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Como Montar Uma Distribuidora De Bebidas

Como Montar Uma Distribuidora De Bebidas

Confira uma ideia de negócio completa sobre Como montar uma distribuidora de bebidas. Abaixo dividimos o conteúdo em tópicos como mercado, custos, pessoas, investimentos, divulgação, exigências legais e mais dicas.

Distribuidora de bebidas, como o próprio nome do negócio diz, é um comércio de vendas de bebidas do distribuidor para o consumidor ou outro negócio como Bar, por exemplo. Disponibiliza estoque com maior volume, por isso apresenta um valor de comercialização mais barato que em bares, por exemplo.

 

 

Outra peculiaridade marcante do setor é sua forte dependência do crescimento da renda da população, uma vez que o fator preço ainda é o principal determinante do consumo nesse mercado. Assim, mesmo que as empresas invistam em qualidade e fixação de marca, a competição é fortemente determinada pelo preço do produto final ao consumidor.

 

 

Na busca da otimização da distribuição física de seus produtos as “engarrafadoras” investem na formação de redes de distribuição e na organização logística de suas operações, através da implementação de centros de distribuição próprios e terceirizados, espalhados por áreas estratégicas e com potencial de consumo, cabendo ao empresário buscar as melhores redes de distribuição, para o seu negócio.

Segundo a Associação Brasileira da Indústria da Cerveja (CERVBRASIL-2019), cadeia produtiva da cerveja, ou seja, da agricultura ao varejo, está diretamente conectada com o progresso e o desenvolvimento do país.O setor cervejeiro responde por 2% do PIB brasileiro.

A cada ano, o setor emprega 2,7 milhão de pessoas e paga R$ 28 bilhões em salários.

– Recolhe mais de R$ 21 bilhões em tributos em todo paísCerca de 12 mil fornecedores de bens e serviços

– Aproximadamente 8 milhões de profissionais das mais diversas áreas.

A indústria de bebidas frias – da qual o setor cervejeiro faz parte – abastece atualmente mais de 1,2 milhão de pontos de venda em todos o território nacional.

Nestes estabelecimentos, a venda de cerveja e refrigerante representa entre 40% e 60% do faturamento. Ante o desafio de cobrir longas distâncias, o setor possui um índice de renovação de 4 mil a 5 mil veículos a cada ano. Nesta frota existem 38 mil veículos.

Atualmente, o setor cervejeiro possui 53 fábricas em todo país. (http://www.cervbrasil.org.br/novo_site/industria-cervejeira-conectada-desenvolvimento-pais/)

Segundo a Associação Brasileira da Indústria da Cerveja (CERVBRASIL-2018), as Bebidas frias é responsável por 3% de todo o PIB nacional. O segmento de bebidas frias que compreende a produção de sucos, águas, refrigerantes, cervejas, chás e isotônicos – é o setor industrial que mais emprega pessoas no Brasil. Um dos mais tradicionais do país, criado em 1853, este mercado tem ampla capilaridade e está presente em todas as cidades brasileiras, numa cadeia que vai do agronegócio ao pequeno varejo, passando por embalagens, logística, maquinário e construção civil.

Estima-se que Brasil possui capacidade instalada de produção de Cachaça de aproximadamente 1,2 bilhão de litros anuais, porém se produz anualmente menos de 800 milhões de litros. Segundo o ultimo censo do IBGE de 2016, são  11.024 estabelecimentos produtores no país, mas existem estimativas somadas de associações regionais que chegam a quase 15 mil estabelecimentos. Porém devidamente registrados no Ministério de Agricultura e Receita Federal são cerca de 1.500 estabelecimentos, com 4.000 marcas, demonstrando que embora 90% da produção volume de seja legalizada, estima-se que 85% dos produtores, na maioria micro e pequenos, sejam informais.

Os principais estados consumidores são: São Paulo, Pernambuco, Rio de Janeiro, Ceará, Bahia e Minas Gerais. 

(http://www.ibrac.net/index.php/servicos/estatisticas/mercado-interno).

