ou de carro). Escolha um ponto que seja visível. Uma dica, é evitar obstáculos que atrapalhem a visão, lojas em ruas com pouca circulação ou em locais de baixa circulação dentro de shopping não são interessantes para uma loja de bijuterias. O ideal é montar a loja em galerias, centros comerciais, shoppings (lojas ou quiosques), feiras, salões de beleza e abusar nas formas de exposição. Já encontramos também as lojas móveis, e o e-commerce que se tornou bastante aquecido, tanto nas modalidades de lojas virtuais, como no Marketplace, anunciando o seu produto nas grandes lojas. Estas modalidades, apresentam um maior custo benefício.

Porém, é importante avaliar os custo com a infraestrutura, os pontos com localização privilegiada costumam ser mais onerosos e pode influenciar no lucro, por isso é preciso analisar cuidadosamente a relação custo-benefício para definir a localização ideal. Se o empreendedor optar em montar a loja fora dos grandes centros deverá investir em divulgação, atendimento e promoções de forma a atrair o público mesmo que exija um deslocamento maior.

Outros aspectos que precisam ser observados quanto à localização do novo empreendimento:

Clientes:

·        Facilidade de acesso e capacidade de estacionamento (local ou próximo);

·        Local que permita o fluxo livre de pedestres;

·        Proximidade de estações e pontos de transporte coletivo;

·        Existência de demanda para o produto na região.

Funcionários:

·        Proximidade de estações e pontos de transporte coletivo;

·        Infraestrutura de serviços (restaurantes, farmácias, bancos);

·        Existência de mão de obra qualificada na região.

Pontos de atenção na escolha do imóvel onde a empresa será instalada:

A relação entre receitas e despesas estimadas, precisam ser compatíveis com os objetivos definidos pelo empreendedor. É preciso estar atento ao custo do aluguel, prazo do contrato, reajustes e reformas a fazer.

1.    Certifique-se de que o imóvel atende às necessidades operacionais quanto à localização, capacidade de instalação, características da vizinhança, serviços de água, luz, esgoto, telefone, transporte etc.

2.    Verifique se existem facilidades de acesso, estacionamento e outras comodidades que possam tornar mais conveniente e menos onerosa a adaptação do imóvel.

3.    Cuidado com imóveis situados em locais sujeitos a inundação ou próximos às zonas de risco. Consulte a vizinhança a respeito.

4.    Confira a planta do imóvel aprovada pela Prefeitura, e veja se não houve nenhuma obra posterior, aumentando, modificando ou diminuindo a área, que deverá estar devidamente regularizada. As atividades econômicas da maioria das cidades são regulamentadas pelo Plano Diretor Urbano (PDU), que determina o tipo de atividade que pode funcionar em determinado endereço. Ao consultar o local junto à Prefeitura deve atentar para:

·        Se o imóvel está regularizado, ou seja, se possui HABITE-SE;

·        Se as atividades a serem desenvolvidas no local respeitam a Lei de Zoneamento do município, pois alguns tipos de negócios não são permitidos em qualquer bairro;

·        Se os pagamentos do IPTU referente ao imóvel estão em dia;

·        No caso de serem instaladas placas de identificação do estabelecimento, letreiros e outdoors, será necessário verificar o que determina a legislação local sobre o licenciamento delas;

·        Exigências da legislação local e do Corpo de Bombeiros Militar.

DICAS:

·        Esteja atento as estratégias de distribuição e avalie se o ponto permite executá-las

·        Existe a opção de lojas móveis, consultar junto a Prefeitura quais as exigências para a execução da atividade e o que se faz necessário para adquirir licença e/ou alvará de funcionamento.

·        Para evitar que seu estabelecimento fique escondido do cliente e/ou de difícil acesso, pense em fachadas que fiquem no nível da rua. Além disso, observe o mercado disponível naquela região, bem como o fluxo de pessoas e os seus hábitos de consumo.

·        As esquinas são mais valorizadas por serem visíveis de quem transita em ambas as ruas. Trechos de rua voltados para praça, largo, começo ou final de outra rua também possuem localização privilegiada.

·        Recomenda-se a instalação da loja em áreas comerciais, especialmente cruzamentos de ruas para passageiros e pedestres na cidade. Podemos ainda propor pontos comerciais em Shopping, porem nesse tipo de localização devemos estar atentos as normas e exigências de funcionamento e deve-se também observar o fluxo de pessoas, assim como, as lojas e os serviços próximo.

·        Procure pontos que estejam em áreas seguras: antes de decidir pelo ponto da loja, visite o imóvel três vezes num dia (manhã, tarde e noite) para entender como é a característica da região em cada período.

Essas dicas são muito importantes para o sucesso do seu negócio!

E lembre-se: o ponto perfeito nem sempre significa um imóvel ideal. Para o empresário de pequenos negócios, a não ser em situações especiais, é melhor alugar do que comprar um estabelecimento. Os riscos são menores e sobrará mais dinheiro para os investimentos iniciais.

Para abrir uma loja de bijuteria, o empreendedor poderá ter seu registro de forma individual ou em um dos enquadramentos jurídicos de sociedade. Ele deverá avaliar as opções que melhor atendem suas expectativas e o perfil do negócio pretendido. Leia mais sobre este assunto nas publicações do Sebrae: Caderno do empreendedor individual e o Microempreendedor individual.

Para o processo de legalização, é importante contratar um contador, profissional legalmente habilitado para elaborar os atos constitutivos da empresa e conhecedor da legislação tributária, poderá auxiliar o empreendedor neste processo. O contador pode se informar sobre a legislação tributária mais adequada ao negócio. No momento da escolha do prestador de serviço, deve-se dar preferência a profissionais indicados por empresários com negócios semelhantes.

O contador é profissional para colaborar no processo de legalização da empresa, é necessário procurar os órgãos responsáveis para as devidas inscrições.

As etapas do registro são:

1.   Registro de empresa nos órgãos: Junta ComercialSecretaria da Receita Federal (CNPJ)Secretaria Estadual da Fazenda; Prefeitura do Município para obter o alvará de funcionamento; Enquadramento na Entidade Sindical Patronal (a empresa ficará obrigada ao recolhimento anual da Contribuição Sindical Patronal). Cadastramento junto à Caixa Econômica Federal no sistema “Conectividade Social – INSS/FGTS”. Corpo de Bombeiros Militar, verifica se a empresa atende as exigências mínimas de segurança e de proteção contra incêndio, para que seja concedido o “Habite-se” pela prefeitura.

2.    Visita à prefeitura da cidade onde pretende montar a sua empresa (quando for o caso) para fazer a consulta de local.

3.   Obtenção do alvará de licença sanitária – adequar às instalações de acordo com o Código Sanitário (especificações legais sobre as condições físicas). Em âmbito federal a fiscalização cabe a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, estadual e municipal fica a cargo das Secretarias Estadual e Municipal de Saúde (quando for o caso).

Importante:

A Lei 123/2006 (Estatuto da Micro e Pequena Empresa) e suas alterações estabelecem o tratamento diferenciado e simplificado para micro e pequenas empresas. Isso confere vantagens aos empreendedores, inclusive quanto à redução ou isenção das taxas de registros, licenças e etc.

É necessário observar as regras de proteção ao consumidor, estabelecidas pelo Código de Defesa do Consumidor (CDC) – Lei Federal nº. 8.078 publicada em 11 de setembro de 1990.

Para a instalação do negócio, é necessário realizar consulta prévia de endereço na Prefeitura Municipal/Administração Regional, sobre a Lei de Zoneamento.

O licenciamento é um dos instrumentos de gestão ambiental estabelecido pela lei Federal n.º 6938, de 31/08/81, também conhecida como Lei da Política Nacional do Meio Ambiente. Em 1997, a Resolução nº 237 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA)[1] definiu as competências da União, Estados e Municípios e determinou que o licenciamento deveria ser feito em um único nível de competência. O Ministério do Trabalho e Emprego, por meio da Secretaria de Segurança e Saúde no Trabalho, hoje denominado Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho, regulamenta os artigos contidos na CLT por meio da Portaria nº 3.214/78, criando vinte e oito Normas Regulamentadoras – NRs. Com a publicação da Portaria nº 3214/78 se estabelece a concepção de saúde ocupacional.

No ramo de bijuteria deve ser observado o que estabelece a Portaria n.º 43, de 22 de janeiro de 2016, pois é considerado prejudicial à saúde qualquer adorno que contenha Cádmio e Chumbo. Nos EUA existe um limite para a quantidade desses metais para cada acessório, sendo 0,03% para Cádmio e o mesmo percentual serve para o Chumbo, no Brasil, não há limite estabelecido para estes produtos. O artigo 2º fala:

Art. 2º Será responsabilidade do fornecedor da Bijuteria e Jóia o atendimento aos teores de Cádmio e Chumbo estabelecidos na Portaria ora aprovada, em relação aos produtos finais, independentemente de ensaios realizados na matéria prima, podendo adotar outros mecanismos de controle próprios para essa finalidade.

§ 1º O disposto no caput se aplica às Bijuterias e Joias, de uso adulto ou infantil, vendidos ou entregues em forma de brinde, de forma isolada ou como parte integrante de outro produto.

§ 2º Entende-se como Bijuteria ou Joia, qualquer adorno, masculino ou feminino, de metal ou não, que o seu uso propicie o contato deste ou parte deste com o corpo humano, tais como:

I – contas metálicas e outros componentes metálicos para fabricação de peças de Joalheria;

II – artigos de Joalheria e de Bijuteria, metálicos, incluindo:

a) Acessórios para o cabelo;

b) Pulseiras, colares e anéis;

c) Piercings;

d) Adornos para os pulsos, incluindo relógios e outros;

e) Abotoaduras;

f) Brincos.

Para uma Loja de Bijuterias em um ponto fixo, sugere-se uma área de aproximadamente 20m². Nessa área, grande parte da loja é destinada para o atendimento e exposição dos produtos.      

