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7 dicas para seu negócio ser bem visto pelos bancos

7 dicas para seu negócio ser bem visto pelos bancos

Fonte: EXAME

Os bancos não querem me emprestar dinheiro. O que está faltando? Para
melhor conceituar a pergunta, vamos admitir que estamos falando de
empreendedores que estão iniciando seus negócios do zero ou que necessitam
recorrer aos bancos para um novo recurso para ampliação, investimento em
máquinas ou equipamentos, ou até mesmo uma pequena aquisição para impulsionar
seu crescimento no mundo dos negócios.

Ser bem visto por bancos para construir seu crédito não tem muitos
segredos, mas sim disciplina e organização, pois já se foi o tempo de ser amigo
do gerente para conseguir algum tipo de capital de giro, como no tempo de
nossos pais. Abaixo estão alguns itens que, combinados, poderão permitir
atingir os objetivos:
1. Plano de Negócios consistente

Apresentar um bom Plano de Negócios, com ideias racionais e sustentáveis sobre rentabilidade ajuda muito, pois será um bom instrumento para comprovar que o
negócio foi amplamente estudado, simulado e que, estando alinhado a estratégia
da empresa, será uma grande ferramenta de auxílio à gestão do negócio.
Pesquisas de mercado e opinião de consultores também contribuem para determinar
as premissas deste Plano.
2. Idoneidade dos Sócios e Caráter

Em crédito, o conceito de “caráter pessoal” é muito forte, pois
determina como se comportam as pessoas nos momentos de crise, onde a conduta e
a postura moral são fundamentais. Nenhum negócio bom deu certo com pessoas
ruins. Do ponto de vista da idoneidade, atualmente os bancos recorrem a
diversos serviços de proteção ao crédito, como Serasa e outros, que são
ferramentas bastante eficientes na verificação do histórico de CPFs e CNPJs.
Manter seu histórico de crédito positivo vai ser determinante neste
processo. Infelizmente nosso país ainda não avançou na implantação dos
cadastros positivos de crédito, que funcionam muito bem nas economias modernas,
e por isso pagamos o preço de uma economia emergente que valoriza o cadastro
negativo.
3. Governança

Independentemente do tamanho do negócio, critérios mínimos de
governança são bem vistos e, se bem demonstrados, auxiliam na construção do
conceito e intenções da empresa.
4. Integridade Fiscal

O mundo mudou! Já se foi o tempo de estruturas paralelas. Isto impedirá
sua empresa de crescer, além de ser mal visto pelos bancos, pois é difícil
mensurar pelo empirismo dos números. Seu negócio só é viável se suportar carga
fiscal de frente.
5. Contabilidade e Auditoria

Não é o tamanho do negócio que faz uma empresa ser mais ou menos
transparente. Entendo que, mais exigente que o banco, o próprio sócio deve
buscar uma contabilidade em tempo real, que reflita a verdadeira situação da
empresa, pois ele que corre o maior risco por ser o investidor principal.
Tendo isto em ordem, uma oportunidade de fusão ou aquisição será muito
facilitada, bem como o entendimento da performance da empresa pelos analistas
de crédito. Bancos gostam de informações como: balanços, balancetes recentes,
fluxo de caixa, relação de ativos e passivos, quadro de obras, relação de
frota, passivo bancário aberto por banco, modalidade, prazo, etc. Quando
possível investir em uma auditoria externa, será de grande valia.
6. Estratégia da Empresa

Ter um Planejamento Estratégico consistente e bem definido, que possa
ser apresentada com alguma formalidade, abordando uma visão de curto, médio e
longo prazo, também auxiliará na construção deste crédito.
7. Volume e Estrutura de Funding e Garantias

Por último e não menos importante, é necessário ter pré-definido que
volume está se buscando para “fundear” o negócio, com preço, prazo e
modalidade. As garantias ou colaterais também são determinantes para a
avaliação pelo banco. Muitas vezes, nem tanto pelo valor financeiro, mas sim
por demonstrar o quanto o sócio/investidor que está solicitando crédito
acredita que aquele é um negócio viável. Afinal, ele está empenhando seu
patrimônio pessoal, construído com suor ao longo da vida.
As dicas acima, embora simples, deixarão a empresa preparada não somente
para a relação com bancos, mas para as demais estruturas de funding que se
desenvolveram ao longo dos últimos anos nos países desenvolvidos e que crescem
numa rápida velocidade no Brasil, como os private equity, investidores anjo,
venture capital, e até mesmo família e amigos.
Boa sorte!

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