A relação com o mercado fornecedor também deve se basear na sustentabilidade. Podem-se priorizar fornecedores com hábitos locais, para fortalecimento da economia da região, uma prática socialmente justa, além de aumentar a rede de relacionamento. Entretanto as maiores marcas de bebidas alcoólicas ou não, posicionam suas fábricas e distribuídos macros em regiões estratégicas. Da mesma forma, a preocupação com o meio ambiente também deve ser levada em consideração a partir da escolha por empresas, cujas políticas e diretrizes sociais e ambientais estejam alinhadas com as suas, não sendo somente informações para autovalorização da marca. A questão da sustentabilidade econômica também deve ser observada nas negociações com os fornecedores, que devem ser justas e apresentar viabilidade para ambas as partes do negócio.

A localização ideal para uma Distribuidora de Bebidas é aquela com boa concentração de pessoas, que disponha de espaço físico para estoque / depósito, carga e descarga que favoreça a logística com os representantes e/ou concessionários dos fabricantes de bebidas. O empreendedor precisará analisar os imóveis disponíveis, o poder aquisitivo da população local, o número de concorrentes e a qualidade dos produtos oferecidos por eles. É desejável que o espaço para a área de tenha, no mínimo, 50 m². É preciso estudar bem o imóvel para garantir um espaço para o estoque, administração, banheiro e área de vendas.

A localização e a estrutura do imóvel deverão estar de acordo com as normas de higiene e limpeza da Vigilância Sanitária e o PDU – Plano Diretor Urbano, disponível no órgão público responsável. Para mais informações o empreendedor deve consultar órgão responsável de sua cidade, visto que o PDU é, segundo a Lei Federal 10.257, obrigatório para todos os municípios brasileiros com mais de 20.000 habitantes.

O público-alvo de cerveja, refrigerantes e bebidas em geral são encontrados em todas as regiões do país, caracterizado como consumidores bem abrangentes. Definir o público alvo é importantíssimo para o empreendimento. Conhecer a faixa etária, hábitos alimentares, preferências de bebidas e faixas salariais são alguns dos itens necessários para esta definição. Sem dúvida alguma, a diferenciação é conseguida pela qualidade e variedade dos produtos comercializados e pelo atendimento aos clientes.

Para abrir uma empresa, o empreendedor poderá ter seu registro de forma individual ou em um dos enquadramentos jurídicos de sociedade. Ele deverá avaliar as opções que melhor atendem suas expectativas e o perfil do negócio pretendido. 

O contador, profissional legalmente habilitado para elaborar os atos constitutivos da empresa e conhecedor da legislação tributária, poderá auxiliar o empreendedor neste processo.

A estrutura básica de uma Distribuidora de Bebidas de aproximadamente 50 m² pode ser dividida em:

– Área de Atendimento e Vendas – uma área de apresentação das bebidas com espaço para degustação e show room;

– As bebidas de um modo geral podem encantar pela sua qualidade ou pela sua aparência em composição com a embalagem, principalmente de edições para presentes ou colecionadores;

– Escritório/Administrativo;

– Depósito / Estoque de produto – área ampla para movimentação e armazenagem segura em seu manuseio;

– Banheiros e vestiários (opcional) para os funcionários de carga e descarga.

A operação de uma Distribuidora de Bebidas, considerando uma área correspondente a 100 m² é relativamente simples. Porém, requer pessoas responsáveis pelo exercício das seguintes atividades:

– Gerência geral: responsável pela gestão da empresa, financeiro, registros contábeis, gestão de pessoas. Geralmente este papel é desempenhado pelo próprio empreendedor;

– Equipe de vendas: para uma loja de vendas é necessário apenas um vendedor. Este profissional poderá desempenhar o papel de atendente, efetivar a venda, repor os produtos e ser o responsável pela limpeza do local;

– Profissional de estoque: para organizar o estoque, receber mercadoria, guardar e preparar os pedidos para entrega.

