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10 tendências no segmento de varejo online

10 tendências no segmento de varejo online

Estimativas para o e-commerce superará qualquer expectativa
Foto: Divulgação 

No ano passado, enquanto mercados de varejo internacionais sofriam
queda, o comércio eletrônico continuava apresentando forte crescimento.
Estimativas atuais da JP Morgan, empresa líder em serviços financeiros,
indicam que a receita do e-commerce irá atingir US$963 bilhões este ano.
Somente a Rakuten atraiu cerca de 3 mil novos vendedores e sua
participação no mercado cresceu para mais de US$13 bilhões. 
O dinamismo
deste setor está sendo impulsionado por uma onda de inovações técnicas
que mudaram de forma irrevogável a relação entre vendedor e comprador.
Há 10 principais tendências que a companhia espera alcançar nos próximos
12 meses, e para comentá-las sugerimos entrevista com Alessandro Gil,
CMO da companhia no Brasil.

1) Dispositivos portáteis de
navegação ficarão em alta –
Em 2011, os dispositivos portáteis com
plataforma para web transformaram o comércio virtual, abrindo um novo
canal 24/7 ao consumidor e criando formas inovadoras de empreendimento
para eles, que passaram de códigos QR para ofertas locais. Embora sites
móveis tenham desenvolvido uma ótima navegabilidade, a incerteza do
consumidor a respeito de pagamentos móveis está dificultando a conversão
das vendas. A indústria está abordando esta questão e ao longo dos
próximos 18 meses veremos a introdução de plataformas de serviços móveis
de pagamento, o que irá aumentar a confiança do consumidor e
impulsionar as vendas móveis.

2) Comerciantes menores irão adotar
canais móveis –
Muitas vezes são as maiores marcas que possuem os
recursos para investir em novas tecnologias. No entanto, em 2012, graças
ao aumento de serviços de afiliados e mercados como a Rakuten, grandes e
pequenos comerciantes conseguirão aproveitar o canal móvel, sem
incorrer em altos custos de infraestrutura. Sites afiliados como o
Groupon e o Vouchercloud, por exemplo, permitem que comerciantes
experimentem novos canais de consumo sem a implementação de um programa
móvel dedicado.

3) Compras online irão se tornar mais pessoais –
Já se foram os dias em que o consumidor sabia o nome de seu açougueiro
ou vendedor de flores; no entanto, em 2012, veremos um ressurgimento
deste modelo de serviço pessoal. Como consumidores se cansam do excesso
de comunicação das marcas online, comerciantes que oferecem um serviço
mais personalizado irão liderar a área de atuação para a fidelidade à
marca.

4) Comércio de tablet irá criar experiência mais concreta
em compras online –
Para diminuir a diferença entre o celular e o
computador, tablets apresentam uma excelente oportunidade aos
varejistas. A rica funcionalidade do tablet substitui a tradicional
experiência de barganha online numa experiência de loja virtual,
tornando a web uma experiência mais tangível. Para capitalizar com isso,
varejistas devem otimizar o conteúdo para tablets e pensar de forma
criativa na apresentação, como se estivessem na loja.

5) Varejistas
irão difundir funções online e offline –
As barreiras entre os mundos
online e offline estão cada vez mais difusas, uma vez que varejistas
misturam as suas ofertas digitais e do mundo real. Em 2012, varejistas
irão começar a juntar os pensamentos online e offline, reaplicando
valores e ofertas do mundo digital nas lojas e a rica experiência do
produto de lojas virtuais.

6.Um modelo de filial será planejado
para lojas de rua –
Serviços de digitalização de código de barras, como o
ShopSavvy, auxiliam usuários a fechar o melhor negócio online para um
produto que está na loja fisica. Este sistema insustentável significa
para a loja física, que ela não teve papel nenhum neste tipo de venda. É
importante manter o papel das lojas de rua como um modelo de referência
na conversão de vendas, como acontece online, para oferecer uma
participação nas vendas virtuais que elas promovem.

7) Mais
pessoas irão às compras junto com suas redes sociais –
Pedir uma segunda
opinião antes de realizar uma compra não é novidade, mas agora em vez
de levar um amigo às compras, você pode levar toda sua rede social. Em
2012, varejistas irão utilizar cada vez mais as redes sociais, não
apenas para o conhecimento da marca, mas para o desenvolvimento do
produto e serviços de atendimento ao cliente, também. O recurso de fazer
compras em companhia de sua rede social, oferecido pela Rakuten, por
exemplo, permite que comerciantes capitalizem com o serviço social,
possibilitando usuários do mercado da Rakuten a convidar amigos para
navegar no site e conversar por chat ao vivo, enquanto buscam pela
página do produto.

8) Comunidades comerciais sem fronteiras irão
surgir –
No final de 2011, a Rakuten fez uma pesquisa de interesse sobre
compras online no mundo e os resultados revelaram que consumidores dos
mercados em expansão, como Brasil e China, estão abertos para fazer
compras online internacionalmente. No próximo ano, modelos de mercado
internacional irão fornecer a vendedores de pequeno, médio e grande
porte a oportunidade de expandir suas operações no exterior, sem o custo
abusivo tradicionalmente associado ao estabelecimento de modelos de
distribuição local, instalação de lojas e etc. Vendedores poderão se
envolver em comunidades comerciais internacionais e aplicar recursos com
base na demanda do mundo real.

9) Modelos de transporte local e
flexíveis serão vitais para a fidelidade do cliente –
Segundo relatório
de janeiro de 2011 da Forrester, questões de transporte foram um dos
principais motivos de abandono de carrinho na Europa. Como resultado,
modelos de transporte flexíveis e específicos serão vitais para o
crescimento. No Reino Unido, isso é evidenciado pela crescente
popularidade do fenômeno clique & receba, o que representou 10.4 %
do total das vendas de comércio digital no Reino Unido neste Natal, de
acordo com o IMRG.

10) Varejistas irão se comunicar com perfis de
clientes individuais –
A velha máxima “informação é poder” assume um
novo impulso em 2012. Hoje, varejistas online podem adquirir grandes
volumes de dados sobre clientes potenciais e existentes, com base nos
hábitos de navegação do usuário. Em 2012, a troca de dados entre
varejistas e redes sociais irá oferecer novos conhecimentos sobre a
psique do consumidor. Através do uso destes perfis de clientes, times de
marketing de varejo devem transformar essa riqueza de dados em tempo
útil, comunicações personalizadas e relevantes.

Fonte: Revista Fator
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