CADASTRAR

Entrar


Senha perdida

Perdeu sua senha? Por favor, indique o seu endereço de e-mail. Você receberá um link e criará uma nova senha por email.

Adicionar pergunta

Você deve fazer login ou se cadastrar para fazer a pergunta.

CADASTRAR

Você pode se cadastrar gratuitamente no site. Basta clicar em CRIAR UMA CONTA e seguir o passo a passo.

Como montar uma Loja de Animais ou Pet Shop

Como montar uma Loja de Animais ou Pet Shop

Confira uma ideia de negócio completa sobre Como montar uma loja de animais ou pet shop. Abaixo dividimos o conteúdo em tópicos como mercado, custos, pessoas, investimentos, divulgação, exigências legais e mais dicas.

Um Pet Shop é uma loja que vende produtos e serviços voltados para animais domésticos, que vão desde venda de rações, coleiras, brinquedos, camas e podem incluir serviços como hospedagem de animais e veterinário.

Ter um animal de estimação é sinônimo de amizade, companhia e muita alegria, mas junto com tudo isso é preciso dar os cuidados especiais que eles precisam.

Estes cuidados movimentam um grande mercado, e para quem deseja atuar neste segmento pode começar com baixo investimento, formalizar-se como MEI-Microempreendedor individual e se precisar contratar um funcionário para ajudar nos procedimentos do pet shop. A ocupação para MEI neste negócio é: COMERCIANTE DE ARTIGOS E ALIMENTOS PARA ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO (PET SHOP) INDEPENDENTE (NÃO INCLUI A VENDA DE MEDICAMENTOS) 4789-0/04.

Veja abaixo alguns serviços que podem ser realizados em uma Pet Shop:

– Serviços estéticos e de bem-estar animal;

– Serviços médicos veterinários;

– Vendas de produtos para os pets;

– Hospedagem;

– Adestramento;

Este segmento está em expansão, já que cada vez mais os donos de animaizinhos domésticos buscam dar o melhor em produtos e serviços aos seus pets.

Empreendedores que desejam atuar neste segmento, precisam ter em mente algumas coisas primordiais: a dedicação e o amor por este trabalho são os melhores aliados.

Neste segmento os clientes são conquistados pelo carinho e dedicação aos seus animaizinhos.

O mercado de pet shop, tem evoluído constantemente e o mercado para quem deseja atuar neste segmento é promissor, mas é importante o empreendedor conhecer o cenário e as tendências.

Mesmo para aqueles que irão trabalhar em casa com uma pequena estrutura é importante entender e acreditar que um serviço diferenciado pode promover o crescimento do pet shop, e logo estará com uma estrutura maior e oferecendo mais produtos e serviços.

Veja abaixo alguns indicadores que demonstram como está mercado no Brasil:

  • Expectativa: Em pesquisa realizada pelo IBGE em 2018, o Brasil possui mais de 132 milhões de animais de estimação, ocupando a segunda posição mundial. Por trás, destes pets estão seus donos ávidos por novidades para agradar seus bichinhos, e o resultado é um mercado aquecido e com expectativa de excelentes faturamentos para os próximos anos.
  • Cenário: O mercado de pets esta em expansão, sendo que em 2017 e 18 seu crescimento foi de 6,9%. O setor tem se renovado com investimento em mimos como sorvete, geleia e até cerveja para animais. No ano de 2018, o setor de pets alcançou faturamento de R$ 21,77 bilhões, sendo que 68,6% desse montante é referente a produtos para nutrição animal, conforme dados da pesquisa da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet) 
  • Maturidade do setor: Este segmento esta em constante evolução, e isso é um caminho sem volta. Os pequenos empreendedores que não se adaptarem as novas tendências e inovações, podem sofrer com a concorrência. Hoje os Pet Shops são mais do que apenas vendas de rações ou produtos de higiene. 
  • Comportamento do Consumidor: O alto envolvimento emocional dos donos de pets, faz com que os gastos e cuidados especiais seja uma das prioridades. Os mimos para os pets são prioridades, que substituem viagens e restaurantes. No ano de 2019, o brasileiro gastou em média R$ 189 por mês com animais de estimação. Esse número sobe para R$ 224 quando analisamos as classes A e B, segundo levantamento do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) https://www.cndl.org.br/#box-aderir .  
  • Tendências de consumo: Além de opções mais tradicionais, como os pet shops e a venda de produtos alimentícios, o mercado se abre também para serviços voltados para um público mais exigente, que não mede esforços para agradar o seu animal de estimação, alguns destes serviços incluem hospedagem de alto padrão, tratamentos de saúde com equipamentos modernos, monitoramento 24 horas, spa e alimentos especiais.

Conhecer o mercado é fundamental para o empreendedor que deseja atuar neste segmento. A escolha dos serviços, publico algo, precificação e todos os detalhes que envolvem o negócio precisam ser feitos com planejamento para reduzir os riscos e aumentar as oportunidades de negócio.

A escolha da localização ideal pode ser um diferencial importante para aumentar as chances de sucesso de um pet shop. Todo empreendimento se bem localizado tem uma chance maior de alcançar melhores oportunidade de negócio.

Um pet shop, pode ser montado na casa do empreendedor com pequenas adequações na estrutura, mas o empreendedor precisa planejar o crescimento e mudança para um local que tenha uma estrutura adequada para atender com qualidade os pets e que favoreça o acesso aos clientes.

A atuação do pet shop será fundamental para definição da localização, se haverá venda de produtos, cuidado de animais, hospedagens etc. Tudo isso pode influenciar na escolha do local.

Mesmo que inicialmente seja em um local provisório, para redução de custos é importante o empreendedor ficar atento aos aspectos que destacamos abaixo:

1 – Adequação aos clientes:

  • Facilidade de acesso;
  • Facilidade de estacionamento (local ou próximo);

2 – Adequação aos funcionários:

  • Proximidade de estações e pontos de transporte coletivo;
  • Infraestrutura de serviços (restaurantes, farmácias, bancos);

3 – Aspectos urbanísticos e de infraestrutura:

  • Segurança da região;
  • Infraestrutura de serviços públicos (Bombeiros, Polícia, Hospital, Correio);
  • Verificar se o local não está sujeito a inundações ou próximo a áreas de risco;
  • Disponibilidade dos serviços de água, luz, telefone e internet;
  • Serviços de recolhimento de lixo.

4 – Aspectos econômico financeiros:

  • Preço de aluguel;
  • Qualidade dos imóveis disponíveis. 

Assim como a vizinhança pode ser um fator positivo, ela também precisa ser considerada sobre o impacto que o estabelecimento causará, afinal, ninguém gosta de passar as madrugadas ouvindo latidos de cachorros.

Para abrir uma Loja de Animais – Pet Shop, o empreendedor poderá ter seu registro de forma individual ou em um dos enquadramentos jurídicos de sociedade. Ele deverá avaliar as opções que melhor atendem suas expectativas e o perfil do negócio pretendido.

Leia mais sobre este assunto no capítulo – Informações Fiscais e Tributárias.

O contador, profissional legalmente habilitado para elaborar os atos constitutivos da empresa e conhecedor da legislação tributária, poderá auxiliar o empreendedor neste processo.