Os equipamentos básicos para a instalação de uma Distribuidora de Bebidas são:

– Balcão de atendimento;

– Gôndolas e prateleiras para a exposição dos produtos;

– Carrinho para transporte de carga;

– Computador e software para controle de estoque, vendas, entrada, saída e giro do produto, cadastro de clientes, faturamento e outros;

– Impressora fiscal para emissão de Notas Fiscais;

– Engradados e pallets;

– Freezer horizontal/vertical e geladeiras;

– Telefone e internet (wi-fi);

– Veículo de carga para fazer entregas (opcional).

Os equipamentos básicos para a instalação de uma Distribuidora de Bebidas são:

– Balcão de atendimento;

– Gôndolas e prateleiras para a exposição dos produtos;

– Carrinho para transporte de carga;

– Computador e software para controle de estoque, vendas, entrada, saída e giro do produto, cadastro de clientes, faturamento e outros;

– Impressora fiscal para emissão de Notas Fiscais;

– Engradados e pallets;

– Freezer horizontal/vertical e geladeiras;

– Telefone e internet (wi-fi);

– Veículo de carga para fazer entregas (opcional).

Uma Distribuidora de Bebidas representa o elo importante da cadeia produtiva, ou seja, é onde o consumidor final tem acesso ao produto produzido pela indústria. Observe que este tipo de atividade é de suma importância para a sobrevivência de grandes indústrias pois, sem os pontos de venda, a indústria não consegue dar vazão a sua produção. A organização de uma Distribuidora de Bebidas é relativamente simples.

Os processos produtivos de uma distribuidora estão voltados para a “ENTREGA”. Para isso o empresário precisa ficar atendo em processos que estão diretamente relacionados à satisfação dos clientes e ao resultado do negócio.

A automação é de suma importância para qualquer tipo de comércio. Por meio de automação podem ser controladas várias atividades da distribuidora, como controle de estoque, caixa (vendas), cadastro de clientes, faturamento e relacionamento com fornecedores.

A automação melhora o dinamismo dos serviços oferecidos, reduzindo filas, tempo de espera, agilizando a emissão de notas fiscais e, nos dias de hoje, é uma ferramenta essencial para a gestão da empresa.

Existem muitas opções de software e equipamentos específicos para atender a comercialização de bebidas. Pesquise as opções e escolha aquela que se aproxima mais de suas necessidades. Há softwares gratuitos e de baixo custo. Automatize sua loja e gere mais informações que poderão lhe ajudar nas tomadas de decisão e no completo controle da empresa. Este é um investimento necessário e que vale muito a pena.

Investir em softwares para automatizar a empresa não é mais tendência, é uma necessidade. Nem sempre, porém, a ajuda digital é bem-vinda pelos empresários.

Capital de giro é o montante de recursos financeiros que a empresa precisa manter para garantir fluidez dos ciclos de caixa. O capital de giro funciona com uma quantia imobilizada no caixa (inclusive banco) da empresa para suportar as oscilações de caixa. Para uma distribuidora de bebidas é estimado o seguinte Capital de Giro:

ITEM QUANTIDADE VALOR UNITÁRIO
Reserva de Caixa 1 R$ 13.000,00

* Esta é meramente uma estimativa de valor, o seu capital de giro deve variar entre 20 e 30% do valor do investimento para operação. No exemplo temos um investimento estimado (tópico anterior) de R$ 60.000,00. Assim uma reserva (capital de giro e estoque inicial) de R$ 13.000,00

Quanto maior o prazo concedido aos clientes para pagamento e quanto maior o prazo de estocagem, maior será a necessidade de capital de giro do negócio. Portanto, manter estoques mínimos regulados e saber o limite de prazo a conceder ao cliente pode amenizar a necessidade de imobilização de dinheiro em caixa. Prazos médios recebidos de fornecedores também devem ser considerados nesse cálculo: quanto maiores os prazos, menor será a necessidade de capital de giro.

O empreendedor deverá ter um controle orçamentário rígido, de forma a não consumir recursos sem previsão, inclusive valores além do pró-labore. No início, todo o recurso que entrar na empresa nela deverá permanecer, possibilitando o crescimento e a expansão do negócio. O ideal é preservar recursos próprios para capital de giro e deixar financiamentos (se houver) para máquinas e equipamentos.

