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11 Tendências Críticas do consumo para 2011 (parte 5)

Por Luciana Pecegueiro

Vamos ver as penúltimas tendências da lista?

8ª tendência: GENEROSIDADE EMERGENTE

Marcas e os ricos nos mercados emergentes (especialmente na China) cada vez mais doarão, darão atenção e simpatia ao invés de apenas vender e receber. E não apenas em seus países de origem, mas em uma escala global. É uma profunda mudança cultural e que os consumidores nos mercados maduros levaram alguns anos para se acostumar. Vamos ver algumas estatísticas:

– 86% dos consumidores globais acreditam que as empresas precisam colocar pelo menos o mesmo peso nos interesses da sociedade como sobre os interesses comerciais.

– 78% dos indianos, 77% dos chineses e 80% dos consumidores brasileiros preferem marcas que apoiam boas causas, em comparação com 62% dos consumidores globais.

– 8 em cada 10 consumidores na, Índia, China, México e Brasil esperam que as marcas doem uma parcela de seus lucros para apoiar uma boa causa. (Fonte: Edelman, novembro de 2010)

– O número de milionários na Índia em 2009 cresceu 51 por cento, para 126,7 mil. (Fonte: Merrill Lynch, junho de 2010)

– Em setembro de 2010, Bill Gates e Warren Buffett ofereceram um jantar para os ultra-ricos da China para promover a filantropia. O evento foi semelhante aos seus esforços para obter dos bilionários dos EUA a promessa de dar pelo menos metade de sua riqueza, embora os dois negassem que estavam recriando a pressão para que as pessoas doassem, apenas usando o evento para responder a perguntas e debater questões relacionadas ao desenvolvimento uma cultura de filantropia. (Fonte: Washington Post, outubro de 2010)

Neste ano, de qualquer marca ou pessoa indo excepcionalmente bem, será esperado a participação na Geração Generosidade.

9ª tendência: ESPONTANEIDADE PLANEJADA

Com o estilo de vida que se tornou fragmentado, com ambientes urbanos densos oferecendo instantaneamente aos consumidores um número de opções disponíveis, e com celulares / smartphones tendo criado uma geração que tem pouca experiência de fazer (ou que adere a) planos rígidos, este ano vai ver uma completa espontaneidade planejada.

Espere ver consumidores correndo para se inscrever em serviços (a parte planejada) que permitem, quase sem esforço, se misturar a massa infinita de amigos, familiares, colegas ou estranhos-que-podem-ser-amigos-ou-rolos (a parte espontânea).

O que vem a seguir? Olhe além do Twitter e espere que (mais jovens) consumidores optem passiva, voluntaria e continuamente compartilhar suas localidades para receber em troca sugestões inteligentes sobre o que poderiam estar fazendo ou com quem poderiam estar se encontrando. Será que os consumidores aceitarão seus dados móveis sendo coletados, agregados, analisados e partilhados? Se as vantagens forem interessantes, divertidas ou valorizem bastante a vida, então muito provavelmente sim.

Para os consumidores, saber onde eles estão e o que / quem está ao seu redor é a chave para a espontaneidade planejada. Isso está prestes a ficar muito mais fácil assim que a geo-localização se torna uma característica fundamental das redes sociais e aplicativos da web (a partir de provedores existentes adicionando informações de localização, tais como o Places do Facebook, o localizador do Twitter e o Hotpot do Google, além dos serviços dedicados como Foursquare , Gowalla e Brightkite).

Quer ver as outras tendências? Clique nos links abaixo:

1ª tendência / 2ª e 3ª tendências / 4ª e 5ª tendências / 6ª e 7ª tendências / 10ª e 11ª tendências

Luciana Pecegueiro Furtado, da Unidade de Acesso a Mercados

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