O espaço da Loja de Bijuterias deve ser bem planejado e recomenda-se evitar poluição visual, proporcionar boa iluminação e ventilação para que haja conforto tanto para as pessoas que trabalham na empresa quanto para clientes. Uma boa decoração favorece o produto e atrai o cliente, principalmente, quando o assunto é moda. Revestimentos, pintura, móveis, e iluminação são componentes importantes para obter uma estética favorável. Além da estética e da decoração, o ambiente precisa ser funcional, observando os espaços necessários para circulação dos clientes, prevendo inclusive adaptações necessárias para o acesso e atendimento de portadores de necessidades especiais.   

É possível usar o próprio espaço da loja como escritório. O balcão de atendimento pode ser projetado para funcionar como caixa, espaço para pacotes e escritório, desde que de maneira organizada e que não prejudique o atendimento. A área da loja deve ser dividida entre salão, banheiro e copa ou um local para café, chá, suco e água. Vale ressaltar que em caso de se optar pela instalação da loja em centros comerciais ou shoppings, não é necessário banheiro no interior da loja.

Escritório: mesa e cadeiras; arquivo para pasta suspensa; armários; computador e impressora; telefone; materiais de apoio.

Loja: vitrines; balcão; expositores, computador; impressora fiscal; espelho.

Outra opção de estrutura para este tipo de loja são os quiosques. Um quiosque pode ser montado variando em um espaço de 6m² a 12m². O formato permite a instalação em qualquer lugar com grande fluxo de pessoas, como por exemplo, academias de ginástica, shopping centers e aeroportos. A vantagem do quiosque, está em um investimento mais acessível em comparação à uma loja tradicional e possibilidade de mudança de local, caso o ponto escolhido não tenha o resultado desejado.

O empreendedor pode ainda optar por inova-se considerando a opção de Lojas em Containers. Esse tipo de loja, oferece menores custos, sendo possível até mudar a localidade da loja, de acordo com a clientela. Podemos citar como exemplo da joalheria We Are Arrow, localizada em Londres, onde todas as peças são feitas à mão em sua oficina dentro do próprio Contêiner.

Uma boa decoração favorece o produto e atrai o cliente, principalmente quando o assunto é moda. Revestimentos, pintura, móveis, e iluminação são componentes importantes para obter uma estética favorável. Além da estética e da decoração, o ambiente deve ser funcional, observando os espaços necessários para circulação dos clientes, prevendo inclusive adaptações necessárias para o acesso e atendimento de portadores de necessidades especiais.

Lembramos a importância de o empreendedor elaborar um Plano de Negócios, que leve em consideração as suas necessidades e possibilidades.

O empreendedor que está iniciando um negócio deve estar atento para não exceder nos custos, a folha de pagamento é uma das grandes responsáveis por elevar os custos das micro e pequenas empresas, então para amenizar os custos iniciais com folha de pagamento, convém optar pela contratação de uma equipe enxuta.

De acordo com empreendedores do ramo de Lojas de Bijuterias, para começar, considerando uma loja de 20m², bastam um funcionário (a depender do horário de funcionamento da Loja) com as funções de vendedora e um responsável pelo caixa e pela loja em geral, inclusive pode ser o próprio empreendedor.

As responsabilidades das pessoas que irão trabalhar na Loja Bijuterias podem ser divididas da seguinte forma:

Pessoa responsável pelo caixa e pela loja em geral

·        Caixa

·        Atendimento ao cliente

·        Compras

·        Gestão do negócio

Vendedor

·        Atendimento ao cliente

·        Reposição de mercadoria

·        Organização da loja

·        Manutenção da limpeza da loja

ATENÇÃO: É preciso ficar atento para a escolha do local, pois se a loja estiver dentro de um shopping é preciso prever mais um vendedor para atender nos dois turnos de funcionamento.

A seleção deve ser criteriosa para analisar se os futuros funcionários têm o conjunto de conhecimentos, habilidades e atitudes para executar suas funções. Além de demonstrarem capacidade para oferecer um excelente atendimento ao cliente, as competências gerais básicas necessárias aos profissionais são:

Responsável pelo caixa e pela loja em geral.

·        Boa capacidade administrativa para gerir o empreendimento;

·        Conhecimento técnico;

·        Boa capacidade para lidar com números e equipamentos relacionados ao pagamento;

·        Cortesia e educação para com clientes, fornecedores e funcionários;

·        Inteligência emocional para lidar com possíveis conflitos.

Vendedor(a)

·        Conhecimento do ramo;

·        Conhecimento técnico, pois além de atuar como vendedor ele é um consultor de modas;

·        Boa dicção;

·        Cortesia e educação para com os clientes e colegas;

·        Inteligência emocional para lidar com possíveis conflitos.

A capacitação de profissionais deste ramo de negócio, deve estar direcionada para o desenvolvimento das competências citadas acima.

O piso salarial dos empregados de uma Loja de Bijuterias, geralmente é regulado pelos Sindicatos dos Lojistas do Comércio ou Sindicato do Comércio Varejista. A partir do piso salarial estabelecido pelo sindicato, o empresário deverá manter políticas que remunerem adequadamente os empregados, considerando-se os níveis de competências pessoais.

Ao adotar uma política de retenção de pessoal, oferecendo incentivos e benefícios financeiros ou não, a empresa poderá diminuir os níveis de rotatividade e obter vantagens como a criação de vínculo entre funcionários e clientes e ainda a diminuição de custos com:

·        Recrutamento e seleção;

·        Treinamento de novos funcionários;

·        Custos com demissões.

É importante adotar uma política que valorize o aperfeiçoamento constante dos colaboradores e do próprio empreendedor, pois em praticamente todas as áreas surgem novidades a todo o momento. É fundamental estar atualizado para se alcançar melhores resultados da loja, seja por meio de capacitações, seja observando outros profissionais e melhorando a prática no dia-a-dia.

Negócios como Lojas de Bijuterias precisam oferecer produtos de qualidade e adequados às tendências, e também focar na busca de excelência no atendimento a clientes.

 

As necessidades de equipamentos de uma Loja de Bijuteria é proporcional ao modelo de negócio adotado e as dimensões e características do ponto em que a loja ira desempenhar suas atividades. Porem, sugerimos equipamentos, considerando esses o minimo necessários para o perfeito funcionamento da loja:

Para Exposição

·        Vitrine para exposição dos produtos;

·        Expositores;

·        Balcões;

·        Espaço para Estoque.

As peças para substituição podem ser guardadas num móvel com gavetas feito sob medida, localizado abaixo das araras. Esta opção otimiza o espaço e facilita a reposição.

Estrutura Administrativa e de Atendimento

·        Balcão projetado para organizar documentos administrativos e comportar equipamentos necessários ao caixa;

·        Armários para embalagens

·        Balcão ou armário para suporte

·        Impressora Fiscal

·        Tablet para pedidos

·        Espelhos

·        Computador

·        Telefone

·        Smartphone

·        Leitor de Código de Barras

·        Tecnologias de apoio.

 

A gestão de estoques no varejo é a procura do constante equilíbrio entre a oferta e a demanda. Este equilíbrio deve ser sistematicamente aferido por meio, dos seguintes indicadores de desempenho:

Giro dos estoques: o giro dos estoques é um indicador do número de vezes em que o capital investido em estoques é recuperado através das vendas. Usualmente é medido em base anual e tem a característica de representar o que aconteceu no passado. Obs.: Quanto maior for a frequência de entregas dos fornecedores, logicamente em menores lotes, maior será o índice de giro dos estoques, também chamado de índice de rotação de estoques.

Bijuterias

Cobertura dos estoques: o índice de cobertura dos estoques é a indicação do período de tempo que o estoque, em determinado momento, consegue cobrir as vendas futuras, sem que haja suprimento.

Nível de serviço ao cliente: o indicador de nível de serviço ao cliente para o ambiente do varejo de pronta entrega, isto é, aquele segmento de negócio em que o cliente quer receber a mercadoria, ou serviço, imediatamente após a escolha; demonstra o número de oportunidades de venda que podem ter sido perdidas, pelo fato de não existir a mercadoria em estoque ou não se poder executar o serviço com prontidão.

Portanto, o estoque dos produtos deve ser mínimo, visando gerar o menor impacto na alocação de capital de giro. O estoque mínimo deve ser calculado levando-se em conta o número de dias entre o pedido de compra e a entrega dos produtos na sede da empresa. A gestão do estoque pode ser feita com ajuda do software que permitirá identificar peças que precisam de reposição.

Como essa Ideia está relacionada à Loja de Bijuterias, não há a definição de matérias-primas para o negócio, uma vez que o foco é comprar para revender. Dentre a grande variedade de produtos existentes dentro desta categoria, podemos encontrar os seguintes itens: Acessórios de cabelos; Anéis; Brincos; Colares; Pulseiras; Tornozeleiras; Broches; Presilhas.

ATENÇÃO: O empreendedor que deseja investir neste mercado deve estar atento à qualidade das peças que compra. O ideal é que sejam peças de acordo com as tendências da moda e que sejam de qualidade.

A gestão do estoque pode ser feita com ajuda do software que permitirá identificar peças que precisam de reposição.

Dependendo da escolha do frete e do fornecedor, que poderão influenciar o prazo de entrega, geralmente, as mercadorias abaixo são entregues mais rapidamente: alianças; anéis; bolsas; braceletes; brincos; broches; cachecóis; cintos; colares; enfeites para cabelo; laços; piercing; pingentes; pulseiras; tornozeleiras.

 

Em uma Loja de Bijuterias podemos definir como o seu processo produtivo as atividades que iniciam na Identificação de Necessidade ate o Pós Venda.

A seguir poderemos observar em detalhes as etapas que compõe esse fluxo de processos.