Sempre será muito útil que se tenha certo montante de recursos financeiros reservados para que o negócio possa fluir sem sobressaltos, especialmente no início do projeto. No entanto, ter esse recurso disponível não é suficiente porquanto ser premissa sua boa gestão, ou seja, somente deverá ser utilizado para honrar compromissos imediatos ou lidar com problemas de última hora.

Os custos dentro de um negócio são empregados tanto na elaboração dos serviços ou produtos quanto na manutenção do pleno funcionamento da empresa. Entre essas despesas, estão o que chamamos de custos fixos e custos variáveis.

Agregar valor é dar um salto de qualidade em uma ou mais características do produto ou serviço, que de fato são relevantes para a escolha do consumidor. Não basta possuir algo que os produtos concorrentes não oferecem. É necessário que esse algo a mais seja reconhecido pelo cliente como uma vantagem competitiva e aumente o seu nível de satisfação com o produto ou serviço prestado. Além disso, para agregar valor, não basta reduzir custos, é preciso conhecer bem o mercado no qual a empresa atua, bem como as preferências dos clientes.

Há produtos e serviços complementares que podem ser oferecidos em uma Distribuidora de Bebidas. Separamos os mais usuais como uma alternativa para incrementar o negócio:

– aluguel de mesas, cadeiras, freezer, chopeiras e caixas térmicas.

Avalie a possibilidade de oferecer também artigos para churrasco como carvão, sal temperado, espetos descartáveis, guardanapos, fósforo e gelo. Se tiver espaço em sua loja, ofereça produtos complementares como balas, chocolates, chicletes, salgadinhos, isqueiros, sorvetes e doces.

Os produtos complementares ajudam muito no aumento do faturamento da loja. Outra possibilidade é trabalhar clubes de vinho, degustação de cervejas, participação em feiras com parcerias em espaços gourmet, criar um espaço gourmet e provocar encontros para degustações, encontros de negócios ou gastronômicos.

Dentre outras restrições a Lei nº. 9.294, de 2 de julho de 1996, impõe limitações e condições especiais à propaganda de bebidas alcoólicas.

Segundo o Art. 3o da Lei 9.294, a propaganda comercial de bebidas alcoólicas só poderá ser efetuada através de pôsteres, painéis e cartazes, na parte interna dos locais de venda. Algumas outras restrições estabelecidas neste mesmo artigo são:

– não sugerir o consumo exagerado ou irresponsável, nem a indução ao bem-estar ou saúde, ou fazer associação a celebrações cívicas ou religiosas;

– não induzir as pessoas ao consumo, atribuindo aos produtos propriedades calmantes ou estimulantes, que reduzam a fadiga ou a tensão, ou qualquer efeito similar;

– não empregar imperativos que induzam diretamente ao consumo.

Embora a referida Lei estabeleça proibições a indução do consumo do produto ela não impede a propaganda institucional do ponto de venda. Em geral distribuidoras e atacadistas utilizam na divulgação de estabelecimentos ferramentas tais como o emprego de equipes de vendedores externos e a propaganda institucional do ponto de venda, com o apoio de catálogos, folders, brindes e anúncios em rádios e mídia impressa com o objetivo de atingir o consumidor final e pequenos varejistas.

É importante manter em local visível a informação sobre a proibição da venda de bebidas alcoólicas para menores de 18 anos.

O segmento de DISTRIBUIDORA DE BEBIDAS, assim entendido pela CNAE/IBGE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) 4635-4/03 como atividade de exploração de comércio atacadista de cerveja, chope e refrigerante,outras bebidas alcoólicas (vinhos, cachaças, bebidas destiladas, etc.) e não alcoólicas com atividade de engarrafamento associada, não poderá optar pelo SIMPLES Nacional – Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas ME (Microempresas) e EPP (Empresas de Pequeno Porte), instituído pela Lei Complementar nº 123/2006, por se enquadrar como atividade vedada na Lei Compl. 123/2006, consolidada pela RCGSN 94/2011.

