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Comércio de calçados e produtos esportivos em alta

Comércio de calçados e produtos esportivos em alta

O setor tem crescido em razão da grande quantidade de esportes praticados no País.

O ramo de vestuário é amplo, vai além da moda e dos acessórios. Um dos segmentos que podem ser explorados é de produtos esportivos. De roupas, meias e calçados, itens básicos, aos outros mais específicos, como bonés, luvas e caneleiras, etc. Dessa forma, esse ramo traz uma oportunidade de negócio as MPE devido a uma ampla variedade de produtos que pode comercializar.

Panorama nacional

Os dados do setor também mostram que a tendência é de expansão. O mercado esportivo vem apresentando índices de crescimento percentual maior que o da economia do País, a ponto de aumentar sua presença entre as despesas das famílias brasileiras. Veja alguns dados:

  • Entre 2007 e 2011, a taxa média de crescimento anual do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil foi de 4,2%, enquanto que a do setor esportivo alcançou a marca de 7,1% de crescimento, segundo levantamento realizado pela Pluri Consultoria, em 2012.
  • O relatório da Pluri Consultoria mostra ainda que a participação dos esportes no PIB brasileiro atingiu a marca de R$ 67 bilhões (1,6%), em 2011. A previsão para 2016 é de crescimento de 22%, o equivalente a 1,9% do PIB. Os números contemplam clubes e entidades, marketing, mídia, comércio, vestuário, artigos e equipamentos, eventos e serviços em geral.
  • Outro estudo aponta que, em uma década (de 2000 a 2010), o mercado de esportes cresceu a uma média de 6,2%, superior a taxa média de crescimento do PIB brasileiro, que foi de 3,2% no mesmo período. Os dados são dos autores do livro “A Indústria do Esporte no Brasil, Economia, PIB, Emprego e Evolução Dinâmica”, o advogado Ary Graça e o economista Istvan Kasznar.
  • A indústria de artigos esportivos tem crescido em razão da grande quantidade de esportes praticados no País. Segundo a Associação Brasileira da Indústria do Esporte (Abriesp), em 2011, mais de 80 milhões de pessoas praticavam um ou mais esportes no Brasil.

Dados divulgados em 2010 pelo diário “Lance!”, mostram que o futebol está consolidado como o esporte preferido pelos brasileiros. Cerca de 44% dos brasileiros acima de 16 anos se envolvem cotidianamente com o esporte, seja pela prática esportiva, seja acompanhando jogos e notícias em diferentes mídias.

No entanto, não é somente em razão do futebol que o mercado de artigos esportivos tem crescido. A corrida também tem contribuído consideravelmente para as vendas. Houve um aumento de 85% no número de provas oficiais entre 2011 e 2012.

Estrutura da loja

A estrutura de uma loja de artigos esportivos não é muito diferente de outro ramo do varejo. É preciso atentar-se para a localização por tipo de produtos (tênis, meias, luvas etc.), a diferenciação pelo uso de gôndolas ou prateleiras e a seleção dos produtos que vão ficar junto ao caixa por serem mais propensos à compra por impulso.

Confira a seguir algumas dicas para tornar mais fácil a localização dos artigos no estoque e a circulação de clientes dentro do estabelecimento:

  • A área de circulação é a parte mais importante, onde o cliente poderá transitar para ver os diversos modelos existentes, divididos na maioria das vezes por marcas.
  • Em cada setor da loja deve haver bancos e espelhos para que o cliente possa se apoiar ao experimentar o produto e, nesse mesmo ambiente, provar os calçados, por exemplo.
  • A decoração da loja é outro elemento importante: móveis, revestimentos e iluminação com tecnologia e acabamento específicos para lojas, feitos para propiciar conforto ao cliente.
  • Dê espaço para os displays e banners das marcas, estude técnicas de merchandising para explorar melhor as prateleiras, cuide da sinalização, guiando o cliente pelo interior da loja.
  • Uma boa organização física do estoque faz diferença na velocidade com que o vendedor vai trocar produtos solicitados pelos clientes que estão sendo atendidos.
  • O estoque deve ser proporcional ao tamanho da loja e é essencial para evitar perdas, desperdícios e furtos internos.

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