1.    Identificação de Necessidade : Esta etapa é iniciada quando é verificado os itens que constam em estoque e posteriormente avalia-se a demanda de acordo com as tendencias de mercado e solicitações de clientes

2.    Compra do Produto: Esta etapa do processo produtivo consiste no contato que o proprietário ou pessoa responsável por compras faz com o fornecedor para realizar pedido de mercadorias. ( Importante estar atento as praticas de negociação)

3.    Venda do Produto: A etapa de venda do produto se inicia no momento em que o cliente entra na loja. O(a) vendedor(a) faz a abordagem do cliente e demonstra os produtos. Esta etapa é concluída no momento em que o cliente faz o pagamento no caixa.

4.    Baixa do Produto no Estoque: Para que o empresário tenha controle das vendas é fundamental que todos os produtos existentes na loja estejam cadastrados, e que todo produto vendido seja lançado em algum sistema ou documento que permita este controle.

5.    Entrega do Produto ao Cliente: A entrega do produto devidamente embalado, é feita no balcão ao cliente, no caso de se tratar de uma venda em uma loja física, pois, dependendo do caso, a entrega poderá ocorrer a partir do combinado para este tipo de serviço.

6.    Reposição do Produto no Estoque: Empreendedores do ramo sugerem um estoque mínimo de 5.000 peças.  À medida que são vendidas as peças, a pessoa responsável faz a solicitação de novas peças para reposição. Todos os produtos que chegam à loja devem ser cadastrados, precificados e etiquetados antes de serem disponibilizados para venda.

7.    Pós Venda: Esta atividade consiste em realizar pesquisas de satisfação, acompanhar trocas e garantias de produtos.

O prazo de entrega poderá variar conforme região e modalidade de frete. Os prazos de pagamento podem ser negociados com o fornecedor. Existem os que vendem a prazo e a vista.

Portanto, a dica é sempre atento às tendências da moda. Os clientes gostam de novidades e é nisso que você deve apostar também. 

 

No varejo, devemos garantir um fluxo eficiente e eficaz, que se inicia no processo de compras e finaliza com as baixas de recebimentos e pagamentos. Dessa forma podemos fazer uso de ERP (Enterprise Resourse Planing) que são sistemas que garantem toda a integração e controle da operação. Para falar de automação, precisamos compreender que a automação do varejo envolve a aplicação de tecnologias, métodos e ferramentas. A grande proposição da automação no varejo, é reduz a interferência humana durante as atividades, diminuindo falhas humanas e erros na tomada de decisões.

Através de um ERP, podemos automatizar vários processos alguns dos principais poderão ser identificados a seguir:

·        Automatização do gerenciamento de compras e contas a pagar: O processo de compras envolve os pedisos feitos aos forbecedores, entrada de mercadoria através do faturamento e gerando as contas a pagar sendo gerado de forma automática o lançamento para porterior conciliação a partir da NF.

·       Controle financeiro: O sistema ERP controla, simultaneamente, todas as entradas e saídas financeiras do negócio, agilizando a rotina do empresário, que quer tudo em ordem e em dia, sem dor de cabeça para isso.

·        Controle de estoque: Manter um estoque organizado, com valor atualizado e sem brecha para prejuízos é um dos grandes desafios de um bom administrador. Porém, gerir este setor pode ser uma tarefa extremamente complicada sem o auxílio de um bom software, de fácil interpretação e completo.

·       Controle de orçamentos e vendas: O ERP, um conjunto de recursos que dinamizam a leitura e o entendimento do setor desde orçamentos, vendas, nota fiscal eletrônica, lançamento e gerenciamento de comissões e impressão de cupom fiscal de balcão até as vendas, feitas no dia a dia comercial.

·       Controle de cotações e compras: O sistema ERP é um recurso de controle de cotações e compras contribuindo para um melhor controle de estoque, controle financeiro e organização das notas fiscais de entrada, que acompanham as mercadorias que chegam à empresa.

Existem inúmeros benefícios ao controlar seu negócio através de um sistema ERP e alguns dos ofertados no mercados, são disponibilizados em nuvem, o que gera facilidade de acesso e baixo custo de infra estrutura. Basta ter uma boa internet e um computador, tablete ou Smartphone para acessar.

Atualmente, existem diversos sistemas informatizados (softwares) que podem auxiliar o empreendedor na gestão de uma loja de calçados (vide http://www.baixaki.com.br ou http://www.superdownloads.com.br) alguns sistemas inclusive são gratuitos livre de assinatura mensal como por exemplo o MARKETUP.

Seguem algumas opções:

Atrex  http://www.baixaki.com.br/download/atrex.htm;

BitLoja Plus – http://www.superdownloads.com.br/download/56/bitloja-plus-bitplus

Dataprol Sistema Comercial Integrado – http://www.baixaki.com.br/download/dataprol-sistema-comercial-integrado.htm

Loja Fácil – Easystore – http://www.baixaki.com.br/download/easystore-4-0-controle-de-loja.htm

Myloja One – http://www.superdownloads.com.br/busca?q=myloja-one

Posh Shop – http://www.baixaki.com.br/download/posh-shop.htm

SGI-Plus – http://www.baixaki.com.br/download/sgi-plus-programa-automacao-comercial-completo-integracao-com-balanca.htm

SisGEF – Loja Comercial – http://www.baixaki.com.br/download/sisgef-loja-comercial.htm

MarketUP – http://www.marketup.com

Antes de se decidir pelo sistema a ser utilizado, o empreendedor deve avaliar o preço cobrado, o serviço de manutenção, a conformidade em relação à legislação fiscal municipal e estadual, a facilidade de suporte e as atualizações oferecidas pelo fornecedor, verificando ainda se o aplicativo possui funcionalidades, tais como: controle de mercadorias; controle de taxa de serviço; controle dos dados sobre faturamento/vendas, gestão de caixa e bancos (conta corrente); emissão de pedidos; lista de espera; organização de compras e contas a pagar; relatórios e gráficos gerenciais para análise real do faturamento da loja.

 

termo canal de distribuição ou marketing foi durante muito tempo considerado apenas mais um dos componentes do composto mercadológico, juntamente com produto, preço e promoção. Com as mudanças ocorridas nos últimos anos em termos de crescimento do poder dos distribuidores, avanços tecnológicos, necessidade de sustentação de uma vantagem competitiva, entre outros fatores, a distribuição passou a ser vista como o maior meio de se conseguir um avanço e crescimento no mercado.

Esse processo é mais desafiador do que parece, e faz com que vendedores, todos os dias, tenham que competir com outras empresas pela aquisição de novos clientes. Hoje, mais que nunca, tais clientes estão também no ambiente virtual, o que faz com que as empresas precisem investir em várias formas de prospecting.

Para as lojas virtuais:

·        Plataforma online: caso opte por um ambiente virtual pago ou gratuito, Contratará algum programador? Algum Designer? Pagará por hospedagem do site?

·      Marketing: Trabalhará com anúncios? Usará ferramentas de pagas marketing digital? Usará sorteios e promoções via Instagram e/ou Facebook? Patrocinará alguma Digital Influencer?

Está disponível também, um passo-a-passo rico em informações sobre o e-commerce de bijuterias através do site Escola do E-commerce. https://www.escoladeecommerce.com/artigos/guia-completo-montar-loja-virtual-de-bijuterias/

Já ouviu falar de Marketplace? Caso não tenha ouvido, provavelmente já comprou de um Marketplace. Marketplace é uma modalidade de e-commerce onde uma marca consolidada intermedia a venda entre um vendedor e o consumidor final. Alguns exemplos de Marketplace no Brasil são Mercado Livre, Submarino e Americanas. Fora do Brasil, Amazon e AliExpress são os grandes exemplos. Na prática, o que ocorre é que o consumidor compra o produto no site da Amazon ou da Americanas, mas esse produto está sendo vendido efetivamente por um terceiro.Quando a venda é feita por um terceiro, geralmente há o aviso “Vendido e Entregue Por [Nome da Empresa]”.

O Marketplace é uma excelente forma de vender sem precisar gerar tráfego (gerando lucros e fluxo de caixa), porém todo o mérito da venda vai para o proprietário do site.

Alem desse meio para chegar até o consumidor final, devemos estabelecer estratégias para atrair os clientes até a empresa, uma vez que o ponto físico é um outro canal de distribuição que deve ser considerado.

É aconselhável que os empresários adaptem seus sites e lojas virtuais para que abranja maior número de usuários. Facilitar mais o acesso e visualização dos sites das empresas tem sido a tônica de sites responsivos.

 

O tipo de loja irá impactar nos investimentos, caso ela seja física ou virtual. Entre os investimentos que estarão em uma loja física são:

·        A localização: valores como aluguel, manutenção predial, entre outros;

·        O tipo e qualidade de imóvel: Se for alugado, financiado, próprio, comprado. se está em boas condições, ou se necessitará reforma;

·        Equipamentos: caso opte por equipamentos novos ou usados? simples ou sofisticados?

·        Qualidade das peças: caso opte por peças de alta qualidade ou mais acessíveis?

INVESTIMENTOS FIXOS

1. Máquinas e equipamentos

ItemQuantidadeValor unitário
Ar condicionado1R$ 1.400,00
Câmeras de Vigilância1R$ 1.200,00

2. Equipamentos de informática

ItemQuantidadeValor unitário
Impressora Fiscal1R$1.800,00
Smartphone2R$   600,00
Computador1R$1.300,00

3. Móveis e utensílios

ItemQuantidadeValor unitário
Cadeiras4R$ 250,00
Prateleiras6R$ 200,00
Balcão1R$ 250,00

4. Veículos

Não é necessário

INVESTIMENTOS FINANCEIROS

ItemQuantidadeValor unitário
Estoque inicial1R$ 3.400,00
   

INVESTIMENTOS PRÉ-OPERACIONAIS

ItemQuantidadeValor unitário
Legalização1R$1.800,00
Reformas1R$3.000,00
Divulgação1R$1.000,00
Aluguel R$  800,00
Etc.  