Neste segmento temos as seguintes opções tributárias:

Lucro Presumido: É o lucro que se presume através da receita bruta de vendas de mercadorias e/ou prestação de serviços. Trata-se de uma forma de tributação simplificada utilizada para determinar a base de cálculo do Imposto de Renda (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Liquido (CSLL) das pessoas jurídicas que não estiverem obrigadas à apuração pelo Lucro Real. Nesse regime, a apuração do imposto de Renda e da Contribuição Social é feita trimestralmente.

A base de cálculo para determinação do valor presumido para o IRPJ é de 8% e para a CSLL é de 12%, sobre a receita bruta, para a atividade de escritório de consultoria.

EQUIPOTEL

Feira Internacional de Equipamentos, Produtos e Serviços para Hotéis, Motéis, Flats, Restaurantes, Fast-Food, Bares e Similares.

www.equipotel.com.br

FISPAL FOOD SERVICE

Feira Internacional para o Desenvolvimento das Indústrias de Alimentos e Bebidas

Site: www.fispal.com

TECNOBEBIDA – Feira Internacional de Soluções e Tecnologia para a Indústria de Bebidas da América Latina.

Site: www.nfeiras.com/tecno-bebida/

Bottle to Bottle – Tecnologia que transforma garrafas PET em embalagens novas, prontas para consumo.

Corante – Substância que dá cor, quando misturada a outras substâncias. Utilizada na indústria alimentícia, é um dos ingredientes do refrigerante.

Energético – Suplemento nutricional que age como estimulante. A bebida possui em sua composição cafeína – cada lata tem concentração semelhante a de uma dose de café -, taurina, um aminoácido presente no corpo humano, glucoronolactona, substância formada a partir da glicose que auxilia nos processos de eliminação de toxinas; vitaminas ecarboidratos.

Isotônico – Suplemento nutricional que repõe rapidamente os líquidos e sais minerais perdidos durante a prática de atividade física. A bebida fornece ainda carboidratos, que servem de energia para os músculos durante o exercício, e sódio e potássio, fundamentais para o equilíbrio do corpo.

Medidores de Vazão – Sistema específico para linhas de produção, que permite auditoria da Receita Federal. Tem como principais funções registrar as medições de vazão, de condutividade elétrica e de temperatura dos líquidos que alimentam uma enchedora.

PET – é um poliéster, polímero termoplástico. o melhor e mais resistente plástico para fabricação de garrafas e embalagens. proporciona alta resistência mecânica (impacto) e química, além de ter excelente barreira para gases e odores.

Post Mix – Máquinas que chegaram ao Brasil em 1970 que mudaram os hábitos dos consumidores. Através da post mix, o refrigerante chegou mais perto de seus consumidores e passou a ser encontrado em lanchonetes, cinemas, clubes, shopping centers, estádios esportivos e outros milhares de pontos de compra.

Refrigerante – bebida industrializada, não alcoólica, carbonatada, adicionada de aromas, com alto poder refrescante. É encontrada nos sabores cola, guaraná, laranja, limão, uva, framboesa, canela, entre outros. O Brasil é o terceiro maior produtor de refrigerante do mundo, mas o consumo per capita do país ainda é pequeno: 65 litros ao ano.

Reciclagem – Conjunto de técnicas que tem por finalidade aproveitar os detritos e reutilizá-los no ciclo de produção de que saíram. É o resultado de atividades, pelas quais materiais que se tornariam lixo são desviados, coletados, separados e processados para serem usados como matéria-prima na manufatura de novos produtos.

Tubaína – Tubaína é uma marca de refrigerante regional pertencente a Ferráspari Ltda. Empresa criada em 1932 na cidade de Jundiaí, interior de São Paulo. Tendo sabor similar ao tutti-frutti, seu processo de industrialização iniciou-se de forma artesanal, sendo, naquela época, envasado em garrafas escuras de cerveja (as tubaínas) e vendido no comércio local e cidades vizinhas. A receptividade dos consumidores foi tão boa que a denominação caiu no gosto popular, nas décadas de 50 e 60, passando o termo “tubaína” a ser empregado como sinônimo de refrigerante regional e local pelo interior do Brasil. Hoje, a empresa detentora da marca permite o uso e alusão à mesma sob licença. Fonte: Wikpédia, a enciclopédia livre.

