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Carnaval anima os negócios nas pequenas empresas

Carnaval anima os negócios nas pequenas empresas

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Muito além de escolas de samba, trios elétricos ou blocos na rua, o Carnaval brasileiro movimenta a economia do país e anima os negócios nas pequenas empresas.  Essa festa popular que toma conta de todas as cidades brasileiras tem impacto direto e indireto em vários segmentos:

Na fase de preparação do Carnaval, há oportunidades para artistas; produtores e gestores culturais; designers, arquitetos, engenheiros; e produtores e fornecedores de fantasias, abadás, bonecos gigantes, adereços, enfeites, máscaras e complementos; aluguel de palcos e estruturas, cantor independente, maquiador, ambulantes de alimentação, barraqueiro, marmiteiro, customizador de roupas, costureira, fabricação de calçados e artesão em gesso. Também entram a indústria e o comércio e insumos e componentes para a fabricação de fantasias, decoração de espaços; a indústria e o comércio de instrumentos musicais; a montagem de palcos e estruturas; a moldagem em fibra de vidro e materiais plásticos; e os serviços de comunicação.

Lucram também com a festa, devido ao crescimento do movimento de pessoas e da demanda de produtores da festa, a indústria, o comércio e os serviços de bebidas e alimentos; os serviços de transportes; hotelaria e hospedagem informal; higiene e beleza, academias de ginástica, cursos de dança e percussão; a indústria química (que produz insumos para embalagens e confecção de máscaras, etc); a indústria metalúrgica, que produz latinhas de bebidas e estruturas metálicas para a montagem de palcos, por exemplo; e os serviços de segurança e apoio, como empresas de limpeza e carregadores.

Por último, estão os segmentos do “não Carnaval”, ou seja, aqueles que lucram com as pessoas que querem fazer programas alternativos às festas do período. Entre eles estão as pousadas e hotéis longe do agito, os retiros espirituais e até as jornadas de autoconhecimento, além da programação cultural cotidiana das cidades, como cinema, teatro e shows.

Neste ano, de acordo com o Ministério do Turismo (MTur), a maior festa popular do Brasil vai receber cerca de 6,4 milhões de turistas e acrescentar R$ 6,1 bilhões na economia do país. Entre as causas dessa estimativa está o ganho de visibilidade do país com os grandes eventos, como a Copa do Mundo e as Olimpíadas de 2016.

O SEBRAE, com seus programas de capacitação e soluções empresariais atende desde empreendedores individuais até empresas avançadas, para que todas possam usufruir dos grandes eventos no país de forma competitiva. Busque a melhor alternativa para sua empresa em http://www.sebrae.com.br/.

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Fontes: MTur e DCI

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