Para abertura e registro de um Loja de Animais – Pet Shop é necessário realizar os seguintes procedimentos:

– Junta Comercial;

– Secretaria da Receita Federal (CNPJ);

– Secretaria Estadual de Fazenda;

– Registro na prefeitura municipal, para obter o alvará de funcionamento;

– Enquadramento na Entidade Sindical Patronal (empresa ficará obrigada a recolher por ocasião da constituição e até o dia 31 de janeiro de cada ano, a Contribuição Sindical Patronal);

– Cadastramento junto à Caixa Econômica Federal no sistema “Conectividade Social – INSS/FGTS”;

– Registro no Corpo de Bombeiros Militar: órgão que verifica se a empresa atende as exigências mínimas de segurança e de proteção contra incêndio, para que seja concedido o “Habite-se” pela prefeitura.

– Alvará de licença da Vigilância Sanitária

Informações Gerais:

Para a instalação do negócio é necessário realizar consulta prévia de endereço na Prefeitura Municipal/Administração Regional, sobre a Lei de Zoneamento.

É necessário observar as regras de proteção ao consumidor, estabelecidas pelo Código de Defesa do Consumidor (CDC)

Lei 123/2006 (Estatuto da Micro e Pequena Empresa) e suas alterações estabelecem o tratamento diferenciado e simplificado para micro e pequenas empresas. Isso confere vantagens aos empreendedores, inclusive quanto à redução ou isenção das taxas de registros, licenças etc.

Antes de iniciar suas atividades comerciais o empreendedor deverá verificar a necessidade obtenção do alvará de funcionamento, de licença sanitária e registro de responsabilidade técnica caso o estabelecimento for comercializar produtos regulados pela ANVISA.

A estrutura para um pet shop depende da dimensão do empreendimento e dos serviços que serão oferecidos. Neste modelo sugerimos uma estrutura mínima para a prestação de serviço com a qualidade que os pets merecem e principalmente em conformidade com a normas para o segmento.

Para quem esta iniciando e deseja montar seu pet shop em sua própria residência é importante lembrar que existem estruturas mínimas solicitadas pelos órgão de fiscalização municipal. Consulte a prefeitura local antes de qualquer decisão sobre a estrutura de seu pet shop.

As áreas mencionadas podem ser adaptadas, tudo em conformidade com o tamanho e serviços que serão prestados. Este é uma estrutura para um pet shop que presta serviços veterinários e realiza vendas de produtos, veja como seria uma estrutura ideal:

1 – Recepção, atendimento e área comercial

Esta área é destinada à exposição dos produtos e recepção dos clientes. O espaço deve ser bem planejado e recomenda-se evitar poluição visual, proporcionar boa iluminação e ventilação para que haja conforto tanto para as pessoas que trabalham na empresa quanto para clientes.

Neste espaço que os produtos serão expostos. Deve contar um uma área de pagamento (Caixa).

2 – Consultório veterinário:  Esta área é uma opção do empreendedor, caso deseje montar é necessário estar em conformidade com as normas do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), conforme Resolução CFMV 1.015/2012, que conceitua e estabelece as condições para o funcionamento de consultórios veterinários de atendimento a pequenos animais.

De acordo como artigo 6º os Consultórios Veterinários são estabelecimentos de propriedade de Médico Veterinário destinados ao ato básico de consulta clínica, curativos, aplicação de medicamentos e vacinações de animais, sendo vedada a realização de procedimentos anestésicos e/ou cirúrgicos e a internação.

Para o funcionamento é necessário:

  • sala de recepção, contendo sanitário para uso do público;
  • mesa impermeável com dispositivo de drenagem e de fácil higienização;
  • sala de atendimento, contendo geladeira com termômetro de máxima e mínima para manutenção exclusiva de vacinas, antígenos e outros produtos biológicos;
  • pias de higienização;
  • arquivo médico;
  • armários próprios para equipamentos e medicamentos.  

Na existência do consultório, o pet shop deverá manter convênio com empresa devidamente credenciada para recolhimento de cadáveres e resíduos hospitalares.

3 – Espaço para banho e tosa: Esta área deverá ser montada em conformidade com a RESOLUÇÃO Nº 1069, de 27 de outubro de 2014 , que dispõe sobre a exposição, manutenção, higiene, estética e venda ou doação de animais. Esta estação de trabalho deverá conter todos os equipamentos, instrumentos e suprimentos necessários para a qualidade dos serviços.

A área de banho e tosa precisa atender ao Decreto nº 40.400/1995, onde consta, que salas para banho e tosa de animais precisam ter área mínima de dois metros, com piso e paredes impermeáveis, e chão liso e resistente a desinfetantes. No caso do ambiente para banhos, além dessas exigências está a de que o escoamento da água seja ligado diretamente à rede de esgoto.

4 – Alojamento de animais: Espaço destinado para os animais do banho e tosa aguardarem, tanto antes como depois do serviço. O alojamento precisa contemplar espaço tanto para os animais maiores quanto para os menores. É indicado a separação do espaço destinado a alojamento de cães e gatos para evitar stress nos animais.

Todas as áreas reservadas para atendimento ou alojamento dos animais precisam estar devidamente estruturadas em conformidade com a RESOLUÇÃO Nº 1069, de 27 de outubro de 2014

5 – Depósito

Espaço destinado ao depósito de rações e outras mercadorias. As rações precisam ser armazenadas em cima de estrados ou paletes. As demais mercadorias podem ser armazenadas em prateleiras ou equipamentos específicos para seu armazenamento.

Consulte o capítulo Equipamentos para conhecer detalhadamente tudo o que é necessário para o bom funcionamento de um pet shop.

A equipe de um pet shop será formada por profissionais qualificados e principalmente com competências especificas para o negócio. Gostar de animais é um fator determinante para compor uma boa equipe.

Segundo o Decreto nº 40.400/1995, todo estabelecimento que venda produtos e serviços veterinários, inclusive banho e tosa, deve ter um médico veterinário como responsável técnico.

A equipe de um pequeno pet shop, pode ser composta pelo proprietário e mais um ajudante, desde que reúnam as características necessárias ao bom funcionamento do negócio:

1 – Responsável Técnico / Veterinário: Este profissional será responsável pela orientação técnica e deverá estar atento as normas e resoluções do segmento. 

2 – Administrador: Esta atividade poderá ser exercida pelo empreendedor, desde que possua algumas características importantes:

  • Capacidade para lidar com imprevistos;
  • Reconhecer e definir problemas,
  • Atuar preventivamente;
  • Ter raciocínio lógico, crítico e analítico;
  • Ter conhecimento de gestão empresarial.
  • Habilidade de relacionamentos;
  • Habilidade para negociar
  • Pró atividade;
  • Inteligência emocional para lidar com possíveis conflitos.
  • Disciplina e autocontrole

3 – Atendente: Esta função também pode ser exercida pelo empreendedor, até que consiga contratar um profissional que cuide do atendimento ao clientes, e algumas características e habilidades são fundamentais:

  • Cortesia e educação para com os clientes e colegas;
  • Disciplina;
  • Organização;
  • Conhecimento das mercadorias;
  • Idoneidade;
  • Boa apresentação pessoal;
  • Domínio de técnicas de vendas e atendimento ao público.