O investimento na loja física (reforma, móveis, vitrines, balcões e decoração), bem como para capital de giro (estoque inicial, custos fixos e mão-de-obra) girarão em torno de 20 mil.

 

Capital de giro é o montante de recursos financeiros que a empresa precisa manter para garantir fluidez dos ciclos de caixa. O capital de giro funciona com uma quantia imobilizada no caixa (inclusive banco) da empresa para suportar as oscilações de caixa.

O capital de giro é regulado pelos prazos praticados pela empresa, são eles: prazos médios recebidos de fornecedores (PMF); prazos médios de estocagem (PME) e prazos médios concedidos a clientes (PMCC).

Quanto maior o prazo concedido aos clientes e quanto maior o prazo de estocagem, maior será sua necessidade de capital de giro. Portanto, manter estoques mínimos regulados e saber o limite de prazo a conceder ao cliente pode melhorar muito a necessidade de imobilização de dinheiro em caixa.

Se o prazo médio recebido dos fornecedores de matéria-prima, mão de obra, aluguel, impostos e outros forem maiores que os prazos médios de estocagem somada ao prazo médio concedido ao cliente para pagamento dos produtos, a necessidade de capital de giro será positiva, ou seja, é necessária a manutenção de dinheiro disponível para suportar as oscilações de caixa. Neste caso um aumento de vendas implica também em um aumento de encaixe em capital de giro. Para tanto, o lucro apurado da empresa deve ser ao menos parcialmente reservado para complementar esta necessidade do caixa.

Se ocorrer o contrário, ou seja, os prazos recebidos dos fornecedores forem maiores que os prazos médios de estocagem e os prazos concedidos aos clientes para pagamento, a necessidade de capital de giro é negativa. Neste caso, deve-se atentar para quanto do dinheiro disponível em caixa é necessário para honrar compromissos de pagamentos futuros (fornecedores, impostos).

Portanto, retiradas e imobilizações excessivas poderão fazer com que a empresa venha a ter problemas com seus pagamentos futuros.

Um fluxo de caixa, com previsão de saldos futuros de caixa deve ser implantado na empresa para a gestão competente da necessidade de capital de giro. Só assim as variações nas vendas e nos prazos praticados no mercado poderão ser geridas com precisão.

capital de giro precisa de controle permanente, pois tem a função de minimizar o impacto das mudanças no ambiente de negócios onde a empresa atua.

O desafio da gestão do capital de giro deve-se, principalmente, à ocorrência dos fatores a seguir:

·        Baixo volume de vendas;

·        Aumento dos índices de inadimplência, se o empreendedor optar por trabalhar com cheque.

É importante que o novo empresário reserve entre 20% e 30% do investimento inicial para capital de giro, pois se isso não ocorrer, a empresa poderá muito cedo adquirir dívidas e dificuldades financeira.

 

Os custos dentro de um negócio são empregados tanto na elaboração dos serviços ou produtos, quanto na manutenção do pleno funcionamento da empresa. Entre essas despesas, estão o que chamamos de custos fixos e custos variáveis.

Custos variáveis

São aqueles que variam diretamente com a quantidade produzida ou vendida, na mesma proporção.

Custos dos materiais

ItemQuantidadeValor unitário
Número de Item1000R$ 25,00
etc  

Custos de Impostos

Item%Valor unitário
Simples9% do FaturamentoR$11.500,00

Custos com vendas

Item%Valor unitário
Propaganda1.5R$1.800,00
Comissão de vendas0 
etc  

Custos fixos

São os gastos que permanecem constantes, independente de aumentos ou diminuições na quantidade produzida e vendida. Os custos fixos fazem parte da estrutura do negócio.

Os gastos realizados para operar o negócio devem ser estimados considerando os itens abaixo:

Salários e encargos:

FunçãoQuantidadeSalário unitário
Gerente1R$1.800,00
vendedor3R$1.000,00
etc  

Depreciação:

Ativos fixosValor totalVida útilDepreciação mensal
Expositores e moveisR$10.000,0010R$  100,00
Equipamentos de informáticaR$ 5.000,005R$ 50,00
etc   

Demais custos fixos:

ItemValor unitário
ContadorR$1.000,00
EnergiaR$1.350,00
etc 

Obs.: os valores aqui apresentados foram previstos considerando a estrutura, pessoal e equipamentos descritos nos tópicos 5, 6 e 7 respectivamente deste trabalho.

Nos gastos mensais com mão de obra, foram considerados salários de quatro colaboradores (estoquista, caixa e dois vendedores) com jornada de trabalho de 44 horas semanais, mais benefícios provenientes de acordos coletivos da categoria e encargos trabalhistas. A função de caixa pode ser desempenhada inicialmente de empreendedor que acumulará as atividades administrativas e estratégicas.

Os custos de aquisição de mercadoria estão integrados nos custos variáveis que abrangem também: impostos, comissões, mão de obra operacional, despesas com cartões de crédito e de débito, etc.

Nos custos fixos foram considerados gastos com aluguel, honorários contábeis, pró-labore, energia, água, combustível, seguro, IPTU, ações de marketing, etc.

Um dos fatores fundamentais para o sucesso do empreendimento, é a forma como serão gerenciados os custos diretos e indiretos, por isso, na tarefa de controlar custos o administrador deve procurar preços menores na hora de comprar, negociar prazos mais extensos para pagamento de fornecedores, evitar gastos e despesas desnecessárias, manter equipe de pessoal enxuta, cercar-se de medidas que reduzam a inadimplência dando preferência por cartões de crédito e débito como forma de recebimento das vendas, etc.

Para provisionar os custos de uma loja de bijus, podemos estimar percentuais por centro de custo e relacionar a provisão de um faturamento. Os custos variam de acordo com a estrutura e estratégia do negócio.

·        Salários, comissões e encargos: Representam entre 10% e 15% do faturamento.

·        Tributos, impostos, contribuições e taxas: O percentual é aplicado de acordo com o regime tributário optado pela empresa podendo variar de 4% a 19%

·        Despesas administrativas como aluguel, taxa de condomínio, segurança, Água, luz, telefone e acesso a internet: Representam entre 5% e 15% do faturamento

·        Assessoria contábil: Um salário

·        Propaganda e publicidade da empresa: Representam entre 1,5% e 5% do faturamento.

·        Aquisição de matéria-prima e insumos: Representam entre 20% a 35% do faturamento                                              

·        Despesas com vendas (taxas cartão): Representam entre 1 % e 5% do faturamento.

·        Despesas com armazenamento e transporte: Representam entre 1% e 3% do faturamento.

Seguem algumas dicas para manter os custos controlados:

·        Comprar pelo menor preço;

·        Negociar prazos mais extensos para pagamento de fornecedores;

·        Evitar gastos e despesas desnecessárias;

·        Manter equipe de pessoal enxuta;

·        Reduzir a inadimplência, por meio da utilização de cartões de crédito e débito.

 

Para manter-se competitiva, uma Loja de Bijuterias precisa buscar alternativas que a diferencie dos concorrentes. Portanto, para inovar e agregar valor, cita-se as estratégias a seguir:

·        Oferecer ao cliente comodidade e beleza proporcionando prazer de frequentar a loja;

·        Oferecer ao cliente um excelente atendimento deixando-o satisfeito independentemente de possuir o que ele precisa;

·        Ter funcionários que estejam sempre dispostos a ouvir e considerar as opiniões dos clientes;

·        Personalizar o atendimento, oferecendo um atendimento diferenciado a cada um dos clientes.

·        Oferecer serviços de pós-venda;

·        Ter produtos diferenciados e de qualidade;

·        Ofertar serviços de entregas;

·        Fazer uso do Marketing de Relacionamento.

Agregar valor possui diversas definições, tais como: oferecer o inesperado ao cliente; oferecer mais e melhor e o que ninguém ainda oferece; Acrescentar inovações. Em suma, é tornar e manter o seu negócio sempre atraente ao longo do tempo.

O empreendedor deve ter em mente que agregar valor significa ampliar a satisfação do cliente, seja por serviços auxiliares que facilitam a vida das pessoas, ou pela qualidade do atendimento, demonstrando valorização a cada indivíduo, pelo respeito, atenção, interesse, compromisso e responsabilidade que cada profissional dispensa no desempenho das suas atividades.

Agregar valor também significa oferecer produtos e serviços complementares ao produto principal, diferenciando-se da concorrência e atraindo o público-alvo. Não basta possuir algo que os produtos concorrentes não oferecem. É necessário que esse algo a mais seja reconhecido pelo cliente como uma vantagem competitiva e aumente o seu nível de satisfação com o produto ou serviço prestado.

Por isso, é muito importante realizar pesquisas (quantitativas e/ou qualitativas) junto aos concorrentes para conhecer os serviços e benefícios que estão sendo adicionados e desenvolver opções específicas com o objetivo de proporcionar ao cliente um produto diferenciado e de valor agregado.

Além disso, conversar com os clientes atuais para identificar suas expectativas é muito importante para o desenvolvimento de novos serviços ou produtos personalizados, o que amplia as possibilidades de fidelizar os atuais clientes, além de cativar novos. Ouvir os clientes e detectar suas aspirações e expectativas pode significar um grande ganho no valor agregado dos seus produtos.

Para manter-se competitiva no mercado, uma Loja de Bijuterias precisa buscar alternativas que a diferencie dos demais concorrentes. Para agregar valor a este tipo de loja, existem diversas opções, das mais simples às mais sofisticadas, dentre elas pode-se citar:

·        Oferecer ao cliente um excelente atendimento deixando-o satisfeito independentemente de possuir o que ele precisa;

·        Ter funcionários que estejam sempre dispostos a ouvir e considerar as opiniões dos clientes;

·        Buscar parcerias com designers locais;

·        Oferecer embalagens diferenciadas.

Uma das grandes tendências que existe hoje nesse segmento de mercado, é a possibilidade da loja ir até o cliente; um negócio que leva as bijuterias a diversos locais, por meio de um caminhão ou Kombi ou as chamadas lojas moveis.