Vending Machines – Máquinas de venda automática de bebidas não alcoólicas. A primeira instalada no Brasil foi em 1992, com sistema de fichas.

Fonte: ABIR. Disponível em http://www.abir.org.br/rubrique.php3?id_rubrique=99. Acesso em 04/08/2008.

– Para que possa contar sempre com novidades o Distribuidor deve manter um cadastro detalhado de fornecedores e manter um bom relacionamento com estes. O relacionamento com fornecedores assume papel importante neste negócio, visto que, além de disponibilizar o produto, irão analisar seu potencial de venda e histórico de crédito, para possíveis concessões de prazos, descontos, disponibilização de materiais promocionais, participação em campanhas e outros tipos de benefícios.

– Avalie a viabilidade de contratos de exclusividade com fornecedores. Há distribuidores que fazem acordos com fornecedores de determinadas marcas para obter melhores preços e prazos. Este procedimento traz inúmeras vantagens mas precisa ser bem avaliado.

– O layout interno do estabelecimento e a disposição do estoque podem ajudar a alavancar as vendas. Por isso, estes elementos precisam ser pensados adequadamente para valorizar os produtos e atrair os clientes. Estabelecer preços diferenciados para produtos gelados é comum neste tipo de negócio.

– O serviço de entrega em domicílio pode ser um bom diferencial de marketing, desde que bem organizado.

– Avalie os estoques, constantemente, para verificar mercadorias “encalhadas” e tomar atitudes eficientes em tempo hábil.

– Se possível, ofereça serviços de aluguel de mesas, cadeiras, freezer, choppeiras, caixa térmica para aumentar o faturamento.

– Uma boa estratégia é disponibilizar no ponto de venda produtos complementares e de consumo por impulso como salgadinhos, doces, balas, sorvetes e pequenos petiscos;

– Faça parceria com o comércio local como exemplo, açougues, padarias e lanchonetes. O marketing coletivo e complementar pode ser uma ótima solução para aumentar as vendas.

Dentre as principais características necessárias ao empreendedor do segmento destacamos:

– Conhecimento do ramo de distribuição de bebidas, seus produtos e clientes com habilidades para descobrir nichos ou segmentos de mercado, oferecer atendimento personalizado, serviços, preços e condições diferenciadas;

– Capacidade de manter-se atualizado em relação aos lançamentos dos fabricantes;

– Habilidades de negociação e de relacionamento com os públicos consumidores e pequenos comerciantes varejistas;

– Conhecimentos de gestão e habilidades para liderar equipes, recrutando, treinando, orientando e motivando sua equipe;

– Conhecimentos de gestão de estoques, atentando para sazonalidades típicas deste mercado e mantendo níveis suficientes, para suprir suas necessidades e promover a pronta entrega;

– Conhecimentos para responder pelos registros contábeis do negócio e saúde financeira do empreendimento, mantendo um histórico de crédito positivo junto aos fornecedores.

Ao empreendedor não basta vocação e força de vontade para que o negócio seja um sucesso.

Independentemente do segmento ou tamanho da empresa, necessário que haja um controle financeiro adequado que permita a mitigação de riscos de insolvência em razão do descasamento contínuo de entradas e saídas de recursos. Abaixo, estão listadas algumas sugestões que auxiliarão na gestão financeira do negócio:

FLUXO DE CAIXA

O controle ideal sobre as despesas da empresa é realizado por meio do acompanhamento contínuo da entrada e da saída de dinheiro através do fluxo de caixa. Esse controle permite ao empreendedor visão ampla da situação financeira do negócio, facilitando a contabilização dos ganhos e gestão da movimentação financeira.

A medida que a empresa for crescendo, dificultando o controle manual do fluxo de caixa, tornando difícil o acompanhamento de todas as movimentações financeiras, o empreendedor poderá investir na aquisição de softwares de gerenciamento.