4 – Tosadores e Banhistas: A resolução 1069/2014, passou a exigir que os funcionários responsáveis pelo banho e tosa tenham, obrigatoriamente, curso de banho e tosa. As habilidades técnicas obrigatórias para estes profissionais são:

  • Técnicas de banho, escovação, tosas e manutenção de materiais e equipamentos;
  • Conhecimento das técnicas que garantem a boa saúde a cães e gatos no procedimento de banho e tosa.

A capacitação dos profissionais de um pet shop é essencial para manter ou adquirir as competências necessárias para um excelente atendimento aos clientes e seus pets. Recomenda-se a adoção de uma técnica de retenção de pessoal, desta forma a empresa diminuirá os níveis de rotatividade e obterá vantagens como a criação de vínculo entre funcionários e clientes

Investir em qualidade de equipamentos para o Pet shop passa a ser determinante para ter um serviço diferenciado.

Os equipamentos básicos para início de suas atividades estão ligados as seguintes áreas:

1 – Área Operacional – Prestação de serviços:

  • ·        Veiculo;
  • ·        Gaiola;
  • ·        Maquinas de tosas;
  • ·        Secadores;
  • ·        Sopradores;
  • ·        Mesas de tosa e banheiras;
  • ·        Ferramentas de trabalho.

2 – Mobiliário:

  • ·        Balcão atendimento cliente;
  • ·        Gôndolas;
  • ·        Prateleiras;
  • ·        Aparelho Ar condicionado;
  • ·        Mesas / Cadeiras;
  • ·        Arquivos madeira ou aço;
  • ·        Computador;
  • ·        Impressora;
  • ·        Aparelho de telefonia;
  • ·        TV

Alertamos para manter sempre os equipamentos em condições plenas de funcionamento, realizando manutenções preventivas, capacitação de quem irá utilizá-las prevenindo possíveis falhas ou quebras e garantindo produção normal, qualidade e segurança dos funcionários.

A gestão de estoque em um pet shop é de fundamental importância, para a qualidade dos produtos e serviços oferecidos e também ajudará na formação do capital de giro. O equilíbrio entre compra, armazenamento e consumo é medido com três importantes indicadores:

1 – Giro de estoque: Esse indicador compreende a rotatividade de cada produto e a renovação do estoque em certo período. Em outras palavras, o indicador mede a agilidade da liquidez de determinado item. Podemos dizer que aquela mercadoria que sai com muita frequência e tem muitos pedidos conta com um alto giro.

O acompanhamento periódico deste indicador permite:

  • ·        Conhecer quais produtos estão parados, os que possuem maior movimentação e o estoque mínimo ideal para cada item.
  • ·        Calcular corretamente a necessidade de capital de giro para manter mercadorias e matéria prima;
  • ·        Reduzir gastos desnecessários com produtos de baixo giro
  • ·        Conhecer os itens com maior liquidez e montar estratégias de promocionais;
  • ·        Prever o comportamento dos consumidores em datas comemorativas e manter a mercadorias ou matéria prima ideal para estas datas;
  • ·        Manutenção do estoque de segurança para reduzir os riscos com imprevistos.

2 – Cobertura dos estoques: Este índice é utilizado para medir o tempo que o estoque, em determinado período, consegue cobrir as demandas futuras, sem haver a necessidade de suprimento, ou seja, o tempo que o produto leva para sair do estoque.

3 – Nível de serviço ao cliente: Este indicador auxilia na organização e manutenção de itens que serão vendidos ou ofertados aos clientes, com este indicador é possível saber quais produtos ou serviços deixaram de ser vendidos aos clientes por não estarem à disposição da empresa.

Portanto, o estoque dos produtos deve ser mínimo, visando gerar o menor impacto na alocação de capital de giro. O estoque mínimo deve ser calculado levando-se em conta o número de dias entre o pedido de compra e a entrega dos produtos na sede da empresa.

 

O empreendedor precisa conhecer e entender a organização de todos os processos produtivos de um pet shop. Conhecendo seus processos é possível estabelecer ações de melhorias que proporcionem a fidelização dos clientes e promovam a expansão do negócio.

Alguns processos são essenciais, independente do tamanho e serviços prestados, veja:

  1. Precificação: A formação correta do preço dos produtos e serviços é essencial para tornar o negócio lucrativo, reduzir os riscos e projetar o crescimento.
  2. Agenda de Serviços: Para um pet shop a agenda é uma ferramenta imprescindível para a organização do tempo de prestação dos serviços. O agendamento de horários permite ao empreendedor planejar com antecedência os atendimentos, a necessidade de profissionais e muitas outras vantagens que se traduzem na satisfação do cliente.
  3. Cálculo do tempo médio dos serviços: O conhecimento prévio do tempo médio de cada serviço oferecido no pet shop, permite reduzir o risco com imprevistos que podem afetar a relação de confiança com o cliente. Além do mais, conhecer o tempo médio é uma das necessidades estabelecer a precificação.
  4. Investir em organização do ambiente: Um ambiente agradável, com moveis e equipamentos adequados, iluminação de qualidade e principalmente visibilidade para que os donos vejam seus animais recebendo os cuidados, pode fazer toda diferença para um pet shop.
  5. Limpeza, remoção e organização dos materiais: A limpeza do ambiente de trabalho, a remoção dos resíduos e a organização dos materiais e equipamentos, demonstra ao cliente eficiência e cuidado no tratamento do seu pet.
  6. Controle dos pets atendidos: A personalização do atendimento é um dos principais segredos para a fidelização de clientes. Conhecer o histórico de atendimento agiliza os processos e demonstra credibilidade e segurança.
  7. Compra de mercadorias diferenciadas: Oferecer produtos diferenciados e inovadores garante uma boa relação com os clientes mais exigentes e demonstra que o pet shop esta em constante evolução.
  8. Exposição e validade das mercadorias: Existem algumas técnicas que podem ser utilizadas para organizar a loja com intuito de fazer com que os clientes circulem pelo estabelecimento e possam ver as mercadorias disponíveis. Uma delas é colocar produtos de primeira necessidade no fundo da loja, como por exemplo, as rações, induzindo o cliente a caminhar pelo estabelecimento, estimulando assim a compra de produtos não pensados ou planejados pelo cliente. Os medicamentos devem ser guardados em prateleiras cujo acesso seja restrito aos funcionários.

É importante que toda equipe entenda que alguns processos organizacionais, estruturais e técnicos são obrigatórios e regidos por normas legais, e que o não cumprimento pode acarretar sérios riscos ao funcionamento do pet shop.

Hoje a tecnologia é um grande aliado dos negócios. Com baixíssimo investimento é possível controlar tudo o que ocorre no pet shop, e este controle garante ao empreendedor segurança, rentabilidade e principalmente informações para tomar decisões importantes para o pet shop.

Existem vários softwares no mercado, o mais indicado é que o empreendedor invista em softwares específicos para pet shops.

Empreendedores com melhor percepção de oportunidade já se movimentam para o uso de tecnologias que possibilitem aprimorar e acelerar o processo de cadastramento e de identificação de clientes, visando reduzir o tempo de atendimento e gerar diferencial qualitativo de serviços.