Outra tendência que tem estado presente no ramo das bijuterias, é o seu tamanho maxi. Bijuterias como colar, brinco, anel e gargantilha viram bem extravagantes e em tamanho maxi. Essa tendência é aplicável nos modelos de argola brincos de tassel, que fazem sucesso no verão e continuam presentes nas temporadas frias

Agregar valor é oferecer o inesperado ao cliente; oferecer mais e melhor e o que ninguém ainda oferece. Embora muitos itens acima estejam relacionados ao atendimento e sejam obrigação de qualquer comércio, este ainda é um problema em muitas lojas em diversos ramos no Brasil e ainda é considerado diferencial.

Além de tudo isso, é importante o empreendedor manter-se sempre atualizado com as novas tendências, novas técnicas e novos produtos, através da leitura de colunas de jornais e revistas especializados, programas de televisão, Internet e suas redes sociais ou mesmo na participação em feiras e grandes eventos de moda.

 

propaganda entra como um importante instrumento para tornar a Loja e seus produtos conhecidos pelos clientes potenciais.

O objetivo da propaganda é construir uma imagem positiva frente aos clientes e tornar conhecidas suas promoções. Esta pode ser feita utilizando os mais variados meios de comunicação como:

·        Estratégia de e-mail marketing para informar sobre promoções e lançamentos além de envio de dicas e matérias ricos de interesse do cliente.

·        Participação em feiras e eventos de moda.

·        Utilização das redes sociais para maior interação com clientes. (Instagram, Facebook, Twitter e etc…)

·        Investir em campanhas patrocinadas  nas redes sociais como Facebook Ads e instagram Ads.

·        Investir em Campanhas no Google, Google Ads.

·        Investir em um site para ter uma rede social sua, com uma audiência sua, onde poderá postar materiais ricos e de interesse de seu cliente, tirando dúvidas, expondo informações importantes.

·        Disponibilizar peças no site, vendas por meio do E-commerce.

mídia mais adequada é aquela que tem linguagem adequada ao público-alvo, enquadra-se no orçamento do empresário e tem maior penetração e credibilidade junto ao cliente. Podemos optar por:

·        TV, Radio, Outdoor.

Além de propaganda, existem outras formas de divulgação dos produtos de uma Loja de Bijuterias, dentre elas pode-se citar:

·        Sacolas e embalagens com a logomarca do produto, informando contato e endereço da loja.

·        Lojas adequadas ao perfil joalherias

·        Confeccionar Folders e Flyers para divulgação com parceiros (lojas de roupas)

·        Adotar Política de fidelização de clientes

·        Vitrines bem estruturadas e atraentes;

·        Site com apresentação atraente, com alguns produtos e curiosidades sobre a loja e seu funcionamento, pode atrair clientes que estejam procurando novidades na rede mundial de computadores.

·        Fazer promoções;

·        Liquidação de peças da estação anterior;

·        Estabelecer um espaço com produtos a preço único.

·        Parceria com outros empresários com lojas próximas para diminuir custos de divulgação, por meio de folhetos com divulgação de diferentes estabelecimentos;

·        Perfis da loja em redes sociais com fotos dos produtos e pessoas usando-os.

·        Utilizar Influencer Digital (pessoas formadoras de opiniões nas redes sociais)

Todas as formas de divulgação apresentadas são importantes para divulgação da Loja de Bijuterias, e terão o resultado potencializado se o empresário investir no bom atendimento e na qualidade dos produtos. A atenção dispensada ao consumidor, um produto de qualidade aliados a um preço justo, são a garantia do retorno do cliente.

ATENÇÃO: A propaganda boca a boca, feita pelo cliente encantado, é a promoção mais sincera e eficaz.

A atenção dispensada ao consumidor, um produto de qualidade aliados a um preço justo, são a garantia do retorno do cliente.

E lembre-se!!! A propaganda boca a boca, feita pelo cliente encantado, é a promoção mais sincera e eficaz.

 

Nesse regime, o empreendedor de ME e EPP poderá recolher os seguintes tributos e contribuições, por meio de apenas um documento fiscal – o DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional), que é gerado no Portal do SIMPLES Nacional

• IRPJ (Imposto de Renda da Pessoa Jurídica);

• CSLL (Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido);

• PIS (Programa de Integração Social);

• COFINS (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social);

• CPP (Contribuição Previdenciária Patronal);

• ISSQN (Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza): para empresas que empresas que prestam serviços;

Conforme a Lei Complementar nº 123/2006, as alíquotas do Simples Nacional variam de acordo com as tabelas I a VI, dependendo das atividades exercidas e da receita bruta auferida pelo negócio. No caso de início de atividade no próprio ano-calendário da opção pelo Simples Nacional, para efeito de determinação da alíquota no primeiro mês de atividade, os valores de receita bruta acumulada devem ser proporcionais ao número de meses de atividade no período. Esta atividade se enquadra no Anexo II da Lei Complementar nº 123/2006, cujas alíquotas aplicáveis variam de 4% a 19%, dependendo da faixa de receita bruta anual auferida.

Se o Estado em que o empreendedor estiver exercendo a atividade conceder benefícios tributários para o ICMS (desde que a atividade seja tributada por esse imposto), a alíquota poderá ser reduzida conforme o caso. Na esfera Federal poderá ocorrer redução quando se tratar de PIS e/ou COFINS.

Se a receita bruta anual não ultrapassar R$ 81 mil, o empreendedor poderá optar pelo registro como Microempreendedor Individual (MEI), desde que ele não seja dono ou sócio de outra empresa e tenha até um funcionário. Para se enquadrar no MEI, sua atividade deve constar na tabela da Resolução CGSN nº 94/2011 – Alterada pela Resolução CGSN Nº 135, DE 22 de agosto de 2017.

Neste caso, os recolhimentos dos tributos e contribuições serão efetuados em valores fixos mensais conforme abaixo:

I) Sem empregado

• 5% do salário mínimo vigente – a título de contribuição previdenciária

• R$ 1 de ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias (para empresas de comércio e indústria)

• R$ 5 de ISS – Imposto sobre Serviços (para empresas de prestadoras de serviços)

II) Com um empregado (o MEI poderá ter um empregado, desde que ele receba o salário mínimo ou piso da categoria), o empreendedor recolherá mensalmente, além dos valores acima, os seguintes percentuais:

• 8% de INSS sobre a remuneração – retido do empregado;

• 3% de INSS (contribuição do empregador) sobre a remuneração do empregado.

Ao ultrapassar o limite de faturamento, o MEI migrará para microempresa, tendo duas situações:

1º) Se o faturamento for maior que R$ 81 mil no ano (ou proporcional no primeiro ano considerando R$6.750,00/mês de funcionamento), deve solicitar o desenquadramento e passar a recolher o imposto Simples Nacional como microempresa, com percentuais de acordo com a atividade exercida.

2ª) MEI passa à condição de microempresa (faturamento até R$ 900 mil) ou de empresa de pequeno porte (faturamento R$ 4,8 milhões), retroativo ao mês janeiro ou ao mês da inscrição (formalização), caso o excesso da receita bruta tenha ocorrido durante o próprio ano-calendário da formalização. Passa, então, a recolher os tributos devidos na forma do Simples Nacional, com percentuais de acordo com a atividade exercida.

Nas duas situações acima, o MEI deverá solicitar obrigatoriamente o desenquadramento como MEI no portal do Simples Nacional: http://www8.receita.fazenda.gov.br/SimplesNacional/

Fundamentos Legais: Leis Complementares nº 123/2006 (com as alterações das Leis Complementares nºs 127/2007, 128/2008 e 139/2011), Lei Complementar nº 147/2014, Lei Complementar 155/2016 e Resolução CGSN – Comitê Gestor do Simples Nacional nº 94/2011 e Resolução CGSN Nº 135, DE 22 de agosto de 2017.

Para mais informações sobre essa modalidade consulte o site do portal do empreendedor: http://www.portaldoempreendedor.gov.br/.

Outros regimes de tributação

Para os empreendedores que preferem não optar pelo Simples Nacional, há os regimes de tributação abaixo:

Lucro Presumido: é o lucro que se presume através da receita bruta de vendas de mercadorias e/ou prestação de serviços. Trata-se de uma forma de tributação simplificada utilizada para determinar a base de cálculo dos tributos das pessoas jurídicas que não estiverem obrigadas à apuração pelo Lucro Real. Nesse regime, a apuração dos impostos é feita trimestralmente.

A base de cálculo para determinação do valor presumido varia de acordo com a atividade da empresa. Sobre o resultado da equação: Receita Bruta x % (percentual da atividade), aplica-se as alíquotas de:

IRPJ – 15%. Poderá haver um adicional de 10% para a parcela do lucro que exceder o valor de R$ 20 mil, no mês, ou R$ 60 mil, no trimestre, uma vez que o imposto é apurado trimestralmente;

CSLL – 9%. Não há adicional de imposto.

PIS – 1,65% – sobre a receita bruta total, compensável;

COFINS – 7,65% – sobre a receita bruta total, compensável.

Incidem também sobre a receita bruta os impostos estaduais e municipais:

ICMS – em regra geral, as alíquotas variam conforme o estado, entre 17 e 19%. Alguns produtos ou serviços possuem alíquotas reduzidas ou diferenciadas.

ISS – calculado sobre a receita de prestação de serviços, varia conforme o município onde a empresa estiver sediada, entre 2 e 5%.

Além dos impostos citados acima, sobre a folha de pagamento incidem as contribuições previdenciárias e encargos sociais (tanto para o lucro real quanto para o lucro presumido):

INSS – valor devido pela Empresa – 20% sobre a folha de pagamento de salários, pró-labore e autônomos;

INSS – autônomos – A empresa deverá descontar na fonte e recolher entre 11% da remuneração paga ou creditada a qualquer título no decorrer do mês a autônomos, observado o limite máximo do salário de contribuição (o recolhimento do INSS será feito através da Guia de Previdência Social – GPS).

