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Aluguel de roupas para bebês: a ideia de uma empresa inovadora que deu errado

Aluguel de roupas para bebês: a ideia de uma empresa inovadora que deu errado

Negócio inovador criado nos Estados Unidos fracassou em janeiro deste ano
Foto: Divulgação
A ideia era simples, inovadora e com tremendo potencial para prosperar.
Uma empresa norte-americana, com sede em São Francisco, oferecia aos
potenciais clientes a seguinte oferta: mediante o pagamento de uma
quantia mensal – a partir de US$ 33 -,  recebiam alguns conjuntos de
roupas para os bebês.
Os pais vestiam seus bebês durante um tempo e, quando os conjuntos não
serviam mais, os devolviam para a empresa. A Plum (ameixa em inglês),
nome dado ao negócio iniciado em 2011, então emprestava os conjuntinhos
para outras mães interessadas em economizar na compra desses itens.
Em 24 de janeiro deste ano, no Facebook, a empresa anunciou que
encerraria suas atividades. O comunicado era claro quanto ao motivo do
fracasso da empreitada. Tratava-se de uma ideia nova, mas que
infelizmente não se sustentava financeiramente.”Foi uma decisão muito
difícil e vamos sentir falta de todos os nossos queridos fãs e
consumidores”.

A lamentação desses fãs/consumidores foi imediata. “Acredito que
vocês estavam à frente do tempo. Sorte na próxima aventura”, afirmou
uma fã. “Uma grande ideia. Pena que não deu certo”, escreveu outra.

Mas o que deu errado?

Pode-se especular que houve falta de planejamento inicial. Mas
talvez a resposta seja outra. Um negócio bastante famoso nos Estados
Unidos é o baby planner – uma espécie de consultoria que ajuda a
gestante a escolher todo tipo de produto e serviço de que a criança pode
precisar. Do berço até a creche.

Esse tipo de personalização começa a ganhar espaço no País e uma
consulta de duas horas com uma dessas empresas que oferece o serviço no
Brasil não sai por menos de R$ 380. Talvez o comentário na página do
Facebook da Plum tenha acertado em cheio: os consumidores buscam
exclusividade, não compartilhar produtos.

Fonte: Estadão PME 
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