 

Os canais de distribuição têm como principal objetivo garantir a disponibilidade do produto para os clientes, são divididos em dois grupos, sendo:

  • Canal Direto – Neste canal de distribuição, a empresa é a única responsável pela entrega do produto para o consumidor. Não existe qualquer intermediário.
  • Canal Indireto – Neste canal, os intermediários se encarregam desta entrega. Em geral, o intermediário tende a ser os varejistas, atacadistas e os distribuidores.
  • Canal Híbrido: Um canal de distribuição híbrido é aquele em que a empresa utiliza intermediários, mas assume parte do processo de contato com seus clientes.

Os pet shop, podem usar mais de um canal de distribuição. Nunca se deve esquecer que, independentemente do tipo e da distância do trajeto, pontualidade na entrega e qualidade na prestação do serviço continuam sendo fatores primordiais para o sucesso do negócio.

Conforme artigo do Sebrae sobre canais de distribuição , para a escolha ideal dos canais de distribuição é importante analisar alguns aspectos:

  • ·        Avaliar mercados reais e potenciais;
  • ·        Determinar as características, os comportamentos e as necessidades dos clientes, assim como a quantidade, a dispersão geográfica e a frequência de compra;
  • ·        Determinar as características essenciais dos produtos quanto à perecibilidade, dimensões e graus de padronização;
  • ·        Definir as características dos intermediários quanto ao tipo de transporte, ao sistema de equipamentos e armazenagem utilizado, à tecnologia da informação, entre outros;
  • ·        Avaliar as características ambientais relativas às condições locais, à umidade e à temperatura;
  • ·        Avaliar as empresas envolvidas quanto à solidez financeira, aos produtos, aos níveis de serviço, ao marketing e à marca, entre outras características importantes.

Atualmente os canais de distribuição contam com a ajuda dos multicanais de comunicação (wase, WhatsApp, facebook etc) para potencializar, agilizar e dar segurança a distribuição de seus produtos e serviços.

É importante que o empresário acompanhe todo o processo de entrega e cumpra os prazos divulgados.  Pois entende-se que este processo seja importante para dar agilidade, segurança e credibilidade nas entregas das mercadorias no domicílio dos compradores.

O Mercado de Pet shop é um dos poucos que crescem mesmo na crise. Sendo assim, abrir um Pet shop é certamente uma grande oportunidade de negócio.

Para iniciar este negócio, o empreendedor precisa necessariamente quantificar todos os valores que serão gastos, sendo assim, recomendamos que se faça um Plano de Negócio, acesse o link (https://bis.sebrae.com.br/bis/conteudoPublicacao.zhtml?id=2021)

O investimento varia muito de acordo com serviços e produtos ofertados, iniciando desde os básicos até os sofisticados. Os serviços normalmente variam entre banho, tosa, embelezamento, higiene, tosquia. Aliados ao serviço, são comercializados produtos tais como, focinheiras, coleiras, casas e camas para cães e gatos, comedouros, bebedouros, ração e acessórios.

A região, cidade e estado também influem no montante a ser investido.

A estrutura de investimentos pode ser dividida em dois grupos:

1.    Equipamentos da Área Operacional – Prestação dos serviços

  • Veículo Utilitário;
  • Ferramentas de trabalho.

2.   Materiais para Área Administrativa: Mobiliários e equipamentos.

Alertamos que os itens e valores unitários e totais apresentados a seguir são meramente referenciais, para fins de estimativa do investimento necessário, podendo variar de acordo com a quantidade, estilo, local de aquisição, dentre outras variáveis. A cotação foi feita em consulta a internet tendo como referência o mês de outubro/2019.

A título de exemplo basearemos em um Pet shop de pequeno porte, montada numa área de 60m².

Também devem ser previstos investimentos com aquisição do estoque inicial de produtos a serem comercializados tomando cuidado com a quantidade e com os produtos que são perecíveis.

Finalizando, recomenda-se que o empreendedor planeje seus gastos, crie um plano de negócio e faça a gestão de forma profissional.

Um empreendedor que se destaca sabe que o sucesso de seu Pet shop está diretamente ligado à saúde das finanças e à boa tomada de decisões. É preciso investir de maneira responsável, a partir de uma excelente análise de cenários e o controle e acompanhamento de seu Capital de giro é de extrema importância.

O conceito de capital de giro envolve os recursos financeiros para financiar as operações e dar continuidade ao negócio, ou seja, capital de giro é o dinheiro disponível para que o empresário pague suas contas e compras e mantenha o seu Pet shop em funcionamento.

O Capital de giro é regulado pelos prazos praticados pela empresa, são eles: prazos médios recebidos de fornecedores (PMF); prazos médios de estocagem (PME) e prazos médios concedidos a clientes (PMCC), sendo assim quanto maiores forem os prazos concedidos aos clientes, maiores também os prazos de estocagem, maior será a necessidade de capital de giro. Já a inversão da necessidade de capital de giro se dará praticando prazos maiores para pagamento aos fornecedores.

De uma forma simples é receber primeiro e pagar depois.

A maioria das despesas tem prazo de 30 dias, como por exemplo, os custos com Manutenção da empresa, salários de seus profissionais, os encargos desta folha de pagamento, aluguel, energia elétrica, telefonia e impostos.

Já as receitas não necessariamente acompanham o mesmo prazo, dependem da política adotada de venda, sem falar que pode ocorrer inadimplências no meio do caminho, e mesmo que entrem em seu caixa na média de 30 dias não necessariamente serão no mesmo montante dos compromissos.

Em um Pet shop a necessidade de capital de giro pode representar cerca de 20% a 30% do investimento inicial. Este valor é só uma estimativa e poderá variar significativamente dependendo do tamanho e particularidades do empreendimento definidos no Plano de Negócios.

Portanto para manter o equilíbrio é extremamente importante que exista um bom planejamento do seu capital de giro, atentando-se a alguns pontos básicos:

  1. Reduza dentro do possível o prazo de recebimento: quanto menor for o seu prazo de recebimento, maior será a sua capacidade de pagamento. Portanto, analise alternativas como campanhas para pagamento à vista, descontos para pagamento em boleto, débito ou transferência;
  2. Passe um verdadeiro pente fino nas finanças e descubra quais gastos podem ser diminuídos: Crie políticas de incentivos à redução de custo com seus funcionários e parceiros, minimize desperdícios;
  3. Tenha disciplina na gestão financeira do negócio. Sabemos que gerir a parte financeira de uma empresa é um trabalho um tanto quanto burocrático e maçante. Mas não tem jeito, é importante ser chato e manter a disciplina no negócio, daí a necessidade de anotar e controlar cada centavo que entra e sai da empresa;
  4. Negocie os prazos de pagamento com seus fornecedores. É sempre bom lembrar que o prazo de pagamento a fornecedores está diretamente associado à necessidade de capital de giro, pois quanto antes se paga, mais rapidamente o dinheiro sai do caixa. Assim, conseguir maior folga com os fornecedores sempre é vantagem. Pagar rápido só é vantagem quando se tem um bom desconto;
  5. Fique atento ao seu estoque: Estoque parado significa dinheiro parado e geração de custos. Além disso, produto sem estoque significa venda perdida. Evite excessos de estoque e em períodos sazonais negocie com fornecedores devoluções ou trocas em caso de sobras. Realize uma curva ABC e descubra qual o giro de cada produto e quais necessitam de maior estoque.