PRINCÍPIO DA ENTIDADE

O patrimônio da empresa não se mistura com o de seu proprietário. Portanto, jamais se deve confundir a conta pessoal com a conta empresarial, isso seria uma falha de gestão gravíssima que pode levar o negócio à bancarrota. Ao não separar as duas contas, a lucratividade do negócio tende a não ser atingida, sendo ainda mais difícil reinvestir os recursos, gerados pela própria operação. É o caminho certo para o fracasso empresarial.

DESPESAS

O empreendedor deve estar sempre atento para as despesas de rotina como água, luz, material de escritório, internet, produtos de limpeza e manutenção de equipamentos. Embora pequenas, o seu controle é essencial para que não reduzam a lucratividade do negócio.

RESERVAS/PROVISÕES

Esse recurso funcionará como um fundo de reserva, o qual será composto por um percentual do lucro mensal – sempre que for auferido. Para o fundo de reserva em questão, poderá ser estabelecido um teto máximo. Quando atingido, não haverá necessidade de novas alocações de recursos, voltando a fazê-las apenas no caso de recomposição da reserva utilizada. Esse recurso provisionado poderá ser usado para cobrir eventuais desembolsos que ocorram ao longo do ano.

EMPRÉSTIMOS

Poderão ocorrer situações em que o empresário necessitará de recursos para alavancar os negócios. No entanto, não deverá optar pela primeira proposta, mas estar atento ao que o mercado oferece, pesquisando todas as opções disponíveis. Deve te cuidado especialmente com as condições de pagamento, juros e taxas de administração. A palavra-chave é renegociação, de forma a evitar maior incidência de juros.

OBJETIVOS

Definidos os objetivos, deve-se elaborar e implementar os planos de ação, visando amenizar erros ou definir ajustes que facilitem a consecução dos objetivos financeiros estabelecidos.

UTILIZAÇÃO DE SOFTWARES

As novas tecnologias são de grande valia para a realização das atividades de gerenciamento, pois possibilitam um controle rápido e eficaz. O empreendedor poderá consultar no mercado as mais variadas ferramentas e escolher a que mais adequada for a suas necessidades.

Aproveite as ferramentas de gestão e conhecimento criadas para ajudar a impulsionar o seu negócio. Para consultar a programação disponível em seu estado, entre em contato pelo telefone 0800 570 0800.

Confira as principais opções de orientação empresarial e capacitações oferecidas pelo Sebrae:

Cursos online e gratuitos – http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/cursosonline

Para desenvolver o comportamento empreendedor

Empretec – Metodologia da Organização das Nações Unidas (ONU) que proporciona o amadurecimento de características empreendedoras, aumentando a competitividade e as chances de permanência no mercado: http://goo.gl/SD5GQ9

Para quem quer começar o próprio negócio

As soluções abaixo são uteis para quem quer iniciar um negócio. Pessoas que não possuem negócio próprio, mas que querem estruturar uma empresa. Ou pessoas que tem experiência em trabalhar por conta própria e querem se formalizar.

Plano de Negócios – O plano irá orientá-lo na busca de informações detalhadas sobre o ramo, os produtos e os serviços a serem oferecidos, além de clientes, concorrentes, fornecedores e pontos fortes e fracos, construindo a viabilidade da ideia e na gestão da empresa: http://goo.gl/odLojT

Para quem quer inovar

Ferramenta Canvas online e gratuita – A metodologia Canvas ajuda o empreendedor a identificar como pode se diferenciar e inovar no mercado: https://www.sebraecanvas.com/#/

Sebraetec – O Programa Sebraetec oferece serviços especializados e customizados para implantar soluções em sete áreas de inovação: http://goo.gl/kO3Wiy

ALI – O Programa Agentes Locais de Inovação (ALI) é um acordo de cooperação técnica com o CNPq, com o objetivo de promover a prática continuada de ações de inovação nas empresas de pequeno porte: http://goo.gl/3kMRUh

Para quem busca dados:

https://datasebrae.com.br/

 

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