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8 tendências de marketing em 2015

8 tendências de marketing em 2015

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Para ganhar mercado este ano, as empresas internacionais vão focar na integração de tecnologias e basear suas ações de marketing em levantamentos sobre o cliente, bem como apostar na personalização do conteúdo, publicidade em mídia social e conteúdo de vídeo. Vão também melhorar as estratégias de mobile-first, ou seja, vão dar prioridade para o desenvolvimento de projetos web primeiramente para dispositivos móveis.

1) Celebridades
A obsessão com a celebridade domina as campanhas publicitárias em 2015. Empresas de grande porte estão destinando uma boa parcela da sua verba de marketing para contratar celebridades. Por exemplo, Justin Bieber foi contratado pela Calvin Klein, Joni Mitchell pela Saint Laurent, e Kim Kardashian e Kanye West para Balmain (todas marcas vinculadas à confecção de roupas).

As empresas perceberam que as campanhas não são mais apenas sobre belas imagens. Vincular-se às “web celebridades”, que têm milhões de seguidores nas redes sociais, é um bom negócio.

2) Realidade virtual
A aquisição da Oculus Rift pelo Facebook no início de 2014 desencadeou um debate em torno das possibilidades da realidade virtual (VR). Quando o hardware chegar ao mercado consumidor, seguido de perto por lançamentos de nomes como Google e Samsung, vamos descobrir o que estes mundos virtuais significam para os comerciantes. Além do setor de jogos, é provável que esta tecnologia impacte o varejo, o turismo, o segmento imobiliário e entre outros.

Thomas Cook já está experimentando a tecnologia com tours virtuais de destinos, enquanto a General Electric qualificou a VR como a próxima plataforma de storytelling. O próximo desafio será a produção de conteúdos para a VR. Pela primeira vez, os criativos terão de começar a construção de histórias dentro de mundos inteiros, e não apenas narrativas individuais.

3) Além do vídeo viral
Espera-se que os orçamentos para a produção de vídeos cresçam este ano. mas atenção, o vídeo viral não está em alta nesta temporada, pois há uma mudança na estratégia de produção de audiovisual publicitário. O objetivo não será apenas o compartilhamento, mas fazer com que o cliente se inscreva no canal, ao assistir um vídeo, e volte a visita-lo. Algo similar ao que já acontece no YouTube, onde as empresas realizam “entregas editoriais” regularmente, ou seja, publicam vídeos novos semanalmente, por exemplo.

Os vídeos deverão ir além do “atrás das câmeras”. Deve-se pensar em conteúdo que acrescente alguma informação nova ao consumidor. Bons exemplos do que deve ser feito são vistos nos canais no YouTube da Proctor & Gamble, Nike, P&G, Chanel, GoPro, Red Bull e Dove.

4) Conteúdo mais personalizado
Para 2015, os profissionais de marketing se concentrarão em produzir conteúdos cada vez mais personalizados, com base nos dados obtidos sobre os clientes. Como Allan Blair, diretor de estratégia da Tribal Worldwide, de Londres, disse ao The Guardian: “aos consumidores será oferecida a oportunidade de criar, compartilhar e comprar produtos e serviços personalizados, e as marcas usarão as métricas para conhece-los melhor e depois oferecer-lhes conteúdo individual relevante onde quer que estejam (website, rede social e dentro da loja).

Este esforço deve ser visto nas campanhas publicitárias, personalização das homepages e estratégias de retargeting (ações para impactar mais de uma vez a mesma pessoa por meio de anúncios, que aparecem para o usuário após a primeira busca pelo tema).

5) Publicidade social na era Snapchat
Este ano, as mídias sociais continuam tendo espaço no orçamento publicitário das empresas. De acordo com a Salesforce, 70% dos profissionais de marketing planeja reforçar o orçamento atribuído ao Twitter, Facebook e Instagram. Uma pesquisa realizada pela Strategy Analytics mostra que publicidade social vai ter o crescimento de 31% nos EUA em 2015.

Acredita-se que este é o ano do Snapchat, aplicativo de mensagens por imagem e vídeo. O app ainda não tem uma estratégia oficial de publicidade, mas há alguns experimentos interessantes sendo feitos pelo McDonald’s, Hollister and Macy’s.

6)Devemos nos preocupar com os wearables?
Os wearables são tecnologias para vestir. Grandes marcas estão começando a entender o impacto destes dispositivos em suas vendas. O retorno sobre o investimento não é o objetivo final. Na verdade, os profissionais de marketing estão usando os wearables para alinhar suas marcas com um dos espaços mais emocionantes no varejo, atualmente.

No primeiro semestre/2015, está previsto o lançamento do Apple Watch, o que pode impactar substancialmente o apetite dos consumidores por esses dispositivos e, consequentemente, servir como um catalisador para as marcas para ver wearables menos como ferramenta de marketing e mais como uma categoria de produto rentável.

7) Internet das Coisas
Há um burburinho sobre a Internet das Coisas (sistema global de registro de bens), o que para um varejista tem a ver, essencialmente, com manter a loja totalmente conectada. Os produtos passariam a ter identidades electrónicas ou ser equipados com sensores que, conectados via Internet, permitiriam registrar dados sobre o produto e até detectar mudanças na sua qualidade física.

Esta tecnologia poderá servir como fonte de informação sobre o cliente, balizando iniciativas futuras de marketing mais personalizadas segundo suas características e gostos.

8) Comércio integrado
O social commerce decolou em 2014. Só para ter uma ideia, o Instagram se tornou um espaço de compra e vendas e foi criado o Twitter Buy Button. Isso porque os consumidores querem fazer compras a partir de seus feeds nas rdes sociais. Analistas preveem que 5% da receita do varejo on-line será advinda do social commerce em 2015, o equivalente a US$ 15 bilhões.

Com informações da WGSN.

Tradução e edição: Fernanda Peregrino, da FC Comunicação.

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