Mesmo no começo do negócio conheça suas operações de perto. Saiba quanto, e onde você gasta cada centavo, é aconselhável reservar um percentual do investimento total para composição do Capital de Giro próprio.

Chegou a hora de montar o quadro de custos do Pet shop que servirá para saber com detalhes quais serão os gastos mensais, fornecendo previsão dos valores para um melhor planejamento do caixa.

Para um Pet shop você terá 3 grupos de famílias de custos, são eles: os custos variáveis, custos fixos e despesas comerciais.

Explorando cada um deles, de uma forma mais simples, podemos dizer que:

1 – Custos variáveis: São gastos que ocorrerão em função da prestação dos serviços e da venda dos produtos aos clientes, tais como:

  • ·        Produtos para revenda (rações, medicamentos, Acessórios, etc.);
  • ·        Insumos para prestação dos serviços;

2 – Custos Fixos: Já os “Custos Fixos” são todos os gastos que a empresa terá em sua operação, não relacionados diretamente a nenhum serviço.

Veja alguns exemplos de custos fixos mensais de um Pet shop que esteja em suas atividades iniciais

Custos Fixos
Salários *R$ 9.000,00
Aluguel, taxa de condomínio, segurança, IPTUR$ 2.500,00
Luz, telefone e acesso à internetR$    800,00
Manutenção de softwareR$    500,00
Produtos para higiene e limpeza da empresa e funcionáriosR$    200,00
Despesas com material de escritórioR$    200,00
ContadorR$    900,00
Seguro de VeiculoR$ 1.500,00
IPVA, Licenciamento e SeguroR$ 1.600,00
Combustível, e manutenção de VeículoR$     800,00
TotalR$ 18.000,00

* Tosador, Banhista, Atendente, Veterinário. Incluir todos os encargos sobre os salários nessa conta.

3 – Despesas Comerciais: As “Despesas Comerciais” são os gastos que variam conforme o volume de vendas e o volume de clientes.

Como exemplos destacamos:

  • ·        Impostos diretos sobre as vendas (dependerá diretamente do regime tributário escolhido, consulte um contador);
  • ·        Comissões de vendas (caso a empresa adote esta política, definir seu percentual);
  • ·        Taxas cobradas pelos meios de pagamento (cartões crédito/débito, boleto bancário) caso sejam estas a forma de recebimentos.

Nota:

Tudo que sua empresa gastar em custos e despesas você deverá receber de volta com a receita obtida nas vendas. Mas, a receita de vendas é resultante da venda de cada serviço/produto ou com cada cliente. Isso significa que cada projeto de serviços vendidos e produtos, devem pagar parte dos custos e despesas, tal que, ao alcançar um certo volume de venda, seja produzido um volume de receita suficiente para cobrir todos os custos, despesas e ainda gerar lucro.

Finalizando, reiteramos a importância de se cercar do maior número possível de informações, ter disciplina em anotar cada centavo que entra e sai do caixa da empresa e seguir um bom planejamento.

 

O empreendedor de um pet shop, precisa estar atento às oportunidades, especialmente aquelas que podem diversificar o seu negócio e aumentar o valor médio gasto pelos clientes em seu estabelecimento.

Ao agregar valor que por definição é incluir inovações e diferenciais, o pet shop aumentará as chances de o cliente escolher seus produtos e serviços em relação a outros concorrentes.

Veja algumas dicas para agregar valor e diversificar seu pet shop:

  • ·        Aposte em produtos e serviços diferenciados: Não se limite apenas a venda de produtos, ofereça opções variadas de serviços. O importante é que o cliente encontre tudo, com isso, dificilmente irá olhar para outros lugares
  • ·        Não espere o cliente, vá até ele: Com a correria do dia a dia, é possível que alguns clientes tenham interesse pelos seus produtos ou serviços, mas não consigam tempo para ir até a loja ou levar seu animal de estimação. Use isso a seu favor, leve os serviços e produtos até a casa do cliente.
  • ·        Pet shop móvel: Uma tendência que vem do mercado americano é a adaptação de veículos para atender os pets na casa do cliente. Estes veículos possuem todos os equipamentos para a estética, higiene e até atendimento veterinário.
  • ·        Transporte diferenciado e seguro: Este é um diferencial muito procurado, mas a atenção aos cuidados de transporte. O serviço de transporte pode ser terceirizado ou da própria empresa, e o veiculo precisa ser adaptado para acondicionar os animais com segurança, conforte e total mobilidade durante a viagem.
  • ·        Serviços sofisticados: Hoje um animal de estimação é parte da família e seus donos procuram os melhores serviços e produtos.

Veja algumas tendências:

  • Spa para cães e gatos;
  • Aromaterapia;
  • Banho de ofurô;
  • Alisamento com chapinha nos pelos;
  • Cauterização de pelos;
  • Hotel fazenda para cães e gatos.
  • Atendimento personalizado: O jeito que você ou seu funcionário recebe os clientes pode decidir se voltará ou não. Mantenha um histórico de atendimento, conheça as preferencias do cliente e do seu pet, mantenha a foto e o nome do pet em seu cadastro.
  • Promover eventos: A criação ou parceria em eventos é uma maneira de atrair e fidelizar clientes. Uma boa sugestão é realizar parceria com Ongs especializadas. Mostre aos seus clientes que você esta envolvido em ações sociais.

Estas são algumas ações, mas é importante ressaltar que assim como qualquer negócio os empreendedores do setor de pet shops, precisam estar atentos as novidades do mercado, ouvir seus clientes e sempre oferecer o que há de melhor no segmento.

Os meios para divulgação de um pet shop variam de acordo com o porte, produtos, serviços e o público-alvo escolhido.

É importante entender que a reputação, credibilidade são fundamentais para tornar sua marca conhecida e respeitada.

Algumas dicas importantes explorar a divulgação de um pet shop:

  • ·        Apresentação profissional – Desenvolva um conteúdo explicativo sobre o que você tem a oferecer e quem é voce. Defina os principais serviços que oferta de forma clara, aponte clientes atendidos e exponha a missão dos serviços oferecidos.
  • ·        Redes sociais – Os perfis sociais, atualmente são os melhores meios de divulgação de serviços e profissionais. Explore ao máximo todos os canais de distribuição nas redes sociais – Facebook, LinkedIn, Instagram, Twitter e outros que promovem a visibilidade profissional e de serviços 
  • ·        Network – A melhor forma de aumentar sua rede é participar de feiras, palestras e encontros profissionais, mas lembre-se, o foco aqui é criar um vínculo profissional e nunca esqueça do seu cartão de visita.
  • ·        Marketing de conteúdo – produzir conteúdo para blogs ou sites que possuem relação com seus produtos ou serviços pode ajudar a atrair clientes para seu negócio e mostrar credibilidade de seus serviços.
  • ·        Promover eventos – Periodicamente promova eventos, passeios, palestras etc. Estes eventos evidenciam a seu pet shop para potenciais clientes e fidelizam os que já são clientes..
  • ·        Parcerias estratégicas: Seus fornecedores, clinicas veterinárias e empresas do segmento podem ser excelentes parceiros para divulgar e dar visibilidade ao seu pet shop.

