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A competitividade da indústria brasileira

A competitividade da indústria brasileira

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) realizou em Brasília a sétima edição do Encontro Nacional da Indústria. O evento, realizado no final de 2012, debateu uma série de temas relacionados à competitividade da Indústria Nacional, tendo na inovação a grande a grande mola propulsora da competitividade.

No entanto, faz-se necessário que sejam sempre crescentes os investimentos em educação técnica, com o objetivo de se obter um aumento de eficiência da mão de obra. Ainda existe, contudo, um grande desafio do País em aproximar Escolas/Universidades/Institutos de Pesquisa das empresas, pois tal convergência é fundamental para o aumento da produtividade.

Ainda no campo da inovação, foram apresentadas alternativas, como: o uso de novos materiais na produção de produtos, como a fibra de carbono; o uso da biotecnologia e nanotecnologia; e foi relatado que a combinação de materiais mais resistentes e “limpos ecologicamente” combinados com o uso de automação dos processos produtivos reduz o custo e aumenta a competitividade das empresas.

No ambiente de negócios, o Brasil ainda precisa evoluir bastante em vários aspectos, dentre os quais destaco: custos de logística, pois o Brasil paga aproximadamente 10% a mais do que os Estados Unidos; excessos de burocracia e sobreposição de taxas; tempo muito grande para abertura e fechamento de empresas e concessão de licenças; a cumulatividade fiscal, na qual cerca de 45% do custo dos produtos são de impostos (federais, estaduais e municipais); e há ainda uma grande demora no processo de registro de marcas e patentes.

A redução das taxas de energia energética e desoneração da folha de pagamento, em alguns segmentos industriais por parte do Governo Federal, foram apontadas como benéficos e que outras iniciativas nesse sentido precisam acontecer para melhorar o ambiente negocial da indústria.

Com base nesse cenário e em um mercado praticamente global, torna-se imperativo a criação de um ambiente de negócios cada vez mais favorável para o crescimento das indústrias brasileiras. Investimentos massivos em capacitação, treinamento e principalmente em educação técnica são imprescindíveis para se obter eficiência na mão de obra.

Processos cada vez mais automatizados, como por exemplo, o uso de robótica em linhas de produção já é uma realidade em alguns parques industriais. Faz-se necessário tangibilizar a criatividade tipicamente brasileira, na transformação em gestão do conhecimento para agregação de valor dos produtos como diferenciação no mercado internacional.

Por fim, podemos inferir que, em função de uma imensa diversidade da biomassa brasileira, o intensivo uso de recursos renováveis, uma matriz energética limpa, a redução da taxa de juros e a vontade política do Governo Federal em reduzir e melhorar os processos burocráticos, a indústria nacional terá tudo para destacar-se em competitividade no cenário internacional.

Há de se fazer um grande dever de casa, principalmente nas temáticas apresentadas acima. Tais ajustes internos serão estratégicos para que o País tenha uma economia forte, fundamentada em indústrias competitivas e sustentáveis.

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Sobre Clauberto Maduro CunhaNovo na comunidade

Tecnólogo de Redes de Computadores Especialista em Computação Forense e Perícia Digital

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