FGTS – Fundo de Garantia por tempo de serviço, incide sobre o valor da folha de salários a alíquota de 8%.

Lucro Real: é o lucro líquido do período de apuração ajustado pelas adições, exclusões ou compensações estabelecidas em nossa legislação tributária. Este sistema é o mais complexo, que deverá ser bem avaliado por um contador. As alíquotas para este tipo de tributação são:

IRPJ – 15% sobre a base de cálculo (lucro líquido). Haverá um adicional de 10% para a parcela do lucro que exceder o valor de R$ 20 mil, multiplicado pelo número de meses do período. O imposto poderá ser determinado trimestralmente ou anualmente;

CSLL – 9% – determinada nas mesmas condições do IRPJ;

PIS – 1,65% – sobre a receita bruta total, compensável;

COFINS – 7,65% – sobre a receita bruta total, compensável.

Incidem também sobre a receita bruta os impostos estaduais e municipais:

ICMS – Em regra geral, as alíquotas variam conforme o estado, entre 17 e 19%. Alguns produtos ou serviços possuem alíquotas reduzidas ou diferenciadas.

ISS – Calculado sobre a receita de prestação de serviços, varia conforme o município onda a empresa estiver sediada, entre 2 e 5%.

Além dos impostos citados acima, sobre a folha de pagamento incidem as contribuições previdenciárias e encargos sociais (tanto para o lucro real quanto para o lucro presumido):

INSS – Valor devido pela Empresa – 20% sobre a folha de pagamento de salários, pró-labore e autônomos;

INSS – Autônomos – A empresa deverá descontar na fonte e recolher entre 11% da remuneração paga ou creditada a qualquer título no decorrer do mês a autônomos, observado o limite máximo do salário de contribuição (o recolhimento do INSS será feito através da Guia de Previdência Social – GPS).

FGTS – Fundo de Garantia por tempo de serviço, incide sobre o valor da folha de salários a alíquota de 8%.

Recomendamos que o empreendedor consulte sempre um contador, para que ele o oriente sobre o enquadramento jurídico e o regime de tributação mais adequado ao seu caso.

Empresas que não podem optar pelo Simples

De acordo com o Comitê Gestor do Simples Nacional – Resolução CGSN nº 119, de 19 de dezembro de 2014 – estas atividades não podem ser optantes pelo Simples: http://www.receita.fazenda.gov.br/publico/Legislacao/Resolucao/2011/ResolucaoCGSN/Anexo_VI_Resolucao_CGSN_94.doc

O segmento de LOJA DE BIJUTERIAS, assim entendido pela CNAE/IBGE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) 4744-0/99, como comércio varejista de artigos de suvenires, bijuterias e artesanatos, poderá optar pelo SIMPLES Nacional – Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte – Instituído pela Lei Complementar nº 123/2006, e alterada pela Lei Complementar 155, de 2016. Iniciando a vigência a partir de janeiro de 2018 – desde que a receita bruta anual de sua atividade não ultrapasse a R$ 900.000,00 (novecentos mil reais) para microempresa e R$ 4.800.000,00 (quatro milhões e oitocentos mil reais) para empresa de pequeno porte e respeitando os demais requisitos previstos na Lei.

Nesse regime, o empreendedor poderá recolher os seguintes tributos e contribuições, por meio de apenas um documento fiscal – o DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional), que é gerado no Portal do SIMPLES Nacional (http://www8.receita.fazenda.gov.br/SimplesNacional/):

IRPJ (imposto de renda da pessoa jurídica);

CSLL (contribuição social sobre o lucro);

PIS (programa de integração social);

COFINS (contribuição para o financiamento da seguridade social);

ICMS (imposto sobre circulação de mercadorias e serviços);

INSS (contribuição para a Seguridade Social).

Conforme a Lei Complementar nº 123/2006, alterada pela LC 155, de 2016, as alíquotas do SIMPLES Nacional, para esse ramo de atividade, variam de 4% a 11,61%, dependendo da receita bruta auferida pelo negócio. No caso de início de atividade no próprio ano-calendário da opção pelo SIMPLES Nacional, para efeito de determinação da alíquota no primeiro mês de atividade, os valores de receita bruta acumulada devem ser proporcionais ao número de meses de atividade no período.

Se o Estado em que o empreendedor estiver exercendo a atividade conceder benefícios tributários para o ICMS (desde que a atividade seja tributada por esse imposto), a alíquota poderá ser reduzida conforme o caso. Na esfera Federal poderá ocorrer redução quando se tratar de PIS e/ou COFINS.

Se a receita bruta anual não ultrapassar a R$ 81.000,00 (oitenta e um mil reais), o empreendedor, desde que não possua e não seja sócio de outra empresa, poderá optar pelo regime denominado de MEI – Microempreendedor Individual. Para se enquadrar no MEI, o CNAE de sua atividade deve constar e ser tributado conforme a tabela da Resolução CGSN nº 94/2011 – Alterada pela Resolução CGSN Nº 135, DE 22 de agosto de 2017. Para mais informações sobre essa modalidade consulte o site do portal do empreendedor (http://www.portaldoempreendedor.gov.br).

Importante consultar a Resolução CGSN nº 133/2017 (publicada no Diário Oficial da União (DOU) de 16/06/2017), alterando e revogando diversos dispositivos da Resolução CGSN nº 94/2011, que dispõe sobre o Simples Nacional.

Neste caso, os recolhimentos dos tributos e contribuições serão efetuados em valores fixos mensais conforme abaixo:

Sem empregado

·        5% do salário mínimo vigente – a título de contribuição previdenciária do empreendedor;

·        R$ 1,00 mensais de ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias;

Com um empregado (o MEI poderá ter um empregado, desde que o salário seja de um salário mínimo ou piso da categoria)

O empreendedor recolherá mensalmente, além dos valores acima, os seguintes percentuais:

·        Retém do empregado 8% de INSS sobre a remuneração;

·        Desembolsa 3% de INSS patronal sobre a remuneração do empregado.

Para este segmento, tanto ME, EPP ou MEI, a opção pelo SIMPLES Nacional sempre será muito vantajosa sob o aspecto tributário, bem como nas facilidades de abertura do estabelecimento e para cumprimento das obrigações acessórias.

Recomendamos que o empreendedor consulte sempre um contador, para que ele o oriente sobre o enquadramento jurídico e o regime de tributação mais adequado ao seu caso. 

 

O empreendedor deve estar sempre em contato com as entidades e associações do segmento para obter informações sobre os eventos que irão ocorrer.

Eventos como feiras, rodada de negócios, congressos, etc, são muito importantes para o empresário ficar por dentro das tendências de mercado, conhecer novos produtos e tecnologias, realizar parcerias e fazer bons negócios. Além disso, nunca deixe de se capacitar em cursos que tratam sobre aspectos da gestão empresarial (planejamento, gestão financeira, marketing, liderança, etc). Afinal de contas, um empresário precisa sempre buscar se aperfeiçoar em sua formação empreendedora. A capacitação de um gestor está intimamente ligada ao sucesso da sua empresa, pois é ele quem toma as decisões.

CAPITAL FASHION WEEK

Evento de moda do Brasil que ocorre anualmente em Brasília.

FEIRA INTERNACIONAL DA MODA EM CALÇADOS E ACESSÓRIOS – (FRANCAL)

Linhas de produtos e/ou serviços: calçados femininos, masculinos, infantis e esportivos, acessórios em couro, bolsas, carteiras e cintos, artigos esportivos e de viagem, bijuterias e acessórios de moda e equipamentos para lojas. Abrangência: Internacional Frequência: Anual 

Local: Expo Center Norte 

Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme Cidade: São Paulo – SP 

FEIRA INTERNACIONAL DE BIJUTERIAS, ACESSÓRIOS, JOIAS DE PRATA E SEMIJOIAS – (BIJOIAS)

Linhas de produtos e/ou serviços: bijuterias, acessórios, joias de prata, joias folheadas e semijoias. Abrangência: Internacional Frequência: Trimestral 

Local: Centro de Convenções Frei Caneca 

Endereço: Rua Frei Caneca, 569 – Consolação Cidade: São Paulo – SP 

FEIRA INTERNACIONAL DE CALÇADOS, ARTEFATOS DE COURO E ACESSÓRIOS DE MODA – (COUROMODA)’ 

Acesso ao evento: Somente empresários

Horário Padrão: 10:00 às 20:00

Linhas de produtos e/ou serviços: calçados, tênis, artigos esportivos, artefatos de couro, confecções, acessórios de moda,

produtos para equipar lojas, couros, componentes e tecnologia para calçados.

Abrangência: Internacional

Informações:  (11)3897-6100

FEIRA EXPOVEST OUTONO/INVERNO ‘–’ (EXPOVEST) 

Acesso ao evento: Somente empresários

Linhas de produtos e/ou serviços: moda masculina, adulto, teen, infantil, moda intima, gestante, bebê, praia, fitness e outras, além de bijuterias e acessórios. produzidos no município.

Abrangência: Nacional

Informações: (44)3631-7690 

RODADA DE NEGÓCIOS SC TRADE SHOW ””–”” (SC TRADE SHOW)

Acesso ao evento: Somente empresários

Linhas de produtos e/ou serviços: calçados, bolsas e acessórios.

Abrangência: Nacional

Frequência: Semestral

Informações: (48)3265-0393, 

DF HOUSE

Acesso ao evento: Somente empresários

Abrangência: Nacional

Frequência: Anual

Linha de produtos e/ou serviços: reúne moda, arte e cultura 

FEIRA INTERNACIONAL DE JOIAS

Linhas de produtos e/ou serviços: joias e semijoias.