Invista tempo para conhecer todas as alternativas de divulgação. Os clientes não irão até seu pet shop sem um esforço de divulgação. Atualmente existem inúmeras estratégias de divulgação gratuitas outras que podem ser feitas com baixo investimento. E lembre-se que não existe uma regra: o que funciona para um nicho de negócio, pode não funcionar para outro. Por isso, é importante planejar as ações e conhecer cada vez mais o público que se deseja atingir.

As informações fiscais e tributárias serão diferenciadas em decorrência da opção do regime tributário escolhido pelo empreendedor.

Exemplo 1: Loja de Animais – Pet Shop optante do SIMPLES Nacional

O segmento de LOJA DE ANIMAIS – PET SHOP, assim entendido pela CNAE/IBGE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) 4789-0/04 como Comércio varejista de animais vivos e de artigos e alimentos para animais de estimação, poderá optar pelo SIMPLES Nacional – Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas ME (Microempresas) e EPP (Empresas de Pequeno Porte), instituído pela Lei Complementar nº 123/2006,  desde que a receita bruta anual de sua atividade não ultrapasse a R$ 360.000,00 (trezentos e sessenta mil reais) para micro empresa e R$ 4.800.000,00 (quatro milhões e oitocentos mil reais) para empresa de pequeno porte e respeitando os demais requisitos previstos na Lei.

Nesse regime, o empreendedor poderá recolher os seguintes tributos e contribuições, por meio de apenas um documento fiscal – o DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional), que é gerado no

Portal do SIMPLES Nacional:

  • IRPJ (imposto de renda da pessoa jurídica);
  • CSLL (contribuição social sobre o lucro);
  • PIS (programa de integração social);
  • COFINS (contribuição para o financiamento da seguridade social);
  • ICMS (imposto sobre circulação de mercadorias e serviços de comunicação)
  • INSS (contribuição para a Seguridade Social relativa à parte patronal).

Conforme a Lei Complementar nº 123/2006 e alterações, este ramo de atividade é tributado pelo anexo I do SIMPLES Nacional e as alíquotas variam de 4% a 19%, dependendo da receita bruta auferida pelo negócio. No caso de início de atividade no próprio ano calendário da opção pelo SIMPLES Nacional, para efeito de determinação da alíquota no primeiro mês de atividade, os valores de receita bruta acumulada devem ser proporcionais ao número de meses de atividade no período.

Se a receita bruta anual não ultrapassar a R$ 81.000,00 (oitenta e um mil reais), o empreendedor, desde que não possua e não seja sócio de outra empresa, poderá optar pelo regime denominado de MEI (Microempreendedor Individual). Para se enquadrar no MEI o CNAE de sua atividade deve constar e ser tributado conforme a tabela da Resolução CGSN nº 94/2011 – Anexo XIII .

Neste caso, os recolhimentos dos tributos e contribuições serão efetuados em valores fixos mensais conforme abaixo:

I) Sem empregado

5% do salário mínimo vigente – a título de contribuição previdenciária do empreendedor:

R$ 1,00 mensais de ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias; 

II) Com um empregado: (o MEI poderá ter um empregado, desde que o salário seja de um salário mínimo ou piso da categoria)

O empreendedor recolherá mensalmente, além dos valores acima, os seguintes percentuais:

  • Retém do empregado 8% de INSS sobre a remuneração;
  • Desembolsa 3% de INSS patronal sobre a remuneração do empregado.

Havendo algumas das situações descritas abaixo, o empreendimento será desenquadrado do MEI, passando para condição de ME (microempresa):

  • Faturamento bruto acima do limite;
  • Contratação de mais de um funcionário;
  • Entrada de um sócio na empresa;
  • Abertura de filial ou outra empresa em nome do empresário;
  • Exercer novas atividades vedadas ao MEI.

Para este segmento, tanto ME, EPP ou MEI, a opção pelo SIMPLES Nacional sempre será muito vantajosa sob o aspecto tributário, bem como nas facilidades de abertura do estabelecimento e para cumprimento das obrigações acessórias.

Exemplo 2: Loja de Animais – Pet Shop NÃO optante do SIMPLES Nacional

Alguns empreenderes podem não optar pelo Simples Nacional, ou o tipo de atividade não é permitido, veja o anexo do Comitê Gestor do Simples Nacional – Resolução CGSN nº 119, de 19 de dezembro de 2014

Para estes casos há os regimes de tributação abaixo:

1 – Lucro Presumido: É a apuração do tributo sobre o lucro que se presume através da receita bruta de vendas de mercadorias e/ou prestação de serviços. Trata-se de uma forma de tributação simplificada utilizada para determinar a base de cálculo dos tributos sobre o lucro das pessoas jurídicas que não estiverem obrigadas à apuração pelo Lucro Real. Nesse regime, a apuração dos tributos é feita trimestralmente.

A base de cálculo para determinação do valor presumido varia de acordo com a atividade da empresa. Sobre o resultado da equação: Receita Bruta x 8%, aplica-se as alíquotas de:

  • IRPJ – 15%. Poderá haver um adicional de 10% para a parcela do lucro que exceder o valor de R$ 20 mil, no mês, ou R$ 60 mil, no trimestre, uma vez que o imposto é apurado trimestralmente;
  • CSLL – 9%. Não há adicional de imposto.

Ainda incidem sobre a receita bruta os seguintes tributos, que são apurados mensalmente:

  • PIS – 0,65% – sobre a receita bruta total;
  • COFINS – 3% – sobre a receita bruta total.

2 – Lucro Real: É o cálculo do tributo sobre o lucro líquido e a empresa realmente obteve no período de apuração, ajustado pelas adições, exclusões ou compensações estabelecidas em nossa legislação tributária. Este sistema é o mais complexo, mas poderá ser mais vantajoso em comparação com lucro presumido e por isso, deverá ser bem avaliado por um contador. As alíquotas para este tipo de tributação são:

  • IRPJ – 15% sobre a base de cálculo (lucro líquido). Haverá um adicional de 10% para a parcela do lucro que exceder o valor de R$ 20 mil, multiplicado pelo número de meses do período. O imposto poderá ser determinado trimestralmente ou anualmente;
  • CSLL – 9%, determinada nas mesmas condições do IRPJ;

Ainda incidem sobre a receita bruta os seguintes tributos, que são apurados mensalmente:

  • PIS – 1,65% – sobre a receita bruta total, compensável;
  • COFINS – 7,65% – sobre a receita bruta total, compensável.

Incidem também sobre a receita bruta o imposto estadual:

  • ICMS – Em regra geral, as alíquotas variam conforme o estado, entre 17 e 19%. Alguns produtos ou serviços possuem alíquotas reduzidas ou diferenciadas.

