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Canal eletrônico: um comércio que só cresce

Canal eletrônico: um comércio que só cresce

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O comércio eletrônico brasileiro faturou R$ 12,7 bilhões no primeiro semestre de 2013. Isso representa 24% a mais do que o valor faturado no mesmo período do ano passado. A quantidade de pedidos feitos pela web aumentou 20%, chegando a 35,54 milhões.

De acordo com a e-Bit (empresa especializada em informações do setor), os números positivos contrastam com o atual cenário econômico: crise internacional, baixo PIB, desaceleração da economia e, consequentemente, menor expectativa de consumo. No entanto, em períodos como esse, é possível notar os consumidores mais críticos e conscientes, a fim de fazer bons negócios. Ao considerar todas as vantagens oferecidas pelo comércio eletrônico, como preços mais competitivos, comodidade e facilidade de pagamento, a opção por esse meio se torna natural.

No primeiro semestre de 2013, a categoria “Moda & Acessórios”, que já vinha ganhando posições no ranking das mais vendidas, se firmou na primeira posição, com 13,7% do volume de pedidos. Em seguida, estão “Eletrodomésticos” (12,3%), “Cosméticos e Perfumaria/ Cuidados Pessoais/ Saúde” (12,2%), “Informática” (9%) e “Livros/ Assinaturas e Revistas” (8,9%), respectivamente.

Novos compradores

O relatório divulgado pela empresa aponta que:

  • No primeiro semestre, 3,98 milhões de pessoas realizaram a sua primeira compra online. Com isso, o número total de e-consumidores que já fizeram ao menos um pedido via internet, chegou a 46,16 milhões. Esses entrantes ficaram mais concentrados no Sudeste (65%) e, em seguida, nas regiões Nordeste (14%) e Sul (13%).

 

  • Os novos e-consumidores gastaram em média R$ 352,29 em suas compras, no primeiro semestre de 2013, enquanto no mercado geral, o tíquete médio foi um pouco mais elevado, R$ 359,29. Das pessoas que consumiram online pela primeira vez, 36% preferiram pagar suas compras à vista, enquanto 64% optaram pelo parcelamento. Isso demonstra que a elasticidade nos prazos de pagamento oferecida pelo e-commerce atrai o público.

 

  • Nos últimos anos, as mulheres foram maioria dos entrantes. No primeiro semestre de 2013, não foi diferente. A ala feminina saiu na frente com 55%. Em relação à idade dos novos e-consumidores, a faixa etária de maior destaque se manteve dos 25 aos 49 anos.

 

  • Ao analisar quesitos como escolaridade e renda familiar ficou claro que a classe C é forte presença entre os novos e-consumidores. Em relação aos estudos, de junho de 2009 até junho de 2013, a entrada de pessoas com ensino fundamental e médio passou de 42% para 46%. Enquanto no nível superior completo e incompleto houve queda de 47% para 42%, no mesmo período.

O ano de 2013 deverá terminar com resultados positivos para o comércio eletrônico brasileiro. Os números do primeiro semestre contribuem para manter as expectativas, cuja previsão é que o setor atinja um faturamento de R$ 28 bilhões, representando um crescimento nominal de 25% em relação a 2012, quando os ganhos chegaram a R$ 22,5 bilhões.

Ganhe competitividade com o e-commerce

Participar do e-commerce, criando sua própria loja virtual ou vendendo produtos e serviços em plataformas já consolidadas, é vantajoso para a empresa de pequeno porte. Isso porque a presença dos clientes na Internet é cada vez maior, os custos do negócio são menores e o aumento do poder de compra e a presença da Classe C na Web representam oportunidades de lucrar mais.

Hoje, estar presente no mundo virtual é muito fácil. Qualquer empresa pode ter um site ou seus dados e contatos na Web com poucas horas de esforço e gratuitamente. Entretanto, vender pela Internet de forma segura e sustentável já é um passo mais complexo, e requer um bom planejamento.

Na página comércio eletrônico Sebrae, você aprende a planejar para seu negócio vender produtos e serviço na Web: http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/Busca?q=e-commerce

 

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