Abrangência: Nacional

FEIRA NACIONAL DA INDÚSTRIA DE JOIAS, RELÓGIOS E AFINS (FENINJER)

Essa Feira é considerada a maior e mais importante feira do setor na América Latina. Este evento é o ponto de encontro

entre todos os personagens do setor de joias do Brasil e ‘compradores do mundo todo. A FENINJER’ aposta pela promoção da diversidade das gemas brasileiras e d’o design criativo,’ inovador e diferenciado dos profissionais nacionais.

Acesso ao evento: Somente empresários

Linhas de produtos e/ou serviços: Joias, Relógios e Afins.

Abrangência: Internacional

Frequência: Semestral

 

Uma Loja de Bijuterias relaciona-se com um conjunto de entidades que desempenham diversos papéis auxiliares ao negócio.

Abaixo, segue a relação de algumas entidades para eventuais consultas:

Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas – (SEBRAE)

Tel.:0800 570 0800 

Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal – (FECOMERCIO)’

Telefones: (61) 3038.7500 – (11) 3254-1700

Sindicato dos Lojistas do Comercio – (SINDLOJAS)’

Telefones: (11) 2858-840

Sindicato do Comércio Varejista do Distrito Federal – (SINDIVAREJISTA DF)’

Setor Comercial Sul (SCS) Quadra 06 Bloco “A” Lote nº 206

Ed. Newton Rossi – 4º Andar

Brasília – DF

Telefones: (61) 3032.9090

Instituto para Desenvolvimento do Varejo – (IDV)’

Alameda Santos, 122 – 5ª andar – Cj. 503 – Paraíso

São Paulo – SP – CEP : 01418-000

Tel.: (11) 3251-1936

Instituto Brasileiro de Gemas e Metais Preciosos – (IBGM)’

Rua Teixeira da Silva, 433 – Paraíso – São Paulo/SP

Tel.: (11) 3016.5850

Associação Brasileira de Estudos e Pesquisas em Moda – (ABEPEM)’

Receita Federal – (RF)’

Em relação a sites de alguns fornecedores de produtos para a loja de bijuterias, orienta-se fazer uma pesquisa na internet, pois podem estar localizados próximos ao local de instalação do negócio.

Norma técnica é um documento, estabelecido por consenso e aprovado por um organismo reconhecido que fornece para um uso comum e repetitivo regras, diretrizes ou características para atividades ou seus resultados, visando a obtenção de um grau ótimo de ordenação em um dado contexto. (ABNT NBR ISO/IEC Guia 2).

Participam da elaboração de uma norma técnica a sociedade, em geral, representada por: fabricantes, consumidores e organismos neutros (governo, instituto de pesquisa, universidade e pessoa física).

Toda norma técnica é publicada exclusivamente pela ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas, por ser o foro único de normalização do País.

1. Normas específicas para uma Loja de Bijuterias:

ABNT NBR 16058:12 Versão Corrigida: 2013 – Joias – Tamanhos de anéis – Classificação.

Esta Norma estabelece a classificação das medidas utilizadas para a aferição de anéis para fins de joalheria.

2. Normas aplicáveis na execução de uma Loja de Bijuterias:

ABNT NBR 158:2010 – Qualidade de serviço para pequeno comércio – Requisitos gerais.

Esta Norma estabelece os requisitos de qualidade para as atividades de venda e serviços adicionais nos estabelecimentos de pequeno comércio, que permitam satisfazer as expectativas do cliente.

ABNT NBR 193:2010 – Sistemas de proteção por extintores de incêndio.

Esta Norma estabelece os requisitos exigíveis para projeto, seleção e instalação de extintores de incêndio portáteis e sobre rodas, em edificações e áreas de risco, para combate a princípio de incêndio.

ABNT NBR 410:2004 Versão Corrigida: 2008 – Instalações elétricas de baixa tensão.

Esta Norma estabelece as condições a que devem satisfazer as instalações elétricas de baixa tensão, a fim de garantir a segurança de pessoas e animais, o funcionamento adequado da instalação e a conservação dos bens.

ABNT N ISO IEC 8995-1:2013 – Iluminação de ambientes de trabalho – Parte 1: Interior.

Esta norma especifica os requisitos de iluminação para locais de trabalho internos e os requisitos para que as pessoas desempenhem tarefas visuais de maneira eficiente, com conforto e segurança durante todo o período de trabalho.

ABNT BR 5419:2005 – Proteção de estruturas contra descargas atmosféricas.

Esta Norma fixa as condições de projeto, instalação e manutenção de sistemas de proteção contra descargas atmosféricas (SPDA), para proteger as edificações e estruturas definidas em 1.2 contra a incidência direta dos raios. A proteção se aplica também contra a incidência direta dos raios sobre os equipamentos e pessoas que se encontrem no interior destas edificações e estruturas ou no interior da proteção impostas pelo SPDA instalado.

NT NBR IEC 60839-1-1:2010 – Sistemas de alarme – Parte 1: Requisitos gerais – Seção 1: Geral.

Esta Norma especifica os requisitos gerais para o projeto, instalação, comissionamento (controle após instalação), operação, ensaio de manutenção e registros de sistemas de alarme manual e automático empregados para a proteção de pessoas, de propriedade e do ambiente.

BIJUTERIA – “ramo da ourivesaria que trabalha com ligas de metais que imitam o ouro e a prata, e com pedras semipreciosas ou simplesmente similares de gemas (vidro, plástico etc.), fabricando imitações de jóias e peças de fantasia”. (Dicionário Houaiss)

DESIGN – Representação de algo com um propósito específico (científico, econômico, industrial etc.).

DESIGNER – é o profissional que está diretamente ligado a atividades relacionadas ao design. Atualmente o termo é referido ao desenhista industrial, indivíduos habilitados em programação visual, e projeto de produto, e variadas formas de designers e projetistas.

DIGITAL INFLUENCER – Um ou mais indivíduos que utilizam das mídias sociais como instrumento de forma a analisar e influenciar o comportamento de outros indivíduos, através de Blogs, Vlogs (Vídeo blogs), publicações em Twitter, Facebook, YouTube, Instagram, Snapchat, entre outros.

HANA AMI – Técnica japonesa de entrelaçamento na confecção de bijuterias.

HOSPEDAGEM [Informática] – Fornecer equipamento e condições necessárias para manter um site online.

JÓIA – Objeto de adorno, de matéria preciosa.

MARKETPLACE – A palavra é uma junção dos termos ingleses market, que significa “mercado” e place, que significa “lugar”; São plataformas virtuais onde vendedores oferecem seus produtos e serviços para potenciais compradores usando um grande site ou grupo de empresas já existente. Ex: Grupo B2W (Americanas, Shoptime, Sou Barato e Submarino).

MIÇANGA – É uma conta de vidro miúda e colorida com um furo central que serve para prendê-la. É utilizada como aviamento decorativo principalmente em roupas, acessórios e bijuterias.

SEMIJOIA – Objeto de adorno feito de um material que depois é folheado com um metal precioso como ouro ou prata.

O empreendedor de uma loja de bijuterias deve entrar neste negócio consciente de que terá que estar presente tempo integral, principalmente no início das atividades do novo empreendimento, tanto na parte comercial, quanto operacional e na própria gestão financeira do negócio.

Ressalta-se também que o empreendedor nesse segmento de negócio deve estar muito atento ao que ocorre no mercado de bijuterias, semi-joias e também de joias, já que é importante direcionar seu comércio no acompanhamento das tendências de mercado e consumo.

Este segmento requer inovações contínuas, mas do que em qualquer outro, pois o modismo é perecível, portanto, a reposição e substituição de peças de bijuterias têm que ser rápido, segundo os anseios dos consumidores.

O empreendedor dentro de sua capacidade criativa, deverá validar conceitos de divulgação inovadores, como por exemplo, criar uma segmentação de empréstimos de bijuterias em parcerias com empresas de organização de eventos. Esta parceria seria a de fornecer bijuterias de sua loja para embelezar os participantes que serão destaques de eventos. O fornecimento das bijuterias poderá ocorrer na condição de empréstimo ou mesmo em locação com baixo valor. Com esse procedimento, o empreendedor da área de loja de bijuterias obterá uma divulgação indireta à baixíssimo custo.

Outras dicas importantes para quem pensa em montar uma Loja de Bijuterias:

  • Verificar os preços praticados pelos concorrentes;
  • Dar atenção aos funcionários para garantir um excelente atendimento;
  • Estabelecer uma excelente relação com fornecedores;
  • Estar presente diariamente na Loja de Bijuterias;
  • Para diminuir os custos pode-se investir em equipamentos de escritório – computadores e impressoras fiscal e impressora comum, usados;
  • Substituir os tradicionais balcões por expositores que possibilitem o cliente tocar nas peças e experimentá-las;
  • Modificar a vitrine pelo menos duas vezes por semana, para dar impressão de novidade;
  • Não usar luz branca fria, pode prejudicar o brilho das peças. Usar luzes amarelas, pois além de mostrar os produtos melhor, dão sensação de aconchego;
  • Oferecer ao cliente um ambiente com música e perfumado;
  • Decorar a loja com temática feminina;
  • Explorar ações de campanhas patrocinadas em redes sociais;
  • Ter estratégias claramente definidas;
  • Investir em um marketing e uma imagem que consolide um diferencial de mercado.