Além dos impostos citados acima, sobre a folha de pagamento incidem as contribuições previdenciárias e encargos sociais (tanto para o lucro real quanto para o lucro presumido):

  • INSS – Valor devido pela Empresa – 20% sobre a folha de pagamento de salários, pró-labore e autônomos;
  • INSS – Autônomos – A empresa deverá descontar na fonte e recolher entre 11% da remuneração paga ou creditada a qualquer título no decorrer do mês a autônomos, observado o limite máximo do salário de contribuição (o recolhimento do INSS será feito através da Guia de Previdência Social – GPS).
  • RAT – Risco de Ambiente do Trabalho – de 1% a 3% sobre a folha de pagamento de salários dependendo do grau de risco da atividade econômica, recolhida junto com a guia de INSS.
  • INSS Terceiros – Contribuições Sociais recolhidas junto com a guia de INSS, calculada sobre a folha de pagamento com alíquota entre 0,8% a 7,7% dependendo da atividade econômica, destinadas aos serviços sociais e de formação profissional tais como: SESI, SESC, SENAI, SEBRAE, Incra, dentre outros.
  • FGTS – Fundo de Garantia por tempo de serviço, incide sobre o valor da folha de salários a alíquota de 8%.

Recomendamos que o empreendedor consulte sempre um contador, para que ele o oriente sobre o enquadramento jurídico e o regime de tributação mais adequado ao seu caso.

O empreendedor deve estar sempre em contato com as entidades e associações para obter informações sobre os eventos relacionados segmento.

Os eventos como feiras, rodada de negócios, congressos, etc., são muito importantes para que o empresário se mantenha atualizado sobre as tendências de mercado, tendo a oportunidade de conhecer novos produtos e tecnologias, novos fornecedores e realizar parcerias, ou seja, ter novas oportunidades para fazer bons negócios.

  • PET South América – Feira Internacional de Produtos e Serviços para a Linha Pet e Veterinária

https://www.petsa.com.br/pt/perfil-do-evento

  • Feira profissionalizante com negócios e soluções para pet shop e clinicas veterinárias

https://www.megagroomingexpo.com.br/

  • Riovet trade show

http://riovet.rio.br/

  • Conferência Sul-americana de Medicina Veterinária

http://www.argepasi.com.br/imprensa/33/11-conferencia-sul-americana-de-medicina-veterinaria

  • Feira Nacional de Produtos e Serviços para a Linha Pet e Animais de Produção

https://www.feirapetnor.com.br/

  • Feira do Empreendedor Sebrae

A feira será uma excelente oportunidade para fechar novos negócios e estar totalmente atualizado com o que há de mais novo no mundo empresarial.

https://feiradoempreendedor.sebraesp.com.br/

Selecionamos alguns eventos, é fundamental que o empreendedor do segmento de pet shop, procure eventos, feiras e palestras que agreguem valor ao seu negócio e aos profissionais envolvidos.

Norma técnica é um documento, estabelecido por consenso e aprovado por um organismo reconhecido que fornece para um uso comum e repetitivo regras, diretrizes ou características para atividades ou seus resultados, visando a obtenção de um grau ótimo de ordenação em um dado contexto. (ABNT NBR ISO/IEC Guia 2).

Participam da elaboração de uma norma técnica a sociedade, em geral, representada por: fabricantes, consumidores e organismos neutros (governo, instituto de pesquisa, universidade e pessoa física).

Toda norma técnica é publicada exclusivamente pela ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas, por ser o foro único de normalização do País.

1. Normas específicas para Loja de Animais – Pet Shop

Não existem normas específicas para este negócio.

2. Normas aplicáveis na execução de uma Loja de Animais – Pet Shop

ABNT NBR 15842:2010 – Qualidade de serviço para pequeno comércio – Requisitos gerais.

Esta Norma estabelece os requisitos de qualidade para as atividades de venda e serviços adicionais nos estabelecimentos de pequeno comércio, que permitam satisfazer as expectativas do cliente.

ABNT NBR 12693:2010 – Sistemas de proteção por extintores de incêndio.

Esta Norma estabelece os requisitos exigíveis para projeto, seleção e instalação de extintores de incêndio portáteis e sobre rodas, em edificações e áreas de risco, para combate a princípio de incêndio.

ABNT NBR IEC 60839-1-1:2010 – Sistemas de alarme – Parte 1: Requisitos gerais – Seção 1: Geral.

Esta Norma especifica os requisitos gerais para o projeto, instalação, comissionamento (controle após instalação), operação, ensaio de manutenção e registros de sistemas de alarme manual e automático empregados para a proteção de pessoas, de propriedade e do ambiente.

ABNT NBR 9050:2004 Versão Corrigida:2005 – Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos.

Esta Norma estabelece critérios e parâmetros técnicos a serem observados quando do projeto, construção, instalação e adaptação de edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos às condições de acessibilidade.

O segmento de pet shop esta evoluindo continuamente e conhecer os principais termos e ou neologismos criados para o negócio é importante para manter-se atualizado.

Nos links abaixo o empreendedor conhecerá as principais referências do setor:

O empreendedor que deseja atuar no segmento de pet shop, deve estar ciente que mesmo sendo um segmento em expansão, os riscos também acompanham este segmento de negócio. A concorrência é expressiva, e a dedicação ao negócio é fundamental, principalmente, no início das atividades, tanto na parte comercial, quanto na parte operacional e de gestão administrativo e financeira da empresa.

Faça um planejamento para o negócio visando o desenvolvimento e crescimento, para isso destacamos os seguintes pontos a serem observados:

  • Invista na qualidade: A qualidade do serviço, ambiente agradável, profissionais atenciosos, respeitosos e interessados pelo bem-estar dos animais.
  • Procure fidelizar o cliente com ações de pós-venda: Invista em lembretes de vacinas, retornos ao veterinário, eventos de interesse do cliente e novidades para o pet.
  • A presença do proprietário ou administrador em tempo integral: Acompanhar todas as etapas dos processos é fundamental para o sucesso do empreendimento.
  • O empreendedor deve estar sintonizado com a evolução do setor: Esse é um negócio que requer inovação e adaptação constantes, em face das novas tendências que surgem dia-a-dia.
  • Os empregados devem participar de cursos de aperfeiçoamento: A participação em congressos e seminários, garantirá a qualidade dos serviços do pet shop
  • Aposte em uma estratégia de marketing: Inclua análise diagnóstico, análise SWOT, definição de objetivos, opções estratégicas, marketing-mix e plano financeiro.
  • Atenção especial aos fornecedores: A parceria com fornecedores garantira produtos de qualidade nos prazos estabelecidos. Lembrando que os fornecedores podem ajudar com orientações técnicas importantes para o pet shop.
  • Conhecer e executar as exigências legais, normas e decretos: Os pet shops estão sujeitos a várias normas obrigatórias e o descumprimento pode gerar multas e até o fechamento da empresa.

Mesmo que a opção seja um pequeno pet shop, é fundamental colocar em pratica todos os itens destacados, isso permitirá maior velocidade nas decisões, reduzirá as possibilidades de erro e com certeza aumentará as chances de sucesso.

O empreendedor que deseja montar um pet shop, precisa possuir características relacionadas às funções que serão exigidas no dia a dia do negócio.

Dentre estas características destacamos:

  • ·        Ter equilíbrio pessoal diante de situações inesperadas;
  • ·        Experiência ou conhecimento em estética e cuidados com animais;
  • ·        Ser ético e agir com base e valores pessoais;
  • ·        Identificar-se com animais de todas as espécies;
  • ·        Capacidade de liderar;
  • ·        Capacidade de planejar e gerir atividades técnicas;
  • ·        Conhecimento e habilidades administrativas
  • ·        Empatia para perceber os anseios dos donos de animais;
  • ·        Capacidade de estabelecer vínculos afetivos com os pets e seus donos;

Para um bom relacionamento com clientes, fornecedores e parceiros é importante:

  • ·        Ter carisma pessoal;
  • ·        Comunicar-se de forma clara e objetiva;
  • ·        Preocupar-se com questões que envolvem animais;
  • ·        Ser cordial com os clientes e seus pets
  • ·        Comportamento de parceria

Para uma boa administração são competências fundamentais:

  • ·        Cumprir compromissos funcionais;
  • ·        Assiduidade e pontualidade;
  • ·        Compromisso com prazos e tarefas;
  • ·        Disponibilidade de tempo para reuniões de planejamento;
  • ·        Disposição para documentar atendimentos;

Um empreendedor “saberá aprender o que for necessário para a criação, desenvolvimento e realização de sua visão”. (DOLABELA, 1999 p. 70). Considerando-se esta afirmativa, percebe-se em qualquer área que se deseje atuar é preciso estar disposto a aprender. Para aumentar as chances de sucesso é fundamental que o empreendedor desenvolva as competências e habilidades relacionadas ao negócio.

O empreendedor pode buscar junto às agências de fomento linhas de crédito que possam ser utilizadas para ajudá-lo no início do negócio. Algumas instituições financeiras também possuem linhas de crédito voltadas para o pequeno negócio e que são lastreadas pelo Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas (Fampe), em que o Sebrae pode ser avalista complementar de financiamentos para pequenos negócios, desde que atendidas alguns requisitos preliminares. Maiores informações podem ser obtidas na página do Sebrae na web:

Consulte também:

Ao empreendedor não basta vocação e força de vontade para que o negócio seja um sucesso. Independentemente do segmento ou tamanho da empresa, necessário que haja um controle financeiro adequado que permita a mitigação de riscos de insolvência em razão do descasamento contínuo de entradas e saídas de recursos. Abaixo, estão listadas algumas sugestões que auxiliarão na gestão financeira do negócio:

  • ·        Fluxo De Caixa

Em pet shop é fundamental controlar as despesas da empresa, isso é realizado por meio do acompanhamento contínuo da entrada e da saída de dinheiro através do fluxo de caixa. Esse controle permite ao empreendedor visão ampla da situação financeira do negócio, facilitando a contabilização dos ganhos e gestão da movimentação financeira.

  • ·        Capital de Giro

O período entre a prestação de serviço e o recebimento, pode ser longo e a necessidade de recursos será suprida pelo capital de giro. No entanto, ter esse recurso disponível não é suficiente porquanto ser premissa sua boa gestão, ou seja, somente deverá ser utilizado para honrar compromissos imediatos ou lidar com problemas de última hora.

  • ·        Princípio da Entidade

O patrimônio da empresa não se mistura com o de seu proprietário. Portanto, jamais se deve confundir a conta pessoal com a conta empresarial, isso seria uma falha de gestão gravíssima que pode levar o negócio à bancarrota. Ao não separar as duas contas, a lucratividade do negócio tende a não ser atingida, sendo ainda mais difícil reinvestir os recursos, gerados pela própria operação. É o caminho certo para o fracasso empresarial.

  • ·        Despesas

Assim como a maioria dos negócios, os pet shop possuem despesas fixas e variáveis que deverão ser horadas para evitar problemas futuros. Embora pequenas, o seu controle é essencial para que não reduzam a lucratividade do negócio.

  • ·        Reservas/Provisões

No caso dos pet shops a necessidade de provisões para troca de equipamentos eletrônicos ou aquisição de sistema modernos é uma necessidade deste modelo de negócio. Este recurso funcionará como um fundo de reserva.

  • ·        Empréstimos

Poderão ocorrer situações em que o empresário necessitará de recursos para alavancar os negócios. No entanto, não deverá optar pela primeira proposta, mas estar atento ao que o mercado oferece, pesquisando todas as opções disponíveis. Deve te cuidado especialmente com as condições de pagamento, juros e taxas de administração. A palavra-chave é renegociação, de forma a evitar maior incidência de juros.

  • ·        Objetivos

Definidos os objetivos, deve-se elaborar e implementar os planos de ação, visando amenizar erros ou definir ajustes que facilitem a consecução dos objetivos financeiros estabelecidos.

  • ·        Utilização de Softwares

As novas tecnologias são de grande valia para a realização das atividades de gerenciamento, pois possibilitam um controle rápido e eficaz. O empreendedor poderá consultar no mercado as mais variadas ferramentas e escolher a que mais adequada for a suas necessidades.

O empreendedor que deseja atuar no segmento de lojas virtuais, pode aproveitar todas as ferramentas de gestão e conhecimento criadas para ajudar a impulsionar o seu negócio. Para consultar a programação disponível em seu estado, entre em contato pelo telefone 0800 570 0800.

Confira as principais opções de orientação empresarial e capacitações oferecidas pelo Sebrae:

1 – Para desenvolver o comportamento empreendedor

  • Empretec – Metodologia da Organização das Nações Unidas (ONU) que proporciona o amadurecimento de características empreendedoras, aumentando a competitividade e as chances de permanência no mercado.

2 – Para quem quer começar o próprio negócio

As soluções abaixo são úteis para quem quer iniciar um negócio. Pessoas que não possuem negócio próprio, mas que querem estruturar uma empresa. Ou pessoas que tem experiência em trabalhar por conta própria e querem se formalizar

  • Plano de Negócios – O plano irá orientá-lo na busca de informações detalhadas sobre o ramo, os produtos e os serviços a serem oferecidos, além de clientes, concorrentes, fornecedores e pontos fortes e fracos, construindo a viabilidade da ideia e na gestão da empresa.

3 – Para quem quer inovar

  • Sebraetec – O Programa Sebraetec oferece serviços especializados e customizados para implantar soluções em sete áreas de inovação
  • ALI – O Programa Agentes Locais de Inovação (ALI) é um acordo de cooperação técnica com o CNPq, com o objetivo de promover a prática continuada de ações de inovação nas empresas de pequeno porte.
  • ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária

http://portal.anvisa.gov.br/

  • CFMV – Conselho Federal de Medicina Veterinária

http://portal.cfmv.gov.br/

  • MAPA – Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento

http://www.agricultura.gov.br/

  • PROCON -Coordenadoria de Proteção e Defesa do Consumidor

http://www.procon.sp.gov.br/texto.asp?id=1146

Tem um dúvida sobre a sua ideia? Experimente fazer uma pergunta para a nossa comunidade.

Explore outras ideais de negócios em sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/ideias

Compartilhe esse conteúdo em suas redes sociais!

Deixe um comentário

Sobre Lucio PiresSebrae

Analista Técnico do Sebrae Nacional. Trabalho com negócios digitais com formação em Negócios Exponenciais pela Singularity University – Califórnia, EUA. Especialista em Gestão de Pequenos Negócios (FIA/USP). Advogado especialista em Direito Empresarial (Estacio). Matemático com especialização em Finanças (UFBA).

Me siga