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07 lições para extrair dos serviços de streaming e agregar a sua vida profissional

07 lições para extrair dos serviços de streaming e agregar a sua vida profissional

Você sabia que hoje os serviços de streaming ocupam o segundo lugar na audiência da televisão brasileira? É isso mesmo. Segundo dados publicados pela UOL, o ranking de audiência fica da seguinte maneira: Globo (32%), em segundo as plataformas online (15%) e, em terceiro, a Record (12%).

 

Neste contexto de crescimento expressivo, é importante observar e analisar este novo tipo de negócio, para tirar algumas lições que podem valer muito a pena para a vida profissional, independente do mercado que você atue.

Neste conteúdo da empresa de Revenda de Hospedagem, vamos trazer à luz 08 lições valiosas dos serviços de Streaming. Vamos lá!

O que são os serviços de streaming?

Todo o conteúdo que consumimos através da Internet chega ao nosso dispositivo eletrônico através de download. Ou seja, a empresa que detém os direitos sobre o conteúdo em seus servidores, disponibiliza a informação ao seu aparelho quando você, por exemplo, dá play num filme ou numa música.

Até pouco tempo atrás, a velocidade de transmissão era tão pequena que era preciso esperar a finalização do download completo antes de assistir ao conteúdo. Porém, hoje, já é possível ouvir uma música ou assistir um filme sem esperar o carregamento completo. E, é isso que chamamos de streaming!

Em inglês, o termo stream refere-se a uma corrente de água. O que exemplifica muito bem os serviços de streaming: os dados “correm” num fluxo constante para o seu eletrônico exibindo o conteúdo que você solicitou.

Alguns dos streamings mais famosos no Brasil e no mundo são: Netflix, Spotify, Deezer, Amazon Prime Video, HBO GO, Disney+, etc.

O que podemos extrair de valioso destes serviços?

  • Identificar novas oportunidades

Mais do que serviços de entretenimento quaisquer, os streamings são um modelo de negócio extremamente rentável que passou a ganhar força desde o ano de 2010, ampliando o modo como consumimos mídias.

Antes disso, você deve se lembrar, as principais formas de assistir a séries, filmes e ouvir músicas por vias legais era por meio de locadoras e compra por plataformas como o iTunes.

E foi assim que uma das principais plataformas de streaming da atualidade surgiu. A princípio, a Netflix era uma locadora que, criada em 1997, já propunha um serviço de assinatura com taxa fixa ao invés do aluguel por unidade.

Mas, foi somente em 2005, com o abandono dos DVDs e a era do digital, que a Netflix explodiu ultrapassando hoje a incrível marca de 150 milhões de assinaturas.

E o que podemos aprender com isso? Para se dar bem no mundo profissional, é importante saber identificar brechas inovadoras e em escassez no mercado.

O que, dentro da sua área de trabalho, te incomoda? O que você sente falta ou acha que poderia ser melhorado? Olhe ao seu redor e tente buscar oportunidades únicas!

  • Os streaming são um belo exemplo de como agregar valor

No início dos anos 2000 explodiram os softwares de pirataria tal como o Napster, que permitia a transferência de músicas de forma ilegal e forma simples.

Mas, se já era fácil obter músicas e filmes de forma gratuita e com qualidade, por que as pessoas aceitam pagar mensalmente para isso?

Muito simples: os streamings agregam valor. Mostrando como ser assinante torna o processo de ouvir músicas ou assistir a um conteúdo muito mais prático. Afinal, não é preciso procurar o download, liberar espaço no computador ou correr o risco de baixar algum vírus. Basta entrar no site ou aplicativo e dar play.

Ou seja, ao vender seu serviço, mostre aos seus clientes o valor que ele tem!

  • Adaptação a um novo mercado

Os streaming vieram para ficar e as empresas que não se atentarem a este novo modelo de consumo de conteúdos se tornaram ultrapassadas. E, por conta disso, grandes produtoras começaram a retirar suas obras do catálogo da Netflix, por exemplo, para apostar em sua própria plataforma.

Ou seja: elas viram uma nova tendência no mercado e uma forma de trazer para a realidade delas. Tal como é o caso da Disney, que lançou o Disney+ em 2020.

  • Destaque em meio a forte concorrência

Em meio ao crescimento dos streamings, a Netflix se viu rodeada por fortes concorrentes. Mas como a plataforma buscou formas de continuar se mostrando diferente das outras? Ao invés de apenas reproduzir o catálogo de grandes produtoras, as séries e filmes originais começaram a tomar conta!

O que isto nos ensina? Que precisamos buscar a melhoria contínua. Mesmo que você tenha sido inovador no início, outros profissionais podem aprender com você e conquistar o mercado.

  • Expansão para novos horizontes

O mercado que está no seu auge se torna cada vez mais competitivo. Mas, ao invés de disputar o mesmo público, por que não explorar novos horizontes? Foi isso que a Netflix fez, expandindo, por exemplo, a sua produção de conteúdos para novos países além dos EUA.

Ou seja, mesmo que você já tenha um público fiel, sempre vale a pena encontrar novas formas de se conectar com mais e mais pessoas.

  • Como fidelizar clientes

Com tantos concorrentes como a Netflix fez para evitar que outras empresas tomassem o seu pódio? Ela apostou fortemente na fidelização dos seus clientes.

Através de um estudo do perfil dos assinantes, a plataforma – por meio de algoritmos – entende quais os hábitos de consumo de cada um a fim de sugerir filmes e séries a partir disso.

Outro ponto muito bem explorado é o marketing nas redes sociais. A empresa criou uma comunicação simples e divertida com seus seguidores, respeitando o tipo de linguagem de cada uma delas.

Ou seja, entenda quem é o seu público e trabalhe para satisfazê-lo e, consequentemente, fidelizá-lo!

  • Moldar-se segundo os comportamentos sociais

A sociedade é mutável e instável. E por isso, negócios que não conseguem compreender as diferentes demandas do seu público sofrem para se manter ativas.

No caso dos streamings, eles perceberam com rapidez que existiam camadas sociais que não se viam representadas nos conteúdos. E então o que eles fizeram? Criar novas narrativas que colocassem essas pessoas no centro das histórias, como é o caso da produção brasileira Sintonia.

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