O empreendedor de uma loja de bijuterias deve ter algumas características básicas, tais como:

1.    Ter conhecimento específico sobre bijuterias e moda. Este conhecimento poderá ser adquirido com a participação em cursos sobre montagem de bijuterias, cursos com designers de bijoux, eventos de moda, dentre outros;

2.    Este conhecimento requer habilidades para conhecimento e reconhecimento de bijuterias que possam ser atraentes aos olhos e gosto dos consumidores, independentemente da faixa etária, com intuito de elevar a qualidade de suas mercadorias perante seus clientes;

3.    Estar amparado nas tendências de mercado; ser capaz de elaborar mostruário que desperte a atenção dos clientes, tanto de varejo quanto de atacado; apresentar sugestões de utilização das bijuterias – por isso se torna necessário conhecer regras de embelezamento tanto feminino quanto masculino;

4.    Ser uma pessoa que sempre busca melhorar o nível de seu negócio, tanto com a participação em cursos específicos de bijuterias em geral, quanto de gestão empresarial, pois não basta ter conhecimento só de bijuterias; é necessário também estar preparado para gerir o seu empreendimento;

5.    Ter habilidade no tratamento com pessoas tanto com seus colaboradores quanto com clientes, fornecedores, enfim, com todos que de forma direta ou indireta tenha ligação com a empresa;

6.    Ser empreendedor com visão prospectiva, ou seja, atuar com antecipação de tendências, ter visão de futuro no que tange o interesse de consumo, além de estar sempre antenado com as inovações de mercado;

7.    Além destas características acima listadas o empresário da área de loja de bijuterias tem que ser uma pessoa extremamente criativa, sempre com capacidade de sugerir ou mesmo criar formas inovadoras de uso de bijuterias, tendo como foco e objetivo de estar sempre à frente de seus concorrentes.

As características indicadas são apenas direcionamentos. Isto não quer dizer que um empreendedor que talvez não se sinta com tais características tenha que desistir de investir neste novo negócio.

Um empreendedor “saberá aprender o que for necessário para a criação, desenvolvimento e realização de sua visão”. (DOLABELA, 1999 p. 70). Considerando-se esta afirmativa, percebe-se em qualquer área que se deseje atuar é preciso estar disposto a aprender. Para ter sucesso numa Loja de Bijuterias é necessário que o empreendedor se concentre no desenvolvimento das características empreendedoras citadas, dentre outras.

GUIMARÃES, Vinicius. Escola de E-commerce: Guia completo para você montar uma loja virtual de bijuterias. [S. l.]: Vinicius Guimarães, 19 dez. 2018. Disponível em: <https://www.escoladeecommerce.com/artigos/guia-completo-montar-loja-virtual-de-bijuterias/> . Acesso em: 24 set. 2019.

MARTINS, Samuel. Loja Container Customizada. Espírito Santo: Locares – Casa Container E Projetos Customizados(org.). 01 fev. 2018. Disponível em: <https://www.locarescasacontainer.com.br/loja-container-customizada/>. Acesso em: 25 set. 2019.

MOTA, Gustavo. We do Logos Blog: Como abrir e montar uma loja de bijuterias. [S. l.], 15 jan. 2016. Disponível em: <https://blog.wedologos.com.br/empreendedorismo/abrir-negocio/como-montar-uma-loja-de-bijuterias/>. Acesso em: 23 set. 2019.

TINNA, by Blog (org.). Revenda de Semijóias. [S. l.]: Blog by Tinna, 13 out. 2017. Disponível em: <http://blog.tinna.com.br/2017/10/13/revenda-de-semijoias/>. Acesso em: 24 set. 2019.

Referências Eletrônicas:

Mercado de Bijuterias e Semijóias cresce no Brasil. PEGN,Disponível em: http://globotv.globo.com/rede-globo/pequenas-empresas-grandes-negocios/v/mercado

O Setor em Grandes Números – 2012, Disponível em: http://www.ibgm.com.br/site/admin/_upload/estatistica/arquivo/671-OSetoremGrande

EXAME. Principais tendências do e-commerce em 2018 para empresas brasileiras. Disponível em: https://exame.abril.com.br/negocios/dino/principais-tendencias-do-e-commerce-em-2018-para-empresas-brasileiras/%20&gt

We do Logos Blog: Como abrir e montar uma loja de bijuterias. Disponível em: https://blog.wedologos.com.br/empreendedorismo/abrir-negocio/como-montar-uma-loja-de-bijuterias/

Para obter recursos para iniciar ou alavancar o negócio, o empreendedor pode buscar agências de fomento de linhas de crédito. Algumas instituições financeiras também possuem linhas de crédito voltadas para o pequeno negócio que são lastreadas pelo Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas (Fampe), em que o Sebrae pode ser avalista complementar de financiamentos para pequenos negócios, desde que atendidas alguns requisitos preliminares. Maiores informações podem ser obtidas na página do Sebrae na web:

http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/sebraeaz/fundodeavaldosebraeoferecegarantiaparaospequenosnegocios,ac58742e7e294410VgnVCM2000003c74010aRCRD

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – (BNDES), por exemplo, oferece linhas de financiamento que apoiam os empreendedores no longo prazo. O financiamento pode ser concedido a todos os seguimentos da economia (serviços, comércio, agricultura, indústria) e para diversos fins (aquisição de equipamentos, exportação de bens, fortalecimento da estrutura de capital da empresa). Além disso, micro e pequenas empresas possuem condições especiais.

A saúde financeira de um negócio é um fator determinante para a continuidade da sua operação. Independente do tamanho ou segmento do negócio um controle financeiro efetivo é imprescindível para indicar as estratégias financeiras a serem adotadas para mitigar riscos, custos e aumentar a produtividade. Segue abaixo algumas orientações a serem observadas pelo empreendedor:

BARGANHA COM FORNECEDORES

Nada mais é que o poder de negociação com seus fornecedores por preços menores e prazos mais flexíveis.

CAPITAL DE GIRO

Montante financeiro necessário para permitir o inicio e a permanência das atividades do negócio.

CUSTOS

Os custos são gastos que possuem relação direta com a atividade fim do negócio. Estão relacionados com o processo produtivo ou com a aquisição de mercadorias. Podem variáveis por variarem de acordo com o volume produzido ou vendido ou fixos por permanecerem inalterados independente do volume produzido.

DESPESAS

São os gastos necessários para a empresa manter o negócio funcionando mas que não estão diretamente ligados com a atividade fim. Esses gastos rotineiros com água, material de escritório, produtos de limpeza, por exemplo, devem ser controlados para não afetarem a lucratividade da empresa.

EMPRÉSTIMOS

Quando o empreendedor precisa de recursos para alavancar o negócio ele pode buscar um empréstimo. Entretanto ao decidir por essa opção ele deve ficar atento as suas finanças, as taxas de juros, taxas administrativas e condições de pagamento para não se endividar.

FLUXO DE CAIXA

É o controle sobre as entradas e saídas de dinheiro no caixa da empresa. Esse controle permite ao empreendedor uma visão ampla da situação financeira de seu negócio, facilitando a contabilização dos ganhos e despesas, bem como as movimentações financeiras. Dependendo do porte da empresa o controle manual pode se tornar mais difícil. Portanto, sugere-se o uso de softwares específicos que podem ser encontrados gratuitamente ou podem ser adquiridos por empresas fornecedoras de softwares.

OBJETIVOS

Estabelecer objetivos financeiros é importante para se saber onde quer chegar. Com esses objetivos determinados o empresário deve determinar os planos de ação para o alcance desses objetivos. Uma ferramenta de gestão que auxilia no estabelecimento dos objetivos empresarias e portanto dos financeiros é o BSC – Balanced Scorecard.

PONTO DE EQUILÍBRIO

Indica o valor mínimo de receita que deverá ser obtido para que os custos e despesas da empresa sejam cobertos resultando em um lucro zero. Nesse instante o negócio se paga mas ainda não provê lucros ao empresário.

PRINCÍPIO DA ENTIDADE

É um princípio da contabilidade que aponta que o patrimônio da empresa não deve ser confundido com o patrimônio de seu proprietário. Portanto, jamais se deve confundir a conta da empresa com a conta pessoal ou as contas dos sócios, pois isso gera uma falha gravíssima de gestão, podendo levar a empresa a decadência.

RECEITAS

Abrange os valores recebidos pela empresa que provém da venda de seus produtos ou serviços, de juros obtidos ou até mesmo da venda de um ativo.

RESERVAS/PROVISÕES

É uma quantia determinada para cobrir eventuais desembolsos que ocorram durante o ano. Este recurso funcionará como um fundo de reserva para a empresa e será composto por um determinado percentual do lucro mensal até que seja obtida a quantia desejada para o fundo. Quando a quantia for atingida, não haverá necessidade de fazer novas alocações, apenas restituição dos valores sacados quando houver a necessidade do uso do fundo.

SOLUÇÕES DE INOVAÇÃO

O programa SEBRAETEC disponibiliza aos empreendedores serviços especializados e customizados para implantar soluções em sete áreas de inovação.

O programa ALI – Agentes Locais de inovação funciona em parceria com o CNPq e possui o objetivo de promover a prática continuada de ações de inovação das pequenas empresas.

PLANO DE NEGÓCIOS

O plano irá orientá-lo na busca de informações detalhadas sobre o ramo do empreendimento, os produtos e os serviços a serem oferecidos, além de clientes, concorrentes, fornecedores e pontos fortes e fracos, construindo a viabilidade da ideia e na gestão da empresa. O SEBRAE disponibiliza todo passo-a-passo através do link: http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/artigos/como-elaborar-um-plano-de-negocio

CURSOS ONLINE E GRATUITOS

O SEBRAE disponibiliza em sua plataforma mais de 100 cursos online e gratuitos.

CURSOS DE QUALIFICAÇÃO EMPREENDEDORA

EMPRETEC – Metodologia  da Organização das Nações Unidas (ONU) que proporciona o amadurecimento de características empreendedoras, aumentando a competitividade e as chances de permanência no mercado.

FERRAMENTAS DE GESTÃO

Ferramenta CANVAS Online: A metodologia Canvas ajuda o empreendedor a identificar como pode se diferenciar e inovar no mercado.

SISTEMA DE GESTÃO

MarketUP é o Sistema de gestão grátis para micro e pequenas empresas: NFe, NFCe, PDV, Loja Virtual, ERP, MRP e mais. Tudo online e de graça. 

Aproveite também as ferramentas de gestão e conhecimento criadas para ajudar a impulsionar o seu negócio. Para consultar a programação disponível em seu estado, entre em contato pelo telefone 0